Publicidade retirada da revista Crónica Feminina nº 1411, de 8 de Dezembro de 1983.
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quarta-feira, 15 de maio de 2013
Norema (1983)
"Componentes escandinavos" não é propriamente uma grande descrição de produto, mas este anúncio inclui um texto com as variadas vantagens dos Componentes escandinavos "Norema". Clique na foto para aumentar.
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Festival da Eurovisão 1983
por Paulo Neto
Esta semana decorre na Suécia o Festival da Eurovisão deste ano, no qual Portugal não participa por questões financeiras e pelas discussões governamentais quanto ao futuro da RTP, sobretudo uma então possível privatização. Mas segundo recentes notícias, o nosso país voltará em princípio ao certame em 2014.
Hoje em dia, o Festival da Eurovisão já não tem a relevância que teve outrora, mas por muito que se diga que já não é mais que um espectáculo ultrapassado de futilidades e bizarrias , certo é que 57 anos após a sua criação, o certame tem conseguido acompanhar a evolução dos tempos e ainda vai conseguindo boas audiências um pouco por toda a Europa (e não só!).
Tal como tinha prometido num tópico anterior, irei abordar aqui a edição de 1983, que muitos consideram a edição mais croma de sempre. Não me lembro desta edição (as minhas primeiras memórias eurovisivas remontam a 1984) mas os visionamentos no YouTube permitem-me afirmar que foi de facto o Festival da Eurovisão mais cromo de sempre.
A 28.ª edição do Festival da Eurovisão realizou-se a 23 de Abril de 1983 em Munique, no Rudi-Sedlemayer Halle, recinto onde se realizou o torneio de basquetebol dos Jogos Olímpicos de 1972. E pela primeira e única vez, à boa maneira das cerimónias de abertura dos Jogos Olímpicos, o espectáculo começou com todos os intérpretes dos vinte países concorrentes a subirem ao palco. Palco esse que, por si só, era bastante cromo, com um espaço algo estreito mas com um background metálico gigante dividido em quadrados que se iam acendendo e apagando ao longo das actuações, dando por vezes a sensação que os cantores estavam à frente de um grelhador gigante.
Outro cromo deste festival foi nada menos que a apresentadora, Marlene Charell, que parecia determinada em ser a estrela do espectáculo. Em vez dos habituais postais ilustrados ou clipes dos intérpretes, as introduções que antecederam a actuação de cada país limitavam-se a Charell a dizer em francês, inglês e alemão os títulos da canções e os nomes dos intérpretes, autores e compositores junto de uns arranjos florais que simbolizavam a bandeira de cada país (e muitos deles não eram lá muito bonitos, como se pode ver pelo de Israel e/ou pouco tinham a ver com o país, como o da Suécia).
Mesmo lendo aqueles cartões, Charell errou ao chamar Johannes Skorgan a Sigurd Jensen, o orquestrador da canção norueguesa (e chamou "Armendo" ao nosso Gama). Mas as calinadas da apresentadora foram sobretudo durante as votações. Insistindo em falar em três línguas, Marlene deu muitos erros trocando as palavras para "pontos" nos três idiomas e confundindo amiúdo "Schweiz" (Suíça) com "Schwenden" (Suécia) e vice-versa, o que fez com que pela primeira vez o espectáculo passasse a barreiras das três horas de duração. E como se tudo isto não bastasse, foi também a protagonista do número de bailado do intervalo entre as actuações e as votações.
Vinte países participaram na competição. As canções que desfilaram nesse ano alternavam entre o estilo clássico ou até demodée e um estilo pop e alegre característico da década de 80, com alguns países apostando em coreografias, cores garridas e até em elementos bizarros. Algo possibilitado por, pela primeira vez, terem sido utilizados microfones sem fios.
Na primeira categoria, encaixavam-se as canções de França, Itália, Suíça, Chipre, Grécia, Holanda, Alemanha e Portugal. Guy Bonnet, o representante francês já tinha representado o seu país em 1970 mas a canção que levou treze abis depois não era muito diferente. O italiano Riccardo Fogli cantou o seu amor por uma tal Lucia numa canção que tinha o seu quê de natalícia enquanto a suíça Mariella Farré recorreu também à língua italiana para dizer que não estava para romance furtivos. A holandesa Bernadette, vestida de amarelo-canário, pediu que lhe cantassem uma canção. Quem acompanha o Festival da Eurovisão, sabe que quase sempre as pátrias-irmãs de Grécia e Chipre se comprazem em trocar entre si os seus douze points; mas em 1983, o duo cipriota Stavros & Dina de guitarra na mão não convenceu os compadres gregos, sendo até hoje a única vez que Chipre não levou nenhum ponto da Grécia. Já a interpretação da grega Christina Stassinopolou mereceu o doze dos camaradas cipriotas. A canção do país anfitrião foi defendida pelos irmãos Hoffmann: enquanto o da carapinha ainda meteu uma gravata, o do bigode surgiu como se tivesse vindo de uma corrida de jogging. Como é sabido, foi nesse ano que Armando Gama nos deu uma balada e com ela, repetiu o 13.º lugar das Doce no ano transacto.
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| Guy Bonnet (França) |
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| Riccardo Foggli (Itália) |
| Mariella Farré (Suíça) |
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| Bernadette (Holanda) |
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| Stavros & Dina (Chipre) |
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| Christie Stanissopoulou (Grécia) |
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| Armando Gama (Portugal) |
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| Hoffmann & Hoffmann (Alemanha) |
As nações mais infelizes foram a Turquia e a Espanha, que viram as suas canções corridas a zeros. Os turcos pretendiam fazer uma homenagem à "Opera", mas pese a digna postura de Çetin Alp, os cantores do coro, todos mascarados, transformavam a canção numa cegarrega do Carnaval de Torres Vedras. Já quanto à canção espanhola, é tida como à frente do seu tempo, já que na altura as canções de recorte étnico não eram apreciadas no Festival e é possível que o canto flamenco de Remedios Amaya tenha sido entendido pelo resto da Europa como gemidos de dor. O facto de ela ter actuado com um vestido que parecia um lençol de um hotel de Benidorm e uma fita na cabeça também não deve ter ajudado.
Tal como a espanhola, as vocalistas do grupo Pas De Deux, o representante da Bélgica, também surgiram em palco descalças. Como se a canção, que soava quase descaradamante parecida com o "Whip it" dos Devo e com uma letra que consistia na repetição da mesma frase, já não fosse bizarra o suficiente, as duas moças juntaram uma coreografia onde balançavam incessantemente os braços.
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| Çetin Alp (Turquia) |
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| Pas De Deux (Bélgica) |
O Reino Unido e a Áustria tiveram as actuações mais coloridas. O trio Sweet Dreams defendeu as cores britânicas surgindo em palco como se tivessem saído de uma aula de aeróbica, com a coreografia a condizer. A morena do grupo, Carrie Grant, viria a ser uma das mais requisitadas professoras de canto (por exemplo, deu aulas de voz às Spice Girls). Igualmente supercoreografada e nada menos colorida foi a actuação austríaca do grupo Westend. Os seus trajes tinham uma amarelo tão vivo que deve ter deixado muitos espectadores com comichão na retina.
Bem alegres e animadas foram também as canções da Noruega e Dinamarca. Jahn Teigen representava a nação dos Fiordes pela terceira vez, levando uma canção com um travo infantil, com refrão a consistir nas notas musicais (tenho a ideia que ouvi uma versão portuguesa desta canção algures na minha infância mas não tenho a certeza). Da Dinamarca a actuação sexy da noite, pois Gry Johansen envergava um mini vestido cor de malva enquanto ia dançando e fazendo olhinhos para a câmara.
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| Sweet Dreams (Reino Unido) |
| Westend (Áustria) |
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| Jahn Teighen (Noruega) |
| Gry Johansen (Dinamarca) |
Outras duas actuações que deixaram a sua marca em Munique foram as da Finlândia e da Jugoslávia. Vestida com um vestido branco em forma de suspiro, a finlandesa Ami Aspelund deu um show em palco onde não faltou um menear lateral em palco e, tal como a dinamarquesa, uns olhares expressivos para a câmara. O montenegrino Danijel defendeu as cores jugoslavas com um animado canto tirolês em que professava o seu amor por uma Julie.
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| Ami Aspelund (Finlândia) |
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| Danijel (Jugoslávia) |
E este foi o top 3:
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| Carola Hagqvist (Suécia) |
Em terceiro lugar, a Suécia na voz da então adolescente Carola Hagqvist, que tinha chegado à Alemanha como a principal favorita. A sua canção, "Främling", ficou para a história como o single mais vendido de sempre na Suécia. Ficou-se pela medalha de bronze nesta edição, mas Carola viria a ganhar em 1991, tendo também participado em 2006.
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| Ofra Haza (Israel) |
Em segundo lugar, Israel. Acompanhada com um coro de cinco vozes e numa coreografia sincronizada (algo comum nas canções israelitas do Festival nos anos 80), Ofra Haza brilhou e conseguiu repetir o segundo lugar do ano anterior. Mais tarde, Ofra Haza teria uma consagrada carreira internacional, com o hit de 1988 "Im nin' alu" e colaborando com nomes como Sisters Of Mercy mas infelizmente viria a falecer em 2000, alegadamente de doença relacionada com o HIV. Curiosamente o título da sua canção, "Chai", significava "viva" em português.
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| Corinne Hermès (Luxemburgo) |
Mas nesta edição do Festival da Eurovisão, aplicou-se a máxima "os últimos são os primeiros" e a vitória sorriu ao Luxemburgo, o último país a actuar. A representar o grão-ducado, estava a parisiense Corinne Hermés (era hábito o Luxemburgo importar cantores de outros países para o certame) que venceu e convenceu com a sua interpretação da balada "Si la vie est un cadeau" que falava sobre um casal que vê o seu amor chegar ao fim, agravado pelo facto de não terem tido filhos. A canção luxemburguesa dominou as votações desde cedo e assim o Luxemburgo sumou a sua quinta vitória, a última até agora para o grão-ducado, que não participa no Festival desde 1993.
Festival da Eurovisão de 1983 na íntegra (comentários em inglês):
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Âncora (1983)
Marca omnipresente em retrosarias e cestas de costura, anúncio à marca de linhas de algodão "Âncora".
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domingo, 12 de maio de 2013
Moviflor - Campanha de Natal (1983)
Anúncio à grande Campanha de Natal "Moviflor" de 1983.
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sábado, 11 de maio de 2013
Centurions - Power Xtreme (1985-1987)
"Os Centuriões", em inglês "Centurions", com o subtitulo "Power Xtreme" foi mais uma série dirigida aos jovens rapazes carregados de testosterona, ansiosos por ver batalhas e explosões. E desejosos de comprar os brinquedos para poder reproduzir em casa essas mesmas batalhas épicas.
Esta série de ficção científica e acção teve 65 episódios, divididos por uma mini-série de 5 partes em 1985 e por 60 episódios entre 1986 e 1987. Foi produzida por Ruby-Spears (a mesma produtora da série animada da Academia de Policia, Scooby Doo, Plastic Man, Superman, Turbo Teen, etc) e animada pelo estúdio nipónico Sunrise (que desde os anos 70 animou êxitos como Gundam, Vision of Escaflowne, Cowboy Bebop, etc) famoso pela sua animação fluída e de qualidade. O responsável principal pelas histórias foi Ted Pedersen, e alguns dos conceitos e designs tiveram a mão de lendas da banda desenhada como Jack Kirby (co-creador do Capitão América) e Gil Kane (co-criador do moderno Lanterna Verde). Segundo o blog "Ainda Sou Do Tempo...", estreou em Portugal em 1990 na RTP2, na hora de almoço durante a semana. Eu podia jurar que era aos sábados de manhã, mas eu sei que a minha memória não é fiável e prefiro acreditar no Hugo.
Actualização: Entretanto consegui descobrir a data de estreia no nosso país: 5 de Abril de 1990, RTP-2, nas Quintas-feiras à tarde, no horário das 16:45; até 18 de Setembro de 1990, quando mudou para as Quartas-feiras ao meio-dia. Em 21 de Agosto de 1991 foram substituídos pela animação "2020 Polícia em acção" ("C.O.P.S."). Fonte: Diário de Lisboa, ABC Sevilha.
Actualização: Entretanto consegui descobrir a data de estreia no nosso país: 5 de Abril de 1990, RTP-2, nas Quintas-feiras à tarde, no horário das 16:45; até 18 de Setembro de 1990, quando mudou para as Quartas-feiras ao meio-dia. Em 21 de Agosto de 1991 foram substituídos pela animação "2020 Polícia em acção" ("C.O.P.S."). Fonte: Diário de Lisboa, ABC Sevilha.
Além da linha de brinquedos da Kenner, a DC Comics publicou quatro números de banda desenhada destes heróis.
Os “centuriões” do título são uma equipa de vários indivíduos heróicos, cada um com a sua especialidade, com a missão de derrotar os planos do malvado cyborg Doc Terror, que pretende conquistar o planeta Terra. Cada membro dos “The Centurions” enverga um exosqueleto/armadura (exo-frames) que pode ser apetrechada com os mais diversos equipamentos e armas (Assault Weapon System), teleportados a partir da sua base espacial, o Sky Vault (até hoje julgava que era Sky Bolt). Estes upgrades são activados ao exclamar “PowerXtreme!”. Aliás, o genérico da série, um dos meus favoritos da época, explica bem a premissa da série:
O tema do genérico e a restante banda sonora foi da autoria de Udi Harpaz (compositor de Turbo Teen, Dino-Raiders ou Mister T).
Os centuriões protagonistas desde o inicio da série são:
Max Ray – Líder da equipa e dono de um másculo bigode, era o especialista em tudo relacionado com o mar. Envergava o exosqueleto verde. O actor de voz foi Pat Fraley, o mesmo do Krang da série clássica das Tartarugas Ninja.
Jake Rockwell – Especialista em missões terrestres. O seu exosqueleto era amarelo, e era dono de um cão chamado Shadow (com armas que assustariam o Inspector Max). Tinha a voz do falecido actor e realizador Vince Edwards.
Ace McCloud – Se ainda não adivinharam, o garanhão Ace era o “ás” no ar e no espaço. Vestia o exo-frame azul. A sua voz foi providenciada por Neil Ross, que trabalhou em muitos cartoons da época como Transformers, Voltron, e foi a voz de Norman Osborn/Duende Verde na série animada do Spider-man dos anos 90.
Adoro o facto de o nome das personagens darem pistas para as suas “especialidades”, Max Ray (“Ray”=raia=peixe=mar), Jake Rockwell (“Rockwell”=rock=rocha=terra) e Ace McCloud (McCloud=cloud=nuvem=ar).
Além dos membros que mais tarde entraram para a equipa (Rex Charger e John Thunder. Sim, o primeiro era especialista em energia, e o John Thunder era um nativo americano, como se adivinhava pelo nome...), os Centurions contavam com a ajuda de Crystal Kane (voz de Diane Pershing, a Poison Ivy de várias séries animadas do Batman), a jovem mulher que fazia o suporte técnico e enviava o equipamento aos guerreiros Centurions para estes enfrentarem os robots do Doc Terror (Ron Feinberg, uma das vozes de Ming, O Impiedoso, dos Defensores da Terra). O obrigatório comic relief da série era a orongotanga Lucy, o animal de estimação de Crystal. Um “macaco” para fazer humor, que original! Mesmo pequeno nunca gostei de séries e filmes com mascotes engraçadinhas…
Nunca coloquei as minhas mãos nos action figures, mas isso não me impediu de usar fita cola e cartão para criar equipamento e colá-lo nos meus brinquedos. Como qualquer série que tem um gimmick, o ponto alto do episódio (exemplos como o Turbo boost do “O Justiceiro”, a transformação do “He-Man” ou do Aríete dos “Cavaleiros das Estrelas”) era quando os nossos heróis usavam o equipamento adequado à missão do episódio. Como fã de sci-fi, tentava nunca perder um episódio!
Revendo agora alguns vídeos no Youtube, as sequências em que os heróis são equipados fizeram-me lembrar as da "Sailor Moon", mas em macho, como as dos "Cavaleiros do Zodíaco"!
Revendo agora alguns vídeos no Youtube, as sequências em que os heróis são equipados fizeram-me lembrar as da "Sailor Moon", mas em macho, como as dos "Cavaleiros do Zodíaco"!
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sexta-feira, 10 de maio de 2013
Sufam (1983)
"Sufam", a dupla máquina portátil de lavar roupa e loiça. Ideal para quem quiser lavar as peúgas no mesmo sitio onde lava os pratos e talheres.
Publicidade retirada da revista Crónica Feminina nº 1411, de 8 de Dezembro de 1983.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Dikla & Curso de Guitarra (1983)
Hoje em dose dupla, dois pequenos anúncios da Crónica Feminina.
O primeiro, ao creme de tratamento para unhas "Dikla":
E para quem tiver boas unhas, nada melhor que aprender a tocar guitarra, com este curso "CCC" o Curso de Guitarra (Viola Clássica), que oferecia uma guitarra grátis. Clique na imagem para ver mais detalhes:
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quarta-feira, 8 de maio de 2013
VOG (1983)
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