sábado, 2 de maio de 2015

Blossom (1990-1995)

por Paulo Neto

Na página do Facebook da Enciclopédia de Cromos, existe uma rubrica promovida pelo David José Martins chamada "Antes e Depois", onde se comparam fotos de estrelas dos anos 70, 80 e 90, no auge da sua fama e na actualidade. Uma delas é dedicada à actriz Mayim Bialik.



Mayim (que quer dizer "água" em hebraico) Bialik nasceu em San Diego a 12 de Dezembro de 1975. Actualmente é conhecida pela sua participação em "A Teoria do Big Bang", interpretando a Dra. Amy Farrah Fowler, uma desconcertante neurocientista (profissão que Bialik também exerce a par da representação), um papel que já lhe valeu três nomeações para os Emmys.





Mas a carreira de actriz de Mayim Bialik vem desde a sua pré-adolescência, onde se revelou um jovem prodígio. Foi revelada em 1988 com o filme "Eternamente Amigas", no qual interpretou a personagem de Bette Midler em jovem. (De referir que este foi neste filme que Bette Midler interpretou o seu maior hit musical "Wind Beneath My Wings"). Fez também participações em série como "A Bela e o Monstro", "O Menino Doutor" e "Murphy Brown", bem como no videoclip "Liberian Girl" de Michael Jackson. Recordo-me sobretudo da sua participação em três episódios de "MacGyver" no papel de Lisa Woodman, a problemática filha de um milionário. 



Mas o maior êxito da carreira júnior de Mayim Bialik foi sem dúvida a sitcom "Blossom", exibida nos Estados Unidos em cinco temporadas entre 1990 e 1995. Em Portugal, a série estreou na RTP em 1993 aos domingos à tarde, onde foram exibidas as duas primeiras temporadas. Posteriormente, as restantes temporadas foram exibidas em diversos horários. 

Mayim Bialik interpretava a personagem-título, Blossom Russo, uma adolescente que se depara com o divórcio dos pais, o abandono do lar por parte da mãe, o facto de ser a única mulher da casa, sozinha com o pai e os dois irmãos, e os problemas com a excessiva autoridade que o pai passa a exercer sobre ela. Uma história que podia ser melodramática, se não fosse contada com humor.


Após a partida da ex-mulher Maddy (Melissa Manchester) que decide perseguir o seu sonho de ser cantora, Nick Russo (Ted Wass) deixa a sua vida como músico sempre em digressão por um emprego mais fixo para tomar conta dos três filhos. O facto de no passado o filho mais velho Anthony (Michael Stoyanov) ter tido problemas com álcool e drogas na adolescência faz com que Nick seja sobreprotector e demasiado conservador na educação dos dois filhos mais novos. No início da série, Anthony refez a sua vida, trabalhando numa loja de donuts e estudando para ser paramédico. 
Ao contrário do resto da família, o filho do meio Joey (Joey Lawrence) não prima muito pela inteligência, fazendo-se valer dos seus talentos desportivos e do seu palmo de cara para conseguir o que quer. Ficou famosa a sua expressão: "Whoa!"


Vivendo no meio de três homens, Blossom encontra conforto feminino sobretudo na melhor amiga Six Lemeure (Jenna van Öy).  Oriunda de uma família desestruturada, Six vê os Russo como a sua verdadeira família e é costume Nick tratá-la como se fosse sua filha. Six tem um recorrente fraquinho por Joey e destaca-se por falar demasiado rápido em momentos de stress. 


Ao longo de toda a série, Blossom vai enfrentando os problemas típicos da adolescência, aprendendo importantes lições de vida através das suas vivências e as da sua família e amigos. Também mantém um namoro intermitente com Vinnie Bonitardi (David Lascher).

De entre outras personagens da série há a destacar Buzz (Barnard Hughes), o desbocado avô de Blossom e sogro de Nick, que vive com os Russo durante algum tempo, Rhonda (Portia Dawson) uma coelhinha da Playboy que namora com Anthony, antes deste se casar com Shelly (Samaria Graham) de quem tem um filho, Carol (Finola Hughes) que se casa com Nick e por quem Blossom leva algum tempo a aceitar como madrasta e Sharon (Gail Edwards), a mãe de Six que tem bastante semelhanças com a filha. 

A série também tinha uma manobra recorrente em que, em sequências imaginárias, Blossom recebe conselhos de figuras públicas como Mr. T, ALF, Will Smith e Hugh Hefner. O estilo da personagem principal também ajudaram ao estatuto de culto da série, com muitas adolescentes americanas a imitarem o estilo de Blossom, sobretudo os chapéus que ela usava amiúde.



O sucesso da série também transformou Joey Lawrence num ídolo adolescente. Lawrence tentou capitalizar a fama para uma tentativa de carreira como actor tendo lançado uns quantos singles em 1993. Mais recentemente protagonizou a série "Melissa & Joey", com Melissa Joan Hart (a quem originalmente foi oferecido o papel de Six em "Blossom"). Já Michael Stoyanov foi um dos esbirros do Joker em "O Cavaleiro das Trevas" (2008).

Genérico 1.ª temporada:




Genérico 2.ª temporada:


Genérico 3.ª e 4.ª temporada:



Joey Lawrence "I Can't Help Myself"



sexta-feira, 1 de maio de 2015

EuroSubbuteo 80 (1980)


Algum dia hei-de de fazer um cromo sobre o "Subbuteo", mas, primeiro tenho que perceber bem como se joga. Futebol nunca foi o meu forte, mesmo nas versões para jogar com os dedos e uma espécie de caricas com jogadores em cima. Se os meus olhos não me falham, o membro sénior da ilustração é o lendário Eusébio*, entretido a a jogar com dois petizes, num pequeno estádio que tem até postes de iluminação. Ainda hoje existem campeonatos de futebol de mesa, e este anúncio dizia "treina-te para o próximo campeonato". 
"Depois de realizado o Campeonato Nacional os nossos três representantes no campeonato de Europa de Subbuteo jogam o futebol de mesa como os campeões de futebol a sério em Roma. Sê como eles compra as tuas equipas nacionais ou europeias e <> o campeonato de Europa para a tua casa."


* Podem ver mais duas imagens de Eusébio e Subbuteo no blog Red Pass: [aqui] e [aqui]


Publicidade retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 3, de 1980. 
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segunda-feira, 27 de abril de 2015

Custódio Cardoso Pereira - Guitarras clássicas Keller


Percebo nicles de instrumentos musicais, mas gosto do aspecto tradicional destas guitarras clássicas Keller fabricadas pela firma Custódio Cardoso Pereira, nas variantes Infante e Almeria.

Publicidade retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 28, de 1982. 
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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Spril Sports (1982)



"Spril Sports", "a loja dos campeões".
Um discurso publicitário dirigido aos mais jovens, como o tenista da foto: "Veste o equipamento de campeão e faz desporto. Um lindo fato de treino, calção, camisola, meias e um saco, tudo isto pode ser teu!", pela módica quantia de 2300$00.

Publicidade retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 28, de 1982. 
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terça-feira, 21 de abril de 2015

Anúncios de Alcina Lameiras (1996)

por Paulo Neto

Hoje em dia há muitos protestos por causa de tantos programas das estações generalistas conterem o apelo aos telespectadores para ligarem para um número de telefone começado por 760 e, em tempos de crise, gastarem 60 cêntimos mais IVA em cada chamada por uma vaga hipótese de ganharem uma quantia em dinheiro em cartão de débito ou barras de ouro. 
Nos anos 90 porém a situação era decididamente outra, pelo que foi nesta década que surgiram no nosso país as chamadas de valor acrescentado. Se bem se lembram, inicialmente estas requeriam o indicativo 506 para Lisboa e Porto e 0670 para o resto do país e mais tarde uniformizou-se o indicativo 0641 para todo o país. Mesmo gastando mais de 200 escudos (1 euro) por minuto, foram muitos os portugueses que não se fizeram rogados em digitar (ou quiçá ainda discar) esses números. Eram três os serviços mais comuns oferecidos através dessas linhas: os de concursos (foi através dessas chamadas que eu ganhei alguns prémios, incluindo uma Super Nintendo, como já referi, e uma assinatura trimestral da revista Super Jovem), os das linhas eróticas (quem não se recorda do famoso bordão "Me liga, vai!"?) e as linhas esotéricas, através das quais muitos quiseram saber o que os astros ou as cartas de tarot lhes reservavam. 
Alguns nomes conhecidos do panorama esotérico nacional aderiram estes serviços como Paulo Cardoso, Maya, o senhor do Oráculo de Bellini cujo nome não me recordo e o ex-coreógrafo dos Onda Choc António Miguens (que também entrou na telenovela "Palavras Cruzadas" no papel de Miguel).


E houve também uma senhora que entrou para o imaginário nacional graças aos seus anúncios no período áureo das chamadas 0641. Tudo graças aos seu apelo: "Não negue à partida uma ciência que não conhece". O seu nome: Alcina Lameiras.




O meu agradecimento mais uma vez ao canal do YouTube Lusitania TV por divulgar na internet esta pérola da publicidade de 1996. Filmada naquele que parece ser o seu consultório, Alcina Lameiras convidava-nos a ligar para a sua linha de tarot, afirmando que nos queria ajudar a encontrar a felicidade e que através da sua experiência, podia tornar a nossa vida num verdadeiro sucesso. Tudo isto pela módica quantia mínima divulgada em rodapé de 371$62 (cerca de 1,85 euros), a 202 escudos por minuto. Apesar de toda a sua retórica ao longo do anúncio, bastou a primeira frase para que Alcina Lameiras se tornasse um ícone do esoterismo 0641.

Recordo-me também que havia outro anúncio de Alcina Lameiras, mas este ainda não encontrei na internet. Nesse anúncio, Alcina Lameiras surgia de minissaia sentada numa cadeira diante de um cenário estrelado e de uma roda astrológica, promovendo a sua linha de astrologia. Mais uma vez, Alcina afirmava convictamente que através da sua linha astrológica, especializada em compatibilidade amorosa dos signos, "os casados poderão melhorar a sua relação e os 'livres' encontrar o seu par ideal". 
Também me recordo de que Alcina Lameiras, no auge da sua fama, chegou a ser convidada para alguns programas de televisão como por exemplo, numa das emissões da Volta a Portugal (cuja cobertura na altura pertencia à SIC), creio que para dizer quem os astros indicavam que seria o ciclista vencedor.

Contudo, passado o seu breve período de fama, nunca mais se ouviu falar de Alcina Lameiras e hoje nem sei se a senhora ainda é viva. Quero pensar que sim, que continua activa nas suas consultas de tarot e astrologia no mesmíssimo consultório onde foi filmado o anúncio e que um dia fará um glorioso comeback apresentado na televisão um programa de tele-esoterismo, semelhante àquele da D. Maria Helena na SIC ou o daquelas senhoras nas altas horas da TVI. Seja como for, para sempre deixou o bordão "Não negue à partida uma ciência que não conhece" para eternidade.    

  
        

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Coolio "Gangsta's Paradise" (1995)

por Paulo Neto

Existem filmes que tornaram certas canções em clássicos, mas por vezes o inverso também acontece e é por causa de uma canção que alguns filmes ainda são bem recordados. É o caso de "Mentes Perigosas" de 1995, realizado por John N. Smith e produzido por Jerry Bruckheimer, com Michelle Pfeiffer no papel de uma ex-marine que recorre a métodos de ensino pouco convencionais para captar a atenção de uma turma de alunos problemáticos de uma zona pobre e racialmente segregada de Los Angeles. Apesar de más críticas, "Mentes Perigosas" tornou-se um êxito de bilheteira, inspirando mesmo um filme-paródia "High School High - Mentes Pirosas" em 1997 com Jon Lovitz e uma efémera série televisiva. 




Contudo arriscaria dizer que "Mentes Perigosas" continua a ser lembrado sobretudo por incluir na banda sonora um dos temas que marcaram os anos 90, "Gangsta's Paradise" de Coolio.


Nascido Artis Ivey Jr, a 1 de Agosto de 1963 em Compton, California, Coolio iniciou a sua carreira como rapper em 1987, notabilizando-se pela sua abordagem mais humorística e menos pesada à temática violenta do sub-género gangsta rap



"Gangsta's Paradise" foi o primeiro single do seu segundo álbum, do mesmo título, e é basicamente uma recuperação do tema de 1976 "Pastime Paradise" de Stevie Wonder. Consta que Stevie Wonder só aprovou que a canção fosse usada depois de Coolio alterar a letra para que esta não contivesse palavrões. O impacto dos acordes do sample e do coro gospel, a mensagem da letra sobre um jovem que lamenta ter enveredado pela vida de gangsta e o forte refrão cantado pelo cantor L.V. (que viria a gravar a sua própria versão do tema em 1996), não só encaixava no espírito do filme como atingiu outros públicos para além dos fãs do rap.
"Gangsta's Paradise" foi n.º1 dos tops em praticamente todos os países e só nos Estados Unidos, Reino Unido e Alemanha o single vendeu cinco milhões de cópias, tornando-se um dos singles mais vendidos de sempre e vencido um Grammy.

Coolio capitalizou no sucesso do tema, somando outros hits do álbum como "Too Hot" e "1,2,3,4 (Sumpin' New)". Também interpretou temas para bandas sonoras de outros filmes como "C U When U Get There" do filme "Nada a Perder" e fez parte de um colectivo all-star de rappers (com LL Cool J, Busta Rhymes, Method Man, B-Real) para o tema "Hit'em High (Monstars Anthem)" de "Space Jam".

Embora desde então nunca mais alcançou semelhantes níveis de sucesso, Coolio continua a ter uma carreira activa. Em 2009, aquando da sua participação na versão britânica do "Big Brother Famosos", "Gangsta's Paradise" voltou a entrar no top britânico. Também teve uma paródia do incontornável Weird Al Yankovic, intitulada "Amish Paradise".

Videoclip:


Weird Al Yankovic "Amish Paradise"


Trailer "Mentes Perigosas"







 

domingo, 19 de abril de 2015

Humbrol (1980)

Tintas e parafernália de pintura "Humbrol", "um espectáculo de côr".


Publicidade retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 8, de 1980. 
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quarta-feira, 15 de abril de 2015

"Diário de um Adolescente com a Mania da Saúde" (1990)

por Paulo Neto

Eu nunca li nada da famosa saga de Adrian Mole e muito menos vi a respectiva série (porque como já referi aqui algumas vezes, vivi os doze primeiros anos da minha vida virtualmente sem RTP2). No entanto, houve outro adolescente igualmente neurótico e socialmente desastrado que se tornou um dos meus heróis da adolescência. O seu nome era Pedro Dores, protagonista do livro "Diário de um Adolescente com a Mania da Saúde", que recebi dos meus pais como presente do meu 12.º aniversário.

A versão original do livro data de 1986, sob o título "Diary of a Teenage Health Freak" e foi escrito por Aidan McFarlane e Ann McPherson, dois renomeados psiquiatras britânicos que se notabilizaram pelo seu trabalho com adolescentes. A edição portuguesa surgiu em 1990 pela editora Europa-América, traduzida pelo conhecido pedopsiquiatra Mário Cordeiro, amigo dos autores originais. Mais do que uma simples tradução, o Dr. Mário Cordeiro optou por fazer uma adaptação para a realidade portuguesa. Por isso, em vez do very british Peter Payne da versão original, a edição portuguesa narra as desventuras de Pedro Dores, um jovem tipicamente português de 14 anos que vive em Lisboa com os seus pais, as suas irmãs Cristina e Susana e o cão Tejo. 

Tudo começa numa aula de Biologia, quando Pedro argumenta um hipotético problema cardíaco para não fazer a aula de Educação Física, ao que a professora reage dizendo-lhe que ele sofre de hipocondríase. Não sabendo o que quer dizer esse termo, ele recorre a um Dicionário Médico para descobrir que basicamente quer dizer a mania de ter doenças. A partir daí, sempre que confrontado com alguma questão de saúde, Pedro recorre ao Dicionário Médico para tirar dúvidas e ao seu diário para documentar as suas descobertas. Além disso, ao longo de um ano, o diário será um fiel confidente de Pedro sobre todas as suas aventuras e desventuras: o primeiro cigarro, a primeira bebedeira, um acidente de bicicleta, as turras com a irmã Susana, a conturbada vida amorosa e sexual da irmã Cristina, as discussões dos pais, as peripécias com os amigos Roque e João "Macaco" e as infrutíferas tentativas de conquistar Inês, a rapariga de quem ele gosta. Isto para além de abordar várias questões que preocupam a adolescência como as transformações corporais, a droga, as doenças sexualmente transmissíveis e a menstruação.

Uma passagem do livro que se destacou particularmente e com a qual fiz sucesso na escola quando levei o livro para mostrar essa parte aos meus colegas foi aquela onde havia uma lista de termos de calão para os órgãos genitais e actividades escatológicas. Foi aí que eu e a maioria dos meus colegas nos deparámos pela primeira vez com termos como "ás-de-copas" ou "boca-do-corpo", que aí figuravam a par de todos os palavrões que conhecíamos. 
Este "Diário de um Adolescente com a Mania da Saúde" tornou-se um dos livros que definiram a minha adolescência, até porque me revia bastante no Pedro Dores de tal forma que quase que poderia ter sido eu a escrever certas passagens.  


Nesse Natal, recebi a sequela, "Também Tenho a Mania da Saúde" (1991), onde a protagonista era Susana Dores, a irmã de Pedro, agora com dezasseis anos, que conferia a sua perspectiva feminina das vicissitudes da adolescência, abordando temas como a contracepção, a depressão, os distúrbios alimentares, o assédio sexual, a preocupação com o futuro profissional e claro, os sempiternos sexo, drogas, álcool e problemas familiares, escolares e amorosos.




Também dos mesmos autores, tive os livros "Eu e a Malta" (1993), onde seis jovens contam a sua versão dos acontecimentos durante e após uma festa da escola que terminou em embriaguez geral e "Como Sobreviver Em Viagem" (1994) onde um grupo de quatro amigos (incluindo duas personagens de "Eu e a Malta") fazem uma viagem pela Europa, onde por entre as inevitáveis aventuras, vão conversando sobre os problemas da transição da adolescência para a idade adulta.

Apesar de já estarem bastante datados (já o eram um pouco na altura em que eu os li), creio que estes quatro livros ainda podem ser lidos pelos adolescentes de hoje, pois apesar dos milhões de voltas que o mundo já deu desde então, existem certas coisas que sempre serão marcantes na vida de um adolescente.

A versão inglesa teve um adaptação para série televisiva "Teenage Health Freak", exibida na velha Albion entre 1991 e 1994.


    
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