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sábado, 27 de dezembro de 2025

Sport Billy - revista banda desenhada

Depois de ter publicado publicidade retirada delas, vamos dar uma olhada ás revistas de banda desenha "Sport Billy"

 e para quem perdeu números passados, podia encomendar os atrasados:

Anúncio retirado da revista "Sport Billy" Nº 9 (de 1982). Imagens editadas por Enciclopédia de Cromos. Créditos ao uploader original.

Como sempre, o leitor pode partilhar experiências, corrigir informações, ou deixar sugestões aqui nos comentários, ou no Facebook da Enciclopédia: "Enciclopédia de Cromos". Visite também o Tumblr: "Enciclopédia de Cromos - Tumblr".

Os 4 Jovens Tarta-Heróis Turtles Aventuras (1991)


"os tarta-heróis"?
1991?

No auge da "Tartaruga-Mania", a edição portuguesa das Teenage Mutant Ninja Turles Adventures, da editora Archie. Os primeiros números adaptaram os primeiros episódios da série animada, mas depois o rumo das histórias mudou, com novos personagens, e plots preocupados com a defesa dos animais e ambiente. Tal como as tartarugas da série animada, estes heróis são uma versão muito suavizada e mais "familiar" das violentas Tartarugas originais (...)

Segundo a base de dados do Mistério Juvenil,  foram publicado 54 números, entre Maio de 1991 e Setembro 1992, pela TV Guia Editora. Não me recordo se completei a colecção ( que nos EUA teve XXXXXX números), mas tive umas boas dezenas destas revistas, que tinham um formato e tamanho pouco vulgar: 19,5 cm largura e 30 cm de altura, segundo o BD Portugal.info. A minha colecção foi infleizmente danificada por água, e creio que foi toda para o lixo.

Fonte: Leilões.pt
Mais capas portuguesas:


OS 4 JOVENS TARTA-HEROIS TELE BD

http://tmnt.wikia.com/wiki/Teenage_Mutant_Ninja_Turtles_Adventures

http://en.wikipedia.org/wiki/Teenage_Mutant_Ninja_Turtles_Adventures

http://aveiro.coisas.com/para_venda/livros_e_revistas/os-4-jovens-tarta-herois-47-fasciculos-turtles/4198342/

http://www.bdportugal.info/Comics/Col/extra/TVGuia_Turtles/col.html

sábado, 20 de fevereiro de 2021

Supergrilo (1976)

 


Pertencente ao tal lote de revistas nacionais de banda desenhada que desconhecia até tropeçar nelas nalgum site de vendas online. O mesmo site tem a indicação de a publicação ser em preto e branco, com 50 páginas, com dimensões 26,5x18,5cm, da Portugal Press e distribuído pela Agência Portuguesa de Revista.

O preço de capa era 20 escudos, como podem ver nas capas abaixo, ilustradas pelo grande Carlos Alberto Santos:



A mascote da revista Supergrilo era um...grilo vestido de super-homem genérico com o chapéu com pena.

Mas não era um grilo qualquer, era o grilo do jornal juvenil "O Grilo":


Aliás, este Supergrilo estava indicado nos créditos como "suplemento do Jornal O Grilo", mas dos 10 números prometidos só consegui encontrar informação de dois, os primeiros. Mais detalhes no excelente "BD Portugal Info":"Supergrilo".




domingo, 20 de outubro de 2019

Watchmen (1986)





Em Setembro de 1986 começou a ser publicada uma das histórias em banda desenhada que mudou a nona arte: a maxi-série em 12 partes "Watchmen". Os seus criadores, Alan Moore e Dave Gibbons, na prosa e arte, respectivamente. Pessoalmente só tomei conhecimento com a obra através da Internet, onde graças aos scans piratas em meados dos anos 2000 pude conhecer histórias do calibre de "The Dark Knight Returns", "Batman: A Piada Mortal", ou "V de Vingança", entre outras que entretanto já consegui comprar, em várias edições vintage ou contemporâneas. A minha primeira "Watchmen" em formato físico foi um encadernado brasileiro de 1989 que comprei numa loja de livros antigos em Quarteira, com esta capa jeitosa:



Este cromo adapta o meu texto de 2009 "Watchmen - Graphic Novel", por isso as ilustrações têm apenas imagens da banda desenhada comparada com as do filme desse ano. Obviamente, SPOILERS para quem ainda não leu esta obra de arte, viu o filme ou a série da HBO que estreia em 2019.

As 12 capas da série limitada original.
Watchmen passa-se nos E.U.A. de um mundo muito semelhante ao nosso, com uma diferença crucial: na primeira metade do século XX surgiram os primeiros vigilantes mascarados, super-heróis que combatiam o crime em uniformes coloridos. Da reunião de vários heróis nasce o primeiro super-grupo, os Minutemen. Depois de vários êxitos, escândalos e um impacto gigantesco na sociedade contemporânea, o grupo é desmantelado. Só anos mais tarde, a nova geração de heróis, inspirada pelos seus antecessores, se reúne para salvar o mundo. Assim nasceram os Watchmen. Na maioria, homens e mulheres sem poderes, que com treino, armas ou engenhocas combatiam os malfeitores. Mas a desconfiança do público e o surgimento de Dr. Manhathan - o primeiro ser super-humano - levaram a que o governo americano banisse as actividades dos vigilantes. Os E.U.A. ganharam no Vietname mas a Guerra Fria continuou, com a ameaça de uma guerra nuclear global eminente e omnipresente.

Sinopse:
A narração de Watchmen começa em 1985, com o assassinato do Comediante, um antigo membro dos Minutemen e dos Watchmen. O psicótico Rorshack, outro antigo Watchmen, investiga o caso, tentando desmontar o que ele acredita ser uma conspiração para eliminar antigos heróis mascarados. Entra em contacto com os ex-colegas, tentando levá-los a actuar. Só depois de um ataque á vida de Ozymandias e do auto-exílio do Dr. Manhattan, Nite Owl II e Silk Spectre II unem-se a Rorshack para desvendar quem é o assassino do Comediante, e que segredos este descobriu antes de morrer.


Os personagens principais:





Rorschach

Baseado no herói Questão. Usa uma máscara especial com padrões em movimento, que para ele é a sua verdadeira cara. Depois de uma infância problemática, dirigiu a sua raiva contra os bandidos, tornando-se cada vez mais violento. Depois de descobrir a morte do Comediante, tenta alertar os antigos companheiros para uma misteriosa conspiração. Paranóico e inflexível, Rorschach acredita firmemente que os culpados têm que ser punidos.





Dr. Manhattan

Baseado no herói Capitão Átomo, o único super-humano do planeta nasceu de um acidente de laboratório nos anos 50. Depois de ser desintegrado conseguiu recriar um corpo humanóide, azul e com poderes extraordinários que lhe permitem manipular a energia e a matéria. Apelidado de deus e super-homem americano, Dr. Manhattan venceu a guerra do Vietname e trabalha em experiências cientificas. A sua percepção diferente do Mundo leva a que se distancie cada vez mais da Humanidade.





Nite Owl II

Baseado nos heróis Besouro Azul e Batman, é um inventor abastado que criou engenhocas relacionadas com corujas (incluindo uma nave) para combater os criminosos. Durante algum tempo fez equipa com Rorschach. Depois da proibição dos vigilantes, Daniel perdeu a motivação, está em baixo de forma e leva uma vida solitária e tristonha. Mas depois da visita de Silk Spectre II e do seu regresso á activa, tudo vai mudar.





Silk Spectre II

Filha da Silk Spectre original, Laurie leva uma vida monótona ao lado do Dr. Manhattan. Este parece ter perdido o interesse por ela e pelo resto do planeta, e depois de uma discussão Laurie abandona-o e visita Nite Owl II, lembrando antigas memórias e recuperando a excitação do tempo em combatiam o crime nas ruas. Personagem inspirada nas heroínas Nightshade e Phantom Lady.





Ozymandias

Adrian Veidt, é – alegadamente – o homem mais inteligente do mundo. Dono de uma fortuna imensa, representa o ideal da perfeição humana de corpo e mente. O seu ídolo é Alexandre, O Grande o mítico conquistador da história antiga. Veidt há muitos anos que revelou a sua identidade ao público tornando-se numa celebridade.





Comediante

Baseado no herói Pacificador (mas fisicamente parecido a Nick Fury da Marvel Comics) Edward Blake foi integrante, quando jovem, dos Minutemen. Extremamente agressivo e sádico, tentou violar a Silk Spectre original e fez muitos trabalhos sujos para o governo americano. Afiança que tudo é uma piada, mas é o seu brutal assassinato que despoleta toda a história de Watchmen. Quem teria motivos para matar o Comediante?


A Graphic Novel
Watchmen nasceu da vontade de usar heróis da antiga editora Charlton, entretanto comprada pela DC Comics (a editora de Super-Homem, Batman, etc), mas com o objectivo de criar uma sátira ao género das BDs de Super-heróis. Mas como a DC tinha mais planos para esses personagens, eles foram usados apenas como base para criar outros especialmente para a maxi-série Watchmen, editada originalmente em 12 números entre 1986 e 1987. O polémico Alan Moore foi o escritor por detrás de uma história totalmente contra-corrente para a época em que a maioria das pessoas ainda encarava a banda desenhada como simples bonecadas para as crianças. Os super-heróis de Alan Moore não são certinhos, cometem erros e influenciam a sociedade que os rodeia (ao contrários dos super-herois tradicionais, em cujas aventuras uma cidade é destruída e no próximo número já está recuperada e sem consequências de qualquer tipo, por exemplo). Imaginem por um segundo, o que mudaria no nosso mundo actual se surgisse o Super-Homem, quase um deus. Como reagiriam os políticos, as corporações, os oportunistas, os religiosos, as pessoas comuns? Além disso, a história tem conteúdos violentos e sexuais bem explícitos. Aborda ainda a homossexualidade entre heróis, a paranóia com os comunistas e a Guerra Fria, a ameaça nuclear e outros temas importantes, e as suas consequências na opinião pública. O estilo de desenho de David Gibbons, pouco super-heróico, mas realista e cheio de detalhes em cada quadradinho ajudou a criar um mundo credível para os personagens de Alan Moore, em páginas recheadas de duplos sentidos, símbolos e referências da cultura pop. Rapidamente a obra tornou-se um objecto de culto e admiração, tanto por leitores como pela crítica. Em 1988 ganhou um prémio Hugo, em 2005 a revista Times colocou Watchmen na lista das “100 maiores novelas de língua inglesa de 1923 ao presente”. Junto com obras como “The Dark Knight Returns”, ajudou a mudar a forma como se contam histórias através da nona arte.


Uma breve comparação de alguns dos mais icónicos painéis recriados na versão de Zack Snyder em 2009: "Watchmen BD Vs Filme".


Texto adaptado de "Watchmen - Graphic Novel" [Cine31 - Março 2009].


sexta-feira, 17 de novembro de 2017

A Morte do Super-Homem (1993)


17 de Novembro de 1993. Uma das raras datas em História Ficcional que transborda para o Mundo real. Neste caso até teve honras de figurar em noticiários e imprensa não especializada na 9ª arte: "A Morte do Super-Homem". Nesse dia a editora DC Comics lançou a revista "Superman" Nº 75, o culminar do arco iniciado em Dezembro de 1992 na edição "Superman: The Man Of Steel" Nº 18, que apresentou aos leitores a criatura que iria ser o carrasco do Último Filho de Krypton: o monstruoso "Doomsday", baptizado em "português" como "Apocalypse".
Além das revistas do Homem de Aço, as consequências do seu desaparecimento refletiram-se em diversos outros títulos, e até contribuiram para tornar um dos heróis fundadores da Liga da Justiça num temível vilão.
A sinopse é simples: um misterioso ser escapa de um subterrâneo e começa a espalhar destruição e mortes no caminho para Metropolis. Os heróis da Liga da Justiça são rapida e brutalmente derrotados e só o Super-Homem consegue fazer frente á criatura que está cada vez mais forte.


Num golpe final, junto ao Planeta Diário e na frente de Lois Lane, Jimmy Olsen o Homem de Aço derrota Doomday mas não resiste aos ferimentos e perde a vida.


Conta-se que originalmente o destaque seria o casamento de Lois Lane e Clark Kent, mas que a história foi adiada para sair na mesma época que o casal iria atar o nó na série "Lois & Clark". Na lista de criadores desde evento inédito até á epoca encontramos os nomes Mike Carlin, Dan Jurgens, Roger Stern, Louise Simonson, Jerry Ordway e Karl Kesel.
Como vemos nesta reportagem da época, a morte do Super-Homem não foi uma surpresa para quem acompanhava as suas aventuras na banda desenhada.

Curiosamente, a morte do Super-homem é comparada á morte do J.R. em "Dallas", que por influência da reacção negativa do público foi "ressuscitado". 
Outros segmento de noticias, que inclui declarações da "noiva" do herói caído:


Tenho a memória de também ter visto a notícia num dos telejornais da RTP ou SIC, apesar de já ter lido antes num jornal ou revista. Imagino que para os leitores mais novos ou mais envolvidos a morte deste idolo terá sido um trauma como anos antes foram as mortes de Chanquete e do David O Gnomo...Podia ser lido como uma lição de vida, que nada dura para sempre, nem o poderoso Super-Homem, o primeiro super-herói e uma das figuras mais reconhecidas mundialmente. Podia fazer refletir sobre a mortalidade do ser humano. Pelos menos durante uns meses, até o Super regressar com uma guedelha e um fato preto, e confirmar que na banda desenhada nínguém fica morto muito tempo...tirando o Tio Ben, Gwen Stacy e o Capitão Marvel.
Claro que depois da "morte", houve o funeral, a viagem pelo outro-mundo, o aparecimento de 4 super-homens e obviamente o regresso do verdadeiro.
Vamos ver as capas das edições portuguesas:
"A Morte do Super-Homem".
 "Funeral para um amigo"
 "Super-Homem Além da Morte"
 "O Regresso do Super-Homem"

Devido ao habitual atraso entre as revistas publicadas nos Estados Unidos e as edições brasileiras da Editora Abril e o atraso entre a sua edição em Portugal, só em 1995 tivemos a possibilidade de ler a história em português deste lado do Atlântico, que foi agrupada em vários volumes. No final dos anos 90 até comprei a novelização, um grande calhamaço que encontrei no El Corte Ingles de Madrid, em espanhol, obviamente.
Todas as imagens deste artigo foram retiradas das revistas da minha colecção pessoal. O estado delas até não é grande coisa, devido á grande quantidade de vezes que reli este verdadeiro evento da banda desenhada.


Este arco foi adaptado no filme animado "Superman: Doomsday" (2007) e em imagem real nos filmes "Batman V Superman" (2016) e "Liga da Justiça" (2017).
Recomendo um artigo de 2014 com uma entrevista ao escritor e desenhador de "Superman nº 75": Dan Jurgens: "Throwback Thursdays: Dan Jurgens Remembers The Death Of Superman | ComicBook.Com", um nome importante desta e das fases seguintes da história do Super-Homem. E também aconselho este artigo de 2016: "Superman Died 24 Years Ago Today".
Infelizmente, quase 11 anos depois, o verdadeiro Super-Homem morreu na vida real, com o falecimento do actor Christopher Reeve que deu vida ao Homem de Aço em quatro filmes.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Revista Tio Patinhas (1987)

Publicidade de finais dos anos 80 á revista mensal de histórias em quadradinhos do "Tio Patinhas", o pato milionário mais forreta do Mundo. Segundo a base de dados "Comics BD Portugal" a revista esteve em negócio entre 1985 e 2006.
Com o Tio Patinhas em pose de maestro o anúncio faz uma descrição do modus operandi de Patinhas: "Sempre que tu abres esta revista o Tio Patinhas fecha um negócio. E aí começam as gargalhadas! Ás vezes são as minas de diamantes, outras são os poços de petróleo, depois a rede de hóteis, as centenas de Fábricas e, o que é mais engraçado, há sempre o Pato Donald a trabalhar a um escudo por hora. É um esbanjamento!"
Não sei como esta rectórica super-capitalista do Tio Patinhas resistiu ao 25 de Abril e ao PREC. 


Imagem Digitalizada da revista "Mickey" Nº 114 (Dezembro 1987 ou Janeiro 1988) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Revista Pato Donald (1987)

Publicidade á revista de banda desenhada "Pato Donald", protagonizada pelo próprio... Pato Donald. Esta revista foi publicada ao longo de várias fases entre 1981 e 1992, segundo a base de dados "Comics BD Portugal".
"Todo o dia é dia de ler a revista do Pato Donald". "O 'Quac' mais engraçado do mundo."
O sobrinho Huguinho acrescenta: "Os quadradinhos da revista do Pato Donald são tão engraçados, tão divertidos, que uma coisa é certa: dá vontade de ler todos os dias."



Imagem Digitalizada da revista "Mickey" Nº 114 (Dezembro 1987 ou Janeiro 1988) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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domingo, 29 de outubro de 2017

Disney Especial 36 (1987)



Publicidade à colectânea de banda desenhada Disney Especial Nº 36, com o tema "História e Glória da Dinastia Pato.". O preço indicado na capa deste "super especial" com 224 páginas era 300$00. Podem ver mais detalhes do conteúdo na inestimável base de dados "Comics BD Portugal": "Disney Especial Nº 36" (29-12-1987).

Imagem Digitalizada da revista "Mickey" Nº 114 (Dezembro 1987 ou Janeiro 1988) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pateta & Companhia (1985)

Publicidade de 1985 à revista mensal "Pateta & Companhia", com 64 páginas e 90$00 de preço de capa.


Imagem Digitalizada da revista "As Melhores Histórias" Nº 7 (9 Agosto 1985) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Disney Especialíssimo (1991)


Com o mesmo número de páginas do "Show Disney", o "Disney Especialíssimo" saia em meses intercalados com o mesmo "Show Disney", pela módica quantia de 700$00. Gosto do slogan "É de partir o côco a rir!".

Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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terça-feira, 29 de agosto de 2017

Show Disney (1991)


Ainda maior que o Hiper Disney, Show Disney, com 384 páginas.

Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Hiper Disney (1991)



Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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sábado, 26 de agosto de 2017

Disney Aventura (1991)



Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Revistas Disney (1991)




Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Revistas do Pato Donald (1991)


 "Achas isto divertido? Não me faças rir... Tens de ler as Revistas do Pato Donald para saberes o que é mesmo divertido! Quack, Quack, Quack."

Imagem Digitalizada da revista "Edição Extra" Nº 23 (24/09/1991) e Editada por Enciclopédia de Cromos.

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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

O Caminho das Estrelas 12 (1978)



Esta colecção da Agência Portuguesa de Revistas, com 35 números previstos na capa do verso, era a versão portuguesa da  edições norte-americanas da Gold Key (que perdeu a licença para a Marvel no inicio dos anos 80) das bandas desenhadas da clássica série em imagem real "O Caminho das Estrelas" ("Star Trek: The Original Series", estreou nos EUA a 8 de Setembro de 1966, até ao cancelamento em 1969). A maioria das 61 histórias tinha roteiros originais (e incongruências) em relação ao episódios da série de TV original. O número 12 que hoje nos ocupa é a tradução do número 16 da colecção americana, "Day Of the Inquisitors", história de 1972, literalmente traduzida para "O Dia dos Inquisidores", aquelas figuras simpáticas da história do fanatismo religioso.
Compare as capas:

A edição nacional acrescentou um planeta gigante no céu, decerto para garantir aos leitores que era uma BD do "Caminho das Estrelas" e não do "Príncipe Valente".
Mas, ao folhear o interior, mais surpresas: a versão yankee era colorida, enquanto a portuguesa era apresentada num glorioso...preto e branco.

Mas quando esta revista de 1978 me veio parar ás mãos - lá para os anos 90, no alfarrabista local - um dos aspectos que mais me chamou a atenção foi esta revista da velhinha Star Trek incluir publicidade para produtos derivados de êxitos de final dos anos 70: as adaptações a banda desenhada dos filmes "Encontros Imediatos do Terceiro Grau" e "A Guerra das Estrelas".
Creio que anteriormente a ter adquirido esta revista, já fazia parte da minha colecção o álbum gigante número 2 d'"A Guerra das Estrelas" (Star Wars).
No verso, a capa do número seguinte, o 13, "Choques Emocionais" ("The Brain Shockers", o número 11).


Como disse acima, além do conteúdo das revistas em si - uma aventura em que a tripulação clássica da Enterprise fica prisioneira num planeta com uma sociedade muito similar à Idade Média terrestre - o que mais me chamou a atenção foram algumas das publicidades. Podem consultar mais no álbum no Facebook da Enciclopédia de Cromos: "O Caminho das Estrelas 12 (1978) APR".
Vejam também as restantes capas, sinopses e descrições nos sites:


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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

O Fantasma


O Fantasma [The Phantom], "O Espírito que Anda", o herói criado em 1936 por Lee Falk [Leon Harrison Gross (1911-1999)], foi adaptado a diversos meios áudio-visuais, desde serials, a séries animadas e um filme em 1996. O Fantasma foi o primeiro herói da BD a usar um uniforme justo ao corpo, e a máscara sem pupilas, que se tornaram padrão em aventuras dos super-heróis posteriores. Desde o século XVI, o manto do Fantasma passa de pai para filho, alimentando a lenda que diz que o Fantasma é imortal. É recorrente ver no inicio das histórias a origem do Fantasma:
Um resumo eficaz! Há quatrocentos anos um navio mercante é atacado pelos piratas Singh. O único sobrevivente deu à costa e depois de recuperado jurou sobre o crânio do assassino do seu pai devotar a "vida à destruição de todas as formas de pirataria, ganância e crueldade. Os meus filhos, e os filhos dos meus filhos seguirão". E a lenda nasceu, com o seu traje roxo (ás vezes vermelho ou azul, conforme o país onde foi editado), o par de pistolas e o anel com a marca da caveira que os criminosos não podem apagar da pele. O Fantasma contemporâneo - o 21º da linhagem - e protagonista da maioria das histórias é Kit Walker - tal como os seus antepassados - e na luta contra o mal dispõe de imensos recursos materiais e humanos, que gere a partir da Caverna da Caveira na selva de Bengalla. Além do cavalo Herói, o Fantasma tem um lobo de estimação com o sugestivo nome de Diabo (Capeto para os brasileiros) que muitas vezes o acompanha até quando viaja incógnito com uma gabardine, chapéu e óculos de sol sobre o uniforme. E como um herói não pode viver isolado para sempre, depois de um longo noivado, casou numa tira dominical de 1977 com a bela Diana Palmer, amiga de infância. O casal tem dois filhos, Kit e Heloise.
Mais detalhes sobre a personagem, na Wikipedia: "O Fantasma".

Como fã de aventuras, e deste personagem em particular, considero urgente um reboot cinematográfico, depois do recente naufrágio televisivo [trailer].
Vamos entretanto fazer uma breve retrospectiva sobre o percurso do Fantasma no cinema e televisão, que começou a carreira em 17 de Fevereiro de 1936 nas tiras de jornais ( publicadas até hoje):


The Phantom (1943) - Serial em 15 partes, protagonizado por Tom Tyler. Uma sequela foi filmada em 1955, com outro elenco, mas devido aos direitos do personagem terem expirado, "Return of the Phantom" foi transformado em "The Adventures of Captain Africa". Disponível no Youtube. Parte 1.


The Phantom (1961) - Desta série de TV apenas o episódio piloto foi filmado, mas nem sequer foi exibido. O Fantasma foi interpretado por Roger Creed. O episódio está disponível no Youtube: Parte 1 e Parte 2.


Kızıl Maske (1968) - Protagonizado por  Ismet Erten. Filme turco não autorizado. [no Youtbe: video com a música do Batman???]


Kızıl Maske (1968) - Protagonizado por Irfan Atasoy. Filme turco não autorizado. Filme no Youtube (completo).


Kızıl Maske'nin Intikamı (1971) - Filme turco não autorizado.


Defenders of the Earth (1986-1987) - [intro] - Série animada clássica dos "anos cromos", o 27º  Fantasma (Peter Mark Richman) fazia parte de uma equipa de heróis que defendiam o planeta: Mandrake (também criado por Lee Falk) e Flash Gordon, que tal como o Fantasma são personagens da editora King Features.


Phantom 2040 (1994 - 1996) - [intro 1] [intro 2] - Outra série animada, relata as aventuras do 24º Fantasma (voz de Scott Valentine), ambientadas no ano 2040. Andou pela TVI em 1996.


The Phantom (1996) - [trailer] - Protagonizada por Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones, esta versão live action não se saiu bem na bilheteira, tal como os anteriores The Rocketeer (1991) e The Shadow (1994), também adaptações de aventuras pulp ambientadas na primeira metade do séc. XX.


The Phantom (2009)[trailer] - Uma mini-série em duas partes protagonizada por Ryan Carnes  no papel do 22º Fantasma, ambientada no inicio do século XXI.

Existe um projecto para recomeçar a saga no cinema, intitulado "The Phantom Legacy". A nível de documentários temos: "The Phantom: Comic strip crusader" (1996), "History of the Phantom" (2008) e "Making of The Phantom", de 1996, um especial da HBO para promover o filme com Billy Zane.
Além disso, o Fantasma já apareceu em diversos cameos e paródias em animações e séries de humor, vários musicais, videojogos, e até teve direito a uma atracção interactiva num zoo suíço, a "Fantomenland", entre 1986 e 2010.




Como mencionei acima, o Fantasma - que já foi dos heróis mais conhecidos a nível mundial - iniciou o seu reinado nas tiras de jornais com a história "The Singh Brotherhood". Lembro-me bem de acompanhar as aventuras do 21º Fantasma nas páginas do "Correio da Manhã" comprado por um irmão da minha mãe. Mas também há abundância de histórias do fantasma fora do formato tira, tanto em novelas como em revistas de banda desenhada. Neste ultimo meio, a personagem passou por várias editoras - e artistas - ao longo das décadas, incluindo Ace Comics, Harvey Comics, Gold Key, King Comics, Charlon Comics, DC Comics, Marvel Comics, Moonstone, Dynamite Entertainment e Hermes Press. Tudo isto apenas nos Estados Unidos.
No nosso pais tivemos acesso a boa dose das aventuras do Espírito-Que-Anda tanto em material editado nacionalmente como importado do Brasil. Aliás, foi graças às edições da Globo dos anos 80/90 que conheci melhor o herói.

 Mas nos últimos anos fui encontrando em feiras de velharias alguns números de colecções mais antigas, mencionadas no parágrafo seguinte:
"Em Portugal O Fantasma surgiu nas páginas de O Pirilau (número 34, de 33 de junho de 1940), reaparecendo na Coleção Condor (número 18, de 1952), mas também em Condor Popular, Ciclone, Coleção Tigre, Seleções, Mundo de Aventuras, Jornal do Cuto (1972), O Grilo, O Fantasma e Heróis Inesquecíveis (1997-1998), sem esquecer a publicação em tiras diárias no Correio da Manhã nos anos 90 do século XX" in Infopedia.


Claro que ao longo de tantos anos, uma imensidão de merchandising foi sendo colocada à venda, incluindo os inevitáveis action figures, como esta da fase animada "Defenders of the Earth":

Há alguns anos aventurei-me a criar a minha própria figura customizada, mas infelizmente não consegui completar a cabeça, e o Fantasma ainda jaz decapitado algures numa caixa escura da arrecadação...

Queremos saber: temos leitores fãs do "Fantasma", o "Espírito-Que-Anda"? Comentem!

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Deixo em seguida uma amostra das capas da minha colecção revistas de banda desenhada portuguesa e brasileira do "Fantasma":
Fantasma Nº 4 Hiquafi-Editora

Fantasma Extra Nº 4 Globo

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Mundo de Aventuras 1217

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Selecções edição Mundo de Aventuras 29

Selecções edição Mundo de Aventuras 82

Selecções edição Mundo de Aventuras 107

Selecções edição Mundo de Aventuras 136

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