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sábado, 27 de dezembro de 2025

Lego - 80 Anos




A LEGO criou uma curta-metragem ao estilo da Pixar, que ilustra a história dos 80 anos da LEGO:

sábado, 3 de dezembro de 2022

O Jogo do Stop e o Scattergories

Há dias eu apercebi-me que a última vez que joguei ao Stop foi em 2011: foi durante uma escapadinha de fim-de-semana prolongado entre amigos no Algarve. Não sei bem como é que nunca mais joguei este jogo nos últimos onze anos, basicamente nunca mais se proporcionou a ocasião por entre as vicissitudes da vida adulta e quando eu tinha vontade, não tinha com quem jogar. O que me entristeceu um pouco pois foi sempre um dos meus jogos preferidos da infância e adolescência, e que me lembro de jogar praticamente desde que aprendi a escrever. 



Certamente que todos os que estão a ler este texto conhecerão o Jogo do Stop pelo que não me vou demorar a explicar as regras básicas, ainda que muitas regras variassem consoante os grupos. Com a minha família e amigos, convencionou-se que a pontuação seria de 5 pontos para quem desse a mesma resposta válida numa das categorias, 10 pontos para respostas válidas diferentes e 20 pontos para quem tinha uma resposta numa categoria mas o(s) adversário(s) não tinha(m) qualquer resposta válida. Eu tinha o especial cuidado de clarificar o que era válido em cada categoria, perguntando por exemplo ao(s) meu(s) parceiro(s) de jogo se em "Cidades" só valiam cidades portuguesas ou se podiam ser incluídas cidades estrangeiras, ou até mesmo se tinham de ser mesmo cidades ou se podiam ser vilas ou aldeias. Também ocasionalmente eu tentava que o K, o W e o Y fossem incluídos no jogo, pelo menos no momento em que um dos jogadores recitava mentalmente o abecedário, mas por razões óbvias, era raro alguém aceitar essa sugestão. 

Com o tempo, fui aprendendo a utilizar algumas respostas fora do mais óbvio: por exemplo, Bolívia nos países com B quando os outros escreviam Brasil ou Bélgica, Covilhã nas cidades com C quando Coimbra era a reposta mais frequente ou Turquesa quando os outros se debatiam para achar cores com T. As minhas categorias preferidas eram os Países e os Nomes e as que gostava menos era as de Cores e de Frutos por não haver grande variedade de resposta. Por vezes, tentava convencer a mudar o nome de categoria para Comida, só para alargar as repostas para além da frutaria (mas não-raro, insistiam de que só podia ser frutos).

Claro que os momentos mais caricatos do jogo era quando alguém se afoitava a dar uma resposta fora de mão, na esperança que fosse validada. Isso era sobretudo frequente nas Cores, onde não faltava quem tentasse considerar Ferrugem, Ouro, Tabaco ou Malhado como cores, ou até inventassem nomes como Fumé (um primo meu alegava que viu essa "cor" numa embalagem de collants). Recordo ainda que certa vez outro primo meu insistiu que Palhavã deveria ser considerada como cidade! Eu próprio por vezes não conseguia convencer a aceitarem Cru como cor, embora eu visse esse tom de branco amiúde nos catálogos da La Redoute, ou que mesmo antes do colapso da União Soviética, havia outro país europeu começado por L que não Luxemburgo, embora na altura eu não soubesse pronunciar ou escrever correctamente Liechtenstein (dizia "Lichisten" ou algo que valha).  


Em 1988, o Jogo do Stop foi elevado a outro nível quando foi convertido num jogo de tabuleiro sob o nome Scattergories, comercializado pela MB (actual Hasbro). O jogo incluía folhas com as diferentes categorias que geralmente eram mais específicas que as do Jogo do Stop convencional (por exemplo, "raças de cães", "objetos metálicos") e espaços para escrever as respostas, pastas para esconder as folhas, um cronómetro e um dado com 20 das 26 letras do alfabeto. (Se não estou em erro, na versão portuguesa o dado não incluía as letras K, Q, W, X, Y e Z.)  



Em Portugal, o Scattergories foi lançado no mercado em 1992 e o anúncio depressa se tornou mítico. Nele o dono do jogo submete os seus amigos aos seus caprichos, como ameaçar ir-se embora com o jogo quando não leva a sua avante ou de obrigá-los a aceitar respostas mirabolantes. ("Sim, aceitamos barco." "Como animal aquático?"/"Um animal de companhia a começar por P? "Uma pulga!") 


Posteriormente, houve uma nova dobragem do anúncio com algumas alterações; por exemplo a voz feminina que dizia "É giro, giro, giro, giro!", diz agora "É tão divertido!"

O diálogo da versão portuguesa era praticamente decalcado da versão espanhola com a diferença que o animal de companhia começado por P era um "pulpo" (polvo) e não uma pulga.


 E já agora eis o anúncio original americano. 


(Cá para mim, que ninguém nos ouve, mais valia aquelas pessoas fazerem uma vaquinha para comprarem um jogo só para elas, em vez de ficarem refém dos caprichos do caixa-de-óculos.) 

Eu tive uma versão abreviada do Scattergories quando eu fiz uma coleção do Planeta Agostini com jogos de tabuleiro. Entretanto surgiram novas variantes, como uma versão em jogo de cartas ou em jogo de computador e online, bem como uma versão do Stop concebida e distribuída pela portuguesíssima Majora.
No entanto, pelo menos em Portugal, creio que o bom velho Stop a papel e caneta continua a ser mais popular. 


E vocês? Que memórias têm dos vossos jogos do Stop e/ou do Scattergories? Contem tudo nos comentários.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

A Minha Agenda RTP 1989







"Tal como a canção que me anuncia na televisão, aqui me tens: a tua Agenda para 1989! E estou feliz por estar contigo, por ir deliciar-te com ideias, jogos, testes, magias, receitas e actividades que tenho nas minhas belas páginas. Não esqueças: escreve nos locais apropriados as tuas recordações, o tempo que faz, o que gastas, os aniversários dos teus familiares e amigos, enfim, tudo aquilo que, um dia, te será grato recordar."
É assim, com meta--referências que começa a edição de 1989 de "A Minha Agenda RTP", um dos produtos ocupavam as listas de presentes de muita criançada dos anos 80. Ouvir na televisão cantarolar "A minha agenda, a minha agenda..." era outro dos sinais da proximidade do Natal.
Desconhece-se se a policia estaria envolvida caso algum dos pequenos escrevesse fora dos "locais apropriados".
Vamos então olhar uma selecção de páginas da "A Minha Agenda RTP 1989".
Podem também consultar neste link "A Minha Agenda RTP 1988".

Antes do calendário do primeiro mês de 1989, uma lista de "objectos e valores emprestados", sempre útil para não deixar passar esquecidos os caloteiros do grupo de amigos, escola ou famíla.
Instruções para construir um calendário em estilo relógio de ponteiro, fofinhos de lã, e uma tabela para apontar "o tempo" diário. O anterior dono desta agenda incorporou Anthímio de Azevedo apenas até ao dia 12 de Janeiro.
Teste de Segurança de Peões.

No final de cada mês, uma página para tentar tornar o jovem responsável com as despesas e receitas. Quantos possuidores deste número d'"A Minha Agenda" serão contabilistas por causa deste "mealheiro"?
 Depois da seriedade de gerir as finanças mensais, sugestões de partidas de Carnaval e truques de magia.

 Continuando a temática carnavalesca, instruções para fazer as próprias fantasias. Tenho recordações de ver fazer parecido a esse chapéu de feiticeiro, mas para fadas.

 Chegada a época pascal, a agenda sugere ovos da Páscoa e doce de aletria.

 Algumas dicas para criar um jardim miniatura.

Para quem estiver desinspirado, a Agenda sugere algumas mentiras para pregar no Dia das Mentiras. Na página seguinte, dois jogos para brincar em casa, nos tempos mortos ou férias. 



 Mais à frente, chegamos aos Santos Populares com dicas para construir um balão colorido. E no departamento de guloseimas, um apetitoso pudim de morango.

  

"Há mar e mar, há ir e voltar." o slogan que ouvimos vezes sem conta nos anos 80 para alertar à "segurança e civismo na praia."

 Ainda para aproveitar o bom tempo, ideias de jogos ao ar livre. E um segmento que eu teria adorado ver na época: instruções para criar um telescópio caseiro. Alguns anos depois segui intruções semelhantes, com materiais melhores e mais caros - até comprei uma lente numa óptica - e nunca consegui por o telescópio a funcionar como deve ser.
 Chegado o Outono, a agenda sugere coleccionar as folhas que caem, num herbário. Na página seguinte, um jogo para procurar "tesouros".

Perto do final do ano, a época preferida da criançada, Férias de Natal, e o Natal propriamente dito. A Agenda apresenta como fazer embrulhos para os presentes de Natal, biscoitos de Natal. E página dupla dedicada ornamentar a Festa de Natal:


Podem recordar neste link a "A Minha Agenda RTP 1988".

segunda-feira, 4 de março de 2019

Caretas de Borracha Fantoches de Dedos



Caretas de Borracha.
Quem teve? Ainda tenho uma em casa que sobreviveu à minha infância, uma cara de chimpanzé. Não me recordo se comprámos nalguma feira, loja dos 150 ou como brinde nalgum produto (Detergente? Não sei, tenho uma ligeira memória de...



Quem teve destas caretas/fantoches de dedos? Ainda tenho uma em casa que sobreviveu à minha infância, uma cara de chimpanzé. Infelizmente ainda não a consegui reencontrar para fotografar, mas era muito similar a estas que encontrei no Google: 



Não me recordo se foi comprada nalguma feira, loja dos 150 ou como brinde nalgum produto (Detergente? Não sei, tenho uma ligeira memória de vir dentro de qualquer caixa com pó…Ou então é só lembrança de uma das caixas de cartão de detergente que eu reciclava para guardar os brinquedos…) 

No verso destas caretas estavam uma série de orifícios/tubos redondos para colocar as pontas dos dedos e usar a pequenina cara como um fantoche, e durante o tempo que manipulávamos as expressões e boca da figura éramos como pequenas versões mini do mestre Jim Henson a manipular as suas criações dos Marretas ou da Rua Sésamo.
Estes modelos ainda são vendidos com o nome "Flexiface, Finger Puppets":

Quem ainda tem uma destas belezas pode fotografar e enviar as fotos para a  Enciclopédia!


Texto original, Tumblr [29/06/2017].





terça-feira, 13 de novembro de 2018

Feras Luminosas da Matutano




Houve uma altura em que Portugal foi invadido por feras. E de muitas espécies diferentes! O pais ficou cheio de elefantes, avestruzes, zebras, búfalos e leões! Mas não fugiram do Jardim Zoológico, foram libertadas dos pacotes das batatas-fritas e dos snacks Matutano. E tal como os fantasmas luminosos, esta colecção de pequenos autocolantes fluorescentes, "Feras Luminosas" brilhavam no escuro.

Mas contrário dos fantasmas anónimos, definidos pelas ocupações aparentes, as feras todas tinham nome, como o urso Piurso, a girafa Giraça, etc


Foto: Filipe Ramalho (Facebook).

Foto: Hugo Fernandes.



Foto: Catarina Baptista.


No verso das feras encontrávamos as "instruções" para as fazer brilhar no escuro:
"Chega a fera à luz por uns instantes e logo verás como brilha no escuro! Repete quantas vezes quiseres.
Colecciona as terríveis feras da Matutano! Há 30 diferentes, todas coloridas."



Os nomes de algumas das feras: Girafa Giraça, papagaio Louro, urso Piurso, tigre Tareco, leopardo Pintas, Xim-Pa-Zé, Lobo Maurício, Giboa, papa-formigas Pencas, Leónidas, Zé Brado, Sapudo, Búfalo Bill, abutre Píu-Píu, Caguinchas, Pascoalino, Trombinhas, Peixoto, Courato, Turbo-Lento, Raposódia, Omeleta, etc.

Muito obrigado aos leitores Hugo Fernandes, Catarina Baptista e Filipe Ramalho, que partilharam algumas fotos das suas feras.

domingo, 5 de agosto de 2018

KITT do Jardim Zoológico (1990)




Hoje ao ver uma reposição dos pequenos documentários "Bairros Populares de Lisboa", de 1990, reparei que no episódio "Sete Rios", no obrigatório excerto sobre o Jardim Zoológico de Lisboa, uma das diversões para os mais pequenos que foram mostradas, além das pistas de automóveis, carrosséis, foram estas pequenas diversões que trabalham com uma moeda e enquanto a criança se senta no interior se abanam ao som de uma música que invariavelmente se desgastava com o passar do tempo. Aqui na minha terra tínhamos direito a uma Abelha Maia pronta a ser montada por trocos à porta de um quiosque. Mas no Zoo os visitantes eram brindados com pelo menos um Batmobile do filme de 1989 e aquele que me chamou a atenção: uma réplica relativamente realista do famoso K.I.T.T. o fantástico bólide de Michael Knight, da série "O Justiceiro / Knight Rider" (1982-86).



Quando publiquei no Facebook da Enciclopédia o excerto com o vídeo do carro, o leitor David Lamy partilhou uma foto que encontrou na Net, com o interior da viatura, e acrescentou que: "Tinha pedais fazia sons quando acelerávamos era uma maravilha!"
Nota: Entretanto fui investigar e a foto é do interior de um carro na Finlândia, fabricado por Falgas.
Foto do Exterior:
Parece ser o mesmo modelo do "lisboeta".


Este documentário deve ter sido filmado mais ou menos na época que eu e a família fomos visitá-lo. Infelizmente já não devia ter idade e tamanho para entrar no KITT e imaginar que ia aplicar um Turbo-Boost á viatura dos bandidos.

segunda-feira, 30 de julho de 2018

Fantasmas Luminosos da Matutano



Estes "Fantasmas Luminosos", os fantasmas que brilham no escuro são um clássico brinde da Matutano que muitos recordam com saudade, além das raspadinhas, Pega-Monstros, os Dinossauros, as Caveiras Luminosas. E a fase de "coisas que brilham no escuro" foi tão grande, basta recordar o esqueleto de dinossauro do Planeta Agostini que brilha no escuro e obviamente outra colecção da Matutano, de mais autocolantes luminosos, mas com animais: "Feras Luminosas". Via-se disto colado em todo o lado, cadernos e livros escolares, janelas, etc. Acho os meus poucos sobreviventes desta colecção estão agarrados ás capas de livros, a assombrá-los há mais de duas décadas... Lembro-me de ficar fascinado a apreciar o brilho começar a desvanecer na escuridão...
Obrigado ao Hugo Fernandes que confirmou o nome de ambas colecções, "Fantasmas Luminosos" e "Feras Luminosas". Os fantasmas eram 30 diferentes para coleccionar e eram representações de fantasmas nas mais diversas actividades ou profissões: músico, garçom, cavaleiro, bombeiro, marrão, etc...
Foto: Catarina Baptista.

Foto: Catarina Baptista.

Foto: Catarina Baptista.

Foto: Hugo Fernandes.
Foto: Enciclopédia de Cromos.


Instruções no verso do cartão com o autocolante recortado:
"Chega o fantasma à luz por uns instantes e logo verás como brilha no escuro! Repete quantas vezes quiseres.

Colecciona os terríveis fantasmas da Matutano! Há 30 diferentes!"

Mais alguns exemplos:
Foto: Célia Nunes (Facebook).

Foto: Filipe Ramalho (Facebook).

Foto: O Sótão do Chico.

Os nossos agradecimentos a Catarina Baptista e Hugo Fernandes pelas fotos e informações.

quarta-feira, 7 de março de 2018

A Volta ao Mundo com Willy Fog - Colecção de Bonecos e Autocolantes

"A Volta ao Mundo com Willy Fog", a adaptação com animais antropomórficos do livro de Jules Verne "A Volta ao Mundo em 80 dias" é um daqueles desenhos animados clássicos incontornáveis para quem cresceu nos anos 80 (e que também tem sido redescoberto pelas novas gerações, em menor grau, obviamente). O sucesso da série - produzida pela espanhola BRB Internacional S.A. (Dartacão) e realizada pela japonesa Nippon Animation - obrigou á sua multiplicação por todo o tipo de produtos possíveis e imaginado. E esta colecção juntou 2 dos produtos obrigatórios para séries de sucesso: pequenos bonecos e autocolantes.

Estes bonecos são monocromáticos, isto é, são feitos de um plástico todo da mesma cor e era habitual o mesmo personagem surgir em várias cores. As fotos com que ilustro o post são do Luís Abreu, que adianta uma pequena curiosidade sobre esta colecção da Disvenda: "a caixa dizia que a colecção era de 20 bonecos mas na realidade, diferentes, só saíram 16."
Infelizmente não tenho comigo para fotografar os dois únicos bonecos desta colecção que tenho, a Princesa Romy e o vilão com o bastão que não recordo o nome.
A caixa indicava "Colecção de 20 bonecos e 50 autocolantes".
Cada saqueta, ou carteirinha, custava 10 escudos.

E falando em autocolantes, existiu uma caderneta de cromos com uma colecção de maior dimensão. Mas isso fica para outra volta...

Obrigado ao Luís Abreu pelas fotos da sua grande colecção!

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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Raspadinhas Matutano

Que flashback ao ver as fotos que Hugo Fernandes publicou no Facebook das raspadinhas dos pacotes de snacks Matutano! (podem ver parte da colecção dele no artigo "A história do português que é viciado em brindes da Matutano").

Raspadinha "Rota da Sorte", tinhamos que seguir as setas para encontrar o prémio nesta espécie de labirinto.


Raspadinha "Jogo da Moeda":



Nunca fui grande fã de jogatana, e hoje desespero com as filas de aficcionados das raspadinhas que fazem filas nos quiosques, mas lembro-me tão bem de raspar com moedas de 20 ou 10 escudos, e ver aparecer por exemplo, as setas que me fazem lembrar os códigos para desbloquear segredos ou batotices ou golpes secretos nos videojogos. Acho que o melhor prémio que ganhei neste tipo de raspadinhas foi ganhar outro pacote Matutano! E na mercearia perto de casa onde comprava quando saia Cheetos que não gostava trazia dos pequenos de batatas fritas!
Tenho na minha colecção algumas raspadinhas Star Wars, da época que saiu o "Episódio 1 - A Ameaça Fantasma", mais tarde posto as fotos no blogue.
Muito obrigado ao Hugo Fernandes pelas fotos!


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