por Paulo Neto
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sábado, 4 de setembro de 2021
Sledge Hammer! - O Ás Da Polícia (1986-88)
quarta-feira, 1 de setembro de 2021
Capitão Power e os Soldados do Futuro (1987-88)
- Episódio 1 - 26 de Março de 1988
- Episódio 2 - 2 de Abril de 1988
- Episódio 3 - 9 de Abril de 1988
- Episódio 4 - 16 de Abril de 1988
- Episódio 5 - 23 de Abril de 1988
- Episódio 6 - 30 de Abril de 1988
- Episódio 7 - 7 de Maio de 1988
- Episódio 8 - 14 de Maio de 1988
- Episódio 9 - 21 de Maio de 1988
- Episódio 10 - 28 de Maio de 1988
- Episódio 11 - 4 de Junho de 1988
- Episódio 12 - 11 de Junho de 1988
- Episódio 13 - 18 de Junho de 1988
- Episódio 14 - 25 de Junho de 1988
- Episódio 15 - 2 de Julho de 1988
- Episódio 16 - 9 de Julho de 1988
Canções da Rua Sésamo - Cassete (1990)
O Paulo Neto já escreveu na enciclopédia sobre a icónica versão portuguesa da "Rua Sésamo (1989-96)" e em mais detalhe sobre as "Canções da Rua Sésamo". Eu 1989, do alto dos meus 10 anos de idade eu já achava a Rua Sésamo muito infantil, e acabei por assistir mais vezes ás repetições, geralmente na parte da tarde, enquanto aguardava por outras séries e desenhos animados. E apesar de não ser fã hardcore havia lá muito material de qualidade, como a Alexandra Lencastre e os sketches e canções de que ainda recordo excertos tantos anos depois.
E claro, que não ia deixar passar a oportunidade de agarrar numa feira de velharias a cassete áudio que nos ocupa hoje:
"Canções da Rua Sésamo". Em som Estéreo.
Na capa frontal, os icónicos Poupas e Ferrão num recanto da rua mais famosa do planeta. E na dobra traseira, a listagem dos 31 temas que foram espremidos na cassete. Lançado em 1990, já enverga o logotipo com as cores da segunda temporada.
Os arranjos foram da autoria do histórico Ramon Galarza, que também tratou de compor a maioria das canções do álbum.
A lista das faixas:
FACE A:
- Tema "Rua Sesamo".
- Passear a pé.
- Formas de escrever.
- O Telefone.
- O Hospital.
- Lá vão eles.
- Atravessar a rua.
- Paragens.
- Luminárias.
- Mar, Maré e Poesia.
- Esta Rua é divertida.
- Ferrão Fadista 1ª Parte.
- Ferrão Fadista 2ª Parte.
- Só eu.
- Parabéns.
- Os cinco.
FACE B:
- Quando eu.
- O zangão 1ª Parte.
- O zangão 2ª Parte.
- Teatro de Janela - O cinco.
- De fio a pavio.
- O passeio.
- O combóio dos R's.
- Rádio Disparate 1ª Parte.
- Rádio Disparate 2ª Parte.
- Canção do Zé Maria.
- Notas só.
- Dez-Zero.
- Os gatos lavam os dentes.
- Indo eu.
- Os gatos lavam os dentes (reprise).
Vindo de uma marca tão grande, se vendeu o álbum em cassete, naturalmente vendeu o disco de vinil homónimo, com o mesmo número de faixas da versão em fita (ou melhor dito, a cassete consegui ter o mesmo número de faixas do vinil). A Wikipédia afirma que um total de 4 volumes de "Canções da Rua Sésamo" foram publicados em CD, Vinil e cassete.
ACTUALIZAÇÃO: O canal do YouTube Máquina Do Tempo postou um vídeo com todas as canções deste disco.
quinta-feira, 26 de agosto de 2021
O Diário Da Princesa (2001)
por Paulo Neto
Desde pequenos que nos contaram histórias sobre príncipes e princesas, e decerto que todos nós já imaginámos como seria pertencer à realeza e como tal viver uma vida com o respectivo fausto. Isto apesar da realidade também nos ter apresentado histórias sobre a realeza um pouco por todo o mundo que nos confirmam que um título monárquico e fortuna a condizer não são sinónimos de felicidade.
Seja como for, histórias sobre realeza dão sempre pano para mangas e em 2001, surgiu um filme com a chancela da Disney sobre a premissa de uma adolescente comum que de repente descobre que é uma princesa. "O Diário Da Princesa" foi dirigido por Garry Marshall (para sempre recordado como o realizador de "Pretty Woman"), baseado no romance jovem-adulto de Meg Cabot publicado no ano anterior, com Anne Hathaway e Julie Andrews nos principais papéis. Whitney Houston foi um dos três nomes na lista de produtores.
Amelia Mignonette Thermopolis (Hathaway), ou simplesmente Mia, é uma adolescente que vive com a sua mãe Helen (Caroline Goodall), uma artista plástica, e o seu gato Fat Louie numa estação de bombeiros abandonada em São Francisco. Mia frequenta um colégio particular onde os seus únicos amigos são a excêntrica Lily Moscovitz (Heather Matarazzo) e o irmão dela, Michael (Robert Schwartzman), que toca numa banda. Devido ao seu aspecto nerd e à sua timidez, Mia é semiexcluída pelos outros alunos do colégio, passando despercebida aos olhos de Josh Bryant (Erik von Detten), por quem tem um fraquinho, e sofrendo bullying por parte da arrogante Lana Thomas (Mandy Moore), a namorada de Josh.
Mas quando tudo parece perdido, Mia acabará por demonstrar que afinal tem a coragem e a nobreza para subir a um trono, e pelo caminho, descobre que é de Michael que ela realmente gosta.
Do elenco ainda fizeram parte Sandra Oh como a Vice-Directora Gupta, Sean O'Bryan como o professor de Inglês de Mia que se interessa por Helen e Patrick Flueger, um colega de Mia e Lily com talento para truques de magia. Gerald Hathaway, pai de Anne na vida real, fez de Philippe em fotos e flashback. É um filme bem simpático que cumpre plenamente a sua função de entreter.
domingo, 8 de agosto de 2021
Transformers O Filme (1986)
Desde que os robots brinquedos japoneses que se convertiam em carros, aviões ou objectos do quotidiano, foram americanizados unidos sob a marca "Transformers" nasceu um sucesso nos brinquedos, na banda desenhada, na série animada e todo o merchandising que correu o mundo. E se a série animada era basicamente meia-hora de reclames às novas figuras (a seguir o exemplo de "He-Man e os Masters do Universo" e aproveitando o relaxe das leis que protegiam os menores de publicidade) o passo lógico seguinte seria a invasão das salas de cinema; uma táctica que o os "Masters do Universo" (1987) tentariam no ano seguinte, mas em imagem real. E portanto, a 8 de Agosto de 1986 , "Transformers: The Movie" e os robots gigantes de Cybertron aterravam nos cinemas americanos e traumatizaram uma geração de jovens fãs dos robots em disfarce. Porquê? Porque para apresentar aos consumidores as novas personagens que podiam ir pedir aos pais para comprar nas lojas, decidiram fazer espaço e massacrar os queridos personagens que tão bem conheciam da série de TV. O filme era obviamente mais violento que a série e robots protagonistas como Ironhide, Ratchet ou Prowl foram despachados impiedosamente pelos lacaios do maléfico Megatron. Mas o maior choque veio mais à frente quando no duelo final entre Megatron e Optimus Prime, o heróico líder dos Autobots é assassinado à traição. Imagino a quantidade de crianças a chorar nos cinemas. Mais tarde, Optimus voltaria à vida na série, mas a inocência já estava perdida. O filme além de introduzir um ror de novos personagens, mais ou menos carismáticos, contava com um elenco de estrelas que eclipsaram, pelo menos nos créditos iniciais, os tradicionais artistas de voz da série. Entre eles, O próprio Sr. Spock, Leonard Nimoy como Galvatron, a reformatação de Megatron, criado pelo vilão da fita, o planeta mecânico Unicron, com a voz do lendário Orson Welles. A qualidade da animação é bastante superior à feita para televisão, e outro elemento de destaque na película é a sua banda sonora com canções rock e metal e as faixas instrumentais com sintetizadores de Vince DiCola. Continuam a ser clássicos a versão do tema de abertura pela banda Lion ou os clássicos "The Touch" e "Dare" por Stan Bush. E também o "Weird Al" Yankovic e o seu "Dare to be stupid".
Rápida sinopse:
É o longínquo ano de 2005, Cybertron foi conquistado pelos Decepticons e os Autobots estão em modo guerrilha de resistência. Uma emboscada na Terra reduz ainda mais o número de Autobots que perdem o seu líder. E as coisas só pioram com a chegada do gigantesco planeta "Unicron", o devorador de planetas a caminho de Cybertron.
O trailer:
No topo do artigo, imagens da edição portuguesa de "Transformers O Filme" em DVD - "falado em português" (pormenor que não reparei quando a comprei em promoção no Pingo Doce há bem mais de uma década). Tenho também algumas versões em VHS que não tenho de momento a jeito para fotografar. É um filme que conhecia de nome, mas só assisti já adulto e apesar de mudar alguns elementos se pudesse, é bastante entretido e com momentos excelentes. No entanto para quem como eu não viu o filme e quando a terceira temporada estreou com montes de robots novos e o Rodimus Prime como o recém entronado líder dos Autobots, ficou um bocado confuso...
A descrição e mote da edição de 2005 da Prisvideo em DVD:
"Para além do bem.
Para além do mal.
Para além da tua imaginação.
Durante os anos 80 uma série de animação dominou os céus e a era dos robots...os Transformers.
Este filme de animação retrara na sua plenitude a luta do bem [Autobots] contra o mal [Decepticons].
Os Autobots tem que estar sempre preparados para salvar o planeta da máxima entidade do mal que é Unicron, ao mesmo tempo que têm que estar preparados para os constantes ataques do Decepticons.
As aventuras nunca param num clima estonteante que nos prende ao ecrã do primeiro ao último minuto."
Era Uma Vez… (1987)
por Paulo Neto
Muita história se contou nos espaços da programação infantil da RTP nos anos 80: ele foi o mítico "Uma História Ao Fim Do Dia" e seus sucedâneos, ele foi o "Ora Agora Conto Eu", ele foi aquele programa em que à medida que uma voz off narrava uma história, alguém ia desenhando as diversas cenas no ecrã, ele foram vários outros programas, incluindo este "Era Uma Vez…"
Conduzida pela actriz Lurdes Norberto, esta série recreava várias histórias infantis interpretadas por um grupo de catorze alunos a quem ela dava aulas na Escola de Teatro do Centro Cultural de Benfica. Segundo o sempre imprescindível site "Brinca Brincando", "Era Uma Vez…" foi originalmente exibido entre 14 de Outubro a 30 Dezembro de 1987 às quartas-feiras no espaço "Brinca Brincando" e reposto entre 1988 e 1989 aos fins-de-semana (estou em crer que foi aí que vi) e novamente em 1990 durante a semana.
A cada episódio, Lurdes Norberto narrava a história enquanto os jovens alunos representavam de acordo com os textos de Noémia Rocha. Além disso havia ainda um convidado musical que musicava as letras de Maria Alberta Méneres para a história correspondente. Além das canções para o segundo episódio, Carlos Alberto Moniz cantou também o tema do genérico (onde podiam ser vistas as suas filhas Lúcia e Sara, então bem petizas).
Estes foram os episódios:
Pelo que pude rever do programa, era mais um caso de um programa onde o entusiasmo e a dedicação dos envolvidos compensava a falta de meios. Lurdes Norberto era da mesma opinião, declarando à TV Guia que foi "um excelente trabalho, agradável, alegre...", apesar de algumas dificuldades e improvisos, como por exemplo no facto da jovem protagonista da história do Coelhinho Branco ter de interpretar a personagem sem fato.
Eu recordo-me ainda do gag recorrente da série em que a jovem actriz volta e meia expressava a sua impaciência por representarem "A Branca De Neve", já que seria o seu momento de brilhar no papel da personagem titular. Como não podia deixar de ser, esse foi o último episódio (onde em vez de ser beijada pelo Príncipe, este simplesmente retira o pedaço de maçã que lhe entalava a boca), terminando tudo com a pequena actriz a exclamar "Ai, como é bom ser Branca De Neve!".
Infelizmente os créditos do programa não indicavam os nomes dos jovens actores, pelo que não dá para saber como se chamava a aspirante a Branca De Neve ou os outros colegas. Se alguém sabe ou se alguns deste actores (que actualmente devem estar já na casa dos quarenta!) estiver a ler este texto, por favor queiram ter a amabilidade de nos contar como foi participar neste programa nos comentários ou no Facebook da Enciclopédia de Cromos.
"Era Uma Vez…" está disponível no portal de arquivos da RTP.
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
Fernanda Ribeiro campeã olímpica (1996)
por Paulo Neto
Portugal levou a sua maior comitiva de sempre até hoje com 106 atletas, incluindo uma equipa de futebol que incluía nomes como Nuno Gomes, Rui Jorge, Emílio Peixe, Daniel Kenedy, Calado, Dani, Beto, Costinha e Nuno Espírito Santo, marcando a primeira presença portuguesa num torneio olímpico de futebol desde 1928. Portugal acabaria por ficar em quarto lugar perdendo no jogo para o bronze contra o Brasil com uns humilhantes 5-0. A medalha esteve também muito perto na estreia do vólei de praia com a dupla Miguel Maia e João Brenha no quarto lugar. Entre outros resultados de relevo, houve o sexto lugar de Carla Sacramento nos 1500m e os sétimos lugares de Manuela Machado na maratona e de João Rodrigues na classe da vela Mistral.
Porém, persistia a pressão mediática pelas medalhas que teimavam em não chegar e a poucos dias da cerimónia do encerramento, já se temia que, tal como em Barcelona quatro anos antes, Portugal saísse de Atlanta com as mãos a abanar. Até que no dia 1 de Agosto, Hugo Rocha e Nuno Barreto garantiram a medalha de bronze na vela (categoria 470), a primeira medalha olímpica para Portugal nesta modalidade desde 1960. Mas seria o dia seguinte a trazer um dos mais gloriosos momentos olímpicos de Portugal.
Maria Fernanda de Oliveira Ribeiro nasceu aos 23 dias de Junho de 1969 em Penafiel, crescendo na localidade de Novelas. Desde cedo revelou grande talento para as corridas e aos onze anos, surpreendeu tudo e todos numa corrida na Nazaré onde foi segunda apenas atrás de Rosa Mota. Quando aí lhe perguntaram se ela queria ser como Rosa Mota e Aurora Cunha, respondeu categórica: "Quero ser melhor que elas." Os seus primeiros Jogos Olímpicos foram logo os de Seul em 1988, ano em que se sagrou vice-campeã mundial júnior. Por lá e por Barcelona 1992, o seu desempenho foi discreto.
E no dia de cerimónia de abertura dos Jogos de Atlanta, foi ela que encabeçou a entrada dos atletas lusos no estádio levando a bandeira de Portugal. Para os Jogos Olímpicos, Fernanda prescindiu dos 5000m, devido à lesão e ao calendário, preferindo focar-se nos 10000m. No dia 2 de Agosto de 1996, Fernanda Ribeiro foi uma das vinte atletas presentes em pista para a final dos 10000m. Também presentes estavam adversárias de peso, como as etíopes Gete Wami e Derartu Tulu, esta campeã dos Jogos de Barcelona 1992, as quenianas Tegla Laroupe e Sally Barsosio (que tinha sido medalhada de bronze dos Mundiais de 1993 com 14 anos!) e sobretudo, a chinesa Wang Junxia.
Wang foi uma das chinesas que desde 1992 esmagaram os recordes mundiais nas provas do fundo e meio-fundo, treinadas de forma ditatorial por Junren Ma, cujos métodos iam de castigos corporais a refeições de sopas de sangue de tartaruga e ensopado de cão. Em 1995, as atletas de Ma, fartas dos maus-tratos e não receberem os prémios monetários conquistados, revoltaram-se e deixaram-no, regressando à obscuridade. Apenas Wang Junxia, que em 1993 se tornou a primeira mulher a correr os 10000m em menos de 30 minutos, continuou sob a orientação de um novo treinador. Em Atlanta, Wang venceu os 5000m e apesar de apenas cinco dias de diferença entre as duas provas, apostava em fazer a dobradinha.
A irlandesa Catherina McKiernan tomou as despesas iniciais da prova, marcando o ritmo nos quatro quilómetros iniciais. Quando o passo abrandou a meio da prova, Fernanda Ribeiro e a espanhola Julia Vaquero decidiram ir para a frente e manter o ritmo rápido. Aos 600m do fim, Wang Junxia arrancou para a frente e chegou a ter uma vantagem de vinte metros sobre Fernanda. Na recta de meta, quando parecia que a portuguesa iria no máximo garantir a medalha de prata, Fernanda Ribeiro desferiu um formidável sprint à chinesa e cruzou a meta em primeiro lugar, num tempo de 31 minutos, 1 segundo e 63 centésimos, novo recorde olímpico. Wang ficou com a prata e Gete Wami da Etiópia com a de bronze.
![]() |
| Fernanda Ribeiro entre Gete Wami e Wang Junxia |
E o que foi de Wang Junxia após os Jogos Olímpicos? Em 1998, o governo chinês finalmente lhe entregou o Mercedes que ela tinha ganho como prémio da sua vitória nos Mundiais de cinco anos antes e em 2008, soube-se que vivia com o seu marido no estado americano do Colorado. Desde 2012, têm surgido documentos que alegadamente comprovam que afinal além do sangue de tartaruga e do ensopado de cão, Junren Ma obrigava as suas pupilas a tomarem substâncias menos "naturais"…
Já Fernanda Ribeiro continuou a somar medalhas em grandes competições e nos Jogos Olímpicos de 2000 em Sydney, ainda conseguiu a medalha de bronze, com aliás um tempo mais rápido do que aquele com que fora campeã olímpica quatro anos antes. Ainda correu nos Jogos de 2004 em Atenas e no seu último ano de competição em 2010, ainda foi terceira na meia-maratona de Lisboa.
Thundercats (1985-88)
Na programação do jornal "Comarca de Arganil" está referenciado como "Thunder Cats":
O vídeo do genérico e a música ainda me arrepiam a espinha…
Entre outros elementos da minha colecção pessoal de Thundercats, aprecio bastante estes pequenos PVCs que comprei na França:
Um pequeno documentário com a história da criação dos Super Gatos, Thundercats:












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