terça-feira, 16 de abril de 2013

"Ave do Paraíso" Tessa (Festival da Canção de 1983)

por Paulo Neto

Hoje os tempos são outros mas eu, e creio que muitos portugueses, tenho memórias muito vívidas do Festival da Canção nos anos 80 e 90, quando era um ponto alto da saison televisiva. O país parava ver o certame, no dia seguinte havia tantas discussões sobre os resultados como os dos jogos de futebol e pelo menos duas ou três canções tornavam-se hits nacionais. E claro está, muitas das canções vencedoras continuam bem presente no disco rígido mental de qualquer português e são ainda trauteadas por gente de todas as idades. 



O Festival RTP da Canção de 1983 é o primeiro de que me lembro ter visto na televisão, se bem que só me recordo da imagem do Armando Gama ao piano. Para a sua 20.ª edição, o Festival deixou pela primeira vez a capital e deslocou-se à Cidade Invicta, tendo tido lugar a 5 de Março desse ano no Coliseu do Porto. Eládio Clímaco e Valentina Torres (com um vestido bem eighties, com uma manga e um mega laçarote) foram os apresentadores de serviço.



Como é bem sabido, Armando Gama venceu o certame com "Esta Balada Que Te Dou" e não só ganhou o bilhete para Munique, onde iria representar Portugal na Eurovisão, como conquistou Valentina Torres com quem viria a casar esse ano, uma união que durou mais de vinte anos e gerou dois filhos. (Actualmente, Armando Gama espera um filho da actual relação). Durante anos a fio, na parte onde Gama canta "Um sonho, um livro", eu e muita gente julgava que ele dizia "Um sonho lindo".

Mas foram muitos os nomes conhecidos que passaram pelo palco do Festival, a começar com Herman José, que ficou em segundo lugar com "A Cor Do Teu Baton"; Helena Isabel que cantou "Afinal Quem És Tu" e que teria em 1983 um ano em cheio (brilhou em "O Tal Canal", protagonizou a telenovela "Origens" e despiu-se em "Os Abismos da Meia-Noite"); Jorge Fernando, dois anos antes do "Umbadá", trazia "Rosas Brancas Para o Meu Amor"; Ana repetindo muitos "Parabéns a Você"; Alexandra com "Rosa Flor Mulher"; os Broa de Mel com "No Calor da Noite", uma canção que não podia ser mais diferente daquela que levaram no ano anterior; o cantor pimba avant-la-lettre Xico Jorge queixava-se de "Mal de Amores" e os malogrados Carlos Paião e Cândida Branca-Flor com "Vinho do Porto, Vinho de Portugal". 

Houve também espaço para revelar duas vozes desconhecidas que tiveram neste Festival o seu único momento de notoriedade. Uma delas foi Sofia, que ainda por cima, não cantou uma mas duas canções, curiosamente as duas primeiras canções do certame: "Erva Ruim" e "Terra Desmedida". O que terá acontecido a Sofia de tão doce voz?

A outra ilustre desconhecida da qual nada se ouviu falar antes nem depois foi Maria Teresa de Saint-Maurice, ou simplesmente Tessa, que porém deixou para a posterioridade um dos momentos mais cromos da história do Festival da Canção.




Tessa subiu ao palco para cantar "Ave do Paraíso", com letra e música de Américo Machado de Faria. Na letra estavam versos como "Gosto do teu pijama antes de deitar", "Voltamos ao avesso o nosso quinto andar" e "Ao sentir-te amor na vertical". Pois este foi o resultado (preparem os ouvidos!):

   


Como seria de prever, "Ave do Paraíso" ficou no 12.º e último lugar, com 6 pontos (4 dados pelo júri de Coimbra). E assim aconteceu o momento de glória croma para Tessa. Ainda assim, o tema foi editado em single pela editora Orfeu. 




Nos seus espetáculos, Herman José tem por vezes imitado Tessa, mantendo assim viva a sua memória. Eis aqui um exemplo:



O mesmo número ao vivo na RTP: http://www.youtube.com/watch?v=uofE5FwhuX4

Não é qualquer um que consegue em apenas três minutos de fama manter um cromo tão divertidamente perene trinta anos depois, por isso um aplauso para Tessa!

Brevemente, haverá um cromo dedicado ao Festival da Eurovisão desse mesmo ano de 1983 em Munique, amplamente considerado o mais cromo de sempre!





segunda-feira, 8 de abril de 2013

Os Roberts - Danger Bay (1984-1990)

por Paulo Neto

Adoro quando algo faz-me abrir uma janela na minha mente e relembro-me de uma memória há muito esquecida. Foi o que aconteceu quando Ruby Kruss, uma seguidora da "Enciclopédia de Cromos", colocou um post na nossa página oficial do Facebook, perguntando se alguém se recordava de uma série "supé ecológica" sobre um pai viúvo com dois filhos que trabalhava num aquário, arriscando o nome "Robinsons" para o título e/ou nome da família. De facto, a descrição da Ruby fazia ressoar algo na mente de vários amigos da Enciclopédia, incluindo eu próprio, mas ninguém conseguia avançar mais pormenores. Eventualmente lembrei-me que a personagem da filha chamava-se Nicole e que a actriz tinha um nome hippie tipo Oceana. Munindo-me apenas desses dados pesquisei na parte de TV do site imdb.com e não é que descobri?



Tratava-se de "Danger Bay", uma série canadiana co-produzida pela Disney, que teve seis temporadas exibidas na América do Norte entre 1984 e 1990. Em Portugal, a série foi exibida sob o título "Os Roberts" e chegou a dar no "Clube Amigos Disney" mas também acho que chegou a dar no espaço infanto-juvenil da RTP das manhãs de fim de semana. Também foi exibida em países tão diferentes como Islândia, Cuba, Bulgária, Gibraltar e Iraque. 



A série narrava as aventuras da dita família Roberts, composta pelo pai Grant "Doc" Roberts (Donelly Rhodes) um biólogo marinho que trabalha num oceanário em Vancouver e os seus dois filhos Jonah (Christopher Crabb) e Nicole (Ocean Hellmann). A Ruby Kruss recordava-se sobretudo de que Jonah era um futuro às do ténis e que num episódio, o rapaz descurava das suas obrigações como ajudante no oceanário devido à sua obsessão com um jogo de ténis. Já eu lembrava-me da filha Nicole que apesar que apesar de adolescente, era uma espécie de ajudante da polícia marinha e que chegava a pilotar helicópteros.

Como é inevitável numa série protagonizada por um pai viúvo, havia uma personagem feminina que se tornava uma figura maternal para os filhos e um futuro interesse amoroso para o pai. Aqui era J.L. Duval (Susan Walden) uma intrépida piloto da Polícia Marítima e mentora de Nicole, que acabaria por casar com Doc na quinta temporada. Outra personagem recorrente era Donna Chen (Michelle B. Chan), a assistente de Doc.

Em cada episódio, a família Roberts e os seus aliados tinham de enfrentar vários perigos, como contrabando de peles e tráfico de animais, sendo uma das primeiras séries a ter causas ecológicas como tema fulcral. Mas claro que pelo meio, havia situações onde Jonah e Nicole aprendiam lições de vida e lidavam com os problemas típicos da adolescência e os avanços e recuos da química entre Doc e J.L.



Os actores da série continuam activos na representação. Donelly Rhodes é um dos actores mais respeitados no Canadá e continua a marcar presença em várias séries e telefilmes estadunidenses e canadianos e em filmes como "Tron: O Legado". Todo o elenco principal teve nomeações para os prémios Gemini (os Emmy canadianos), tendo Christopher Crabb ganho o prémio de Melhor Jovem Actor em 1989.

Genérico:



 Excerto do episódio "The Contender" (o tal de que a Ruby se lembrava): http://www.youtube.com/watch?v=NVYW61Rp1sQ

Margaret Tatcher, a Dama de Ferro

Margaret Thatcher (1925-2013)

Em Maio de 2012 o PTJornal recordava a data em que Margaret Tatcher, a Dama de Ferro, subiu ao poder:


"Margaret Thatcher foi eleita a 4 de maio de 1979, tornando-se na primeira mulher eleita chefe do governo em Inglaterra, cargo que ocupou até 1990. A firmeza da sua ação levou a que fosse apelidada de ‘Dama de Ferro’." in PTJornal
Leia o texto completo:
"4 de maio, Margaret Thatcher torna-se na primeira mulher a liderar o governo britânico"

Margaret Hilda Thatcher (Lincolnshire, 13 de Outubro de 1925 - Londres, 08 de Abril de 2013) é uma política britânica, primeira-ministra de 1979 a 1990. Nas eleições gerais de 1959 no Reino Unido ela foi eleita parlamentar pela região de Finchley. Edward Heath nomeou Thatcher secretária do Departamento de Educação e Habilidades em seu governo de 1970. Em 1975 ela foi eleita líder do Partido Conservador, sendo a primeira mulher a liderar um dos principais partidos do Reino Unido, e em 1979 ela se tornou a primeira mulher a ser primeira-ministra do Reino Unido. Suas políticas económicas foram centradas na desregulamentação do setor financeiro, na flexibilização do mercado de trabalho e na privatização das empresas estatais. Sua popularidade esteve baixa em meio à recessão económica iniciada com a Crise do petróleo de 1979; no entanto, uma rápida recuperação económica, além da vitória britânica na Guerra das Malvinas, fizeram ressurgir o apoio necessário para sua reeleição em 1983.
Devido ao fato de Thatcher ter sobrevivido a uma tentativa de assassinato em 1984, de sua dura oposição aos sindicatos e de sua forte crítica à União Soviética, foi apelidada de "Dama de Ferro" (Iron Lady). Thatcher foi reeleita para um terceiro mandato em 1987, mas sua impopular visão crítica à criação da União Europeia lhe fez perder apoio em seu partido, renunciando aos cargos de primeira-ministra e líder do partido em 1990. Adaptado da Wikipedia

Uma rápida biografia da controversa política:

Em 2011 estreou o filme "Iron Lady", com Meryl Streep no papel de Tatcher:


Margareth Tatcher faleceu a 04 de Abril de 2013, como consequência de um acidente vascular cerebral, conforme noticia o jornal Público [Morreu Margareth Tatcher].

Saiba mais: Cultural_depictions_of_Margaret_Thatcher

sábado, 6 de abril de 2013

U Can't Touch This - MC Hammer


Este êxito mundial do inicio da década de 90, além de ter celebrizado o autor, introduziu as expressões "U Can't Touch This" e "Hammer time" na cultura pop, além de inúmeras paródias e versões. Eu não serei o tipo mais indicado para falar de hip-hop, rap, ou whatever, mas decidi fazer o post depois de usar o título da canção para fazer uma piadola no Facebook [aqui]. É este o legado do artista MC Martelo, Hammer para os amigos? Segundo a amiga Wikipédia, esta canção está simultaneamente na lista de "100 Maiores Canções de Hip Hop" e "100 Piores Canções de Todos os Tempos". Decidam-se!

O tema foi o single mais bem sucedido do álbum "Please Hammer, Don't Hurt 'Em", o terceiro do rapper californiano Stanley Kirk Burrell, mais conhecido por M.C. Hammer, Hammer, Hammertime ou King Hammer.




"U Can't Touch This" usa um sample do tema "Super Freak" (1981 - ouvir aqui) de Rick James. Obviamente, Rick James processou Hammer. Um acordo extra-judicial foi estabelecido e Rick James foi creditado como co-compositor e passou a ter direito a parte das vendas. Provavelmente já ouviram o mesmo riff no mais recente "Wassup" de Da Muttz (video). "U Can't Touch This" é - goste-se ou não -daqueles temas orelhudos, que marca uma época, quer pela música ou pelas coreografias ( e belas vestimentas) no videoclip de promoção, da autoria do realizador inglês Rupert Wainwright. A canção garantiu a Hammer dois Grammys em 1991: Best R&B Song e Best Rap Solo Performance.

Uma das derivações mais espalhadas na Internet é o meme "Halt! Hammerzeit!":

E claro que não podia escapar à paródia de "Weird Al" Yankovich"I Can't Watch This" (video).

Na "Caderneta de Cromos" de Nuno Markl de 14 de Maio de 2010: "MC Hammer [Ouvir/Download Podcast Mp3]"

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terça-feira, 2 de abril de 2013

David O Gnomo Nº 4 - "O Bebé Troll"

David O Gnomo Nº 4  - "O Bebé Troll" (Edições Latinas) é uma revista de banda desenhada com 31 páginas, de finais dos anos 80. Já o tinha mencionado na Enciclopédia antes (aqui), mas como hoje é o Dia do Livro Infantil*, e não faço discriminação entre livros de prosa ou de banda desenhada, partilho de modo integral esta aventura de David, O Gnomo, um dos ídolos de toda uma geração croma:


Adaptação em banda desenhada do 4º episódio da clássica série "David O Gnomo", cuja maior curiosidade acontece na página 7, em que surge uma jovem gnoma em topless. Sim, leu bem, em topless! A prova:



Depois de ouvir no dia 24 de Janeiro de 2012 o cromo da "Caderneta de Cromos" de Nuno Markl sobre o "David O Gnomo" [cromo 895 - download], enviei para o Facebook da Caderneta a curiosa foto que imediatamente despertou o interesse do próprio Markl, que a referiu no inicio do "Cromo 897 - Memórias Musicais", para meu grande contentamento! 
Entretanto fiz o scan completo da revista, que disponibilizo abaixo:

Para aumentar e ler, clique sobre as miniaturas das páginas:





domingo, 31 de março de 2013

Alta Voltagem (1996-97)


Cá está, um daqueles programas enterrados na memória dos anos cromos. E a causa deste "desenterrar" foi o próprio autor e apresentador do programa, num texto no seu Facebook. O seu nome é Rui Unas, e o programa o "Alta Voltagem" da RTP1. No texto (aqui) o próprio convida os internautas a fazer pouco da sua inexperiência de então, no seu primeiro trabalho como apresentador. 
Portanto aqui fica a introdução da primeira emissão, e o genérico de "Alta Voltagem":


Aqui temos Unas sem barba e numa "perspectiva jovem, feita por jovens, para jovens", em que fala sobre a linguagem e o estilo jovem (sim, jovem), informal e espontâneo do programa:


O tema inicial e a banda sonora do programa é da autoria do músico José Carlos Matos.
Um excerto de 10 minutos de um programa, que inclui actuação ao vivo, entrevista numa piscina a Rui Duarte da banda de metal Ramp:




E do canal oficial do próprio Unas, uma reportagem de 1996 sobre uma novidade da altura, pelo menos para a maioria da população:


Apesar de na altura eu também ser jovem, não acompanhava com fervor (mas assistia) os programas com música na TV ou temáticas para os jovens, preferindo gravar cassetes das músicas que passavam na rádio, pirataria old school, ou ler sobre esses assuntos. Por isso não tenho mais recordações concretas deste "Alta Voltagem", mas ficou-me a ideia que foi algo diferente do panorama da altura, e isso é sempre de louvar!

No Facebook há uma página"Eu sou do tempo Alta Voltagem". Ainda só tem 19 "Gostos", vão  e cliquem!

Vejam a lista das faixas do duplo CD "Alta Voltagem" (MCA Music Entertainment, Lda): "Vários - Alta Voltagem", que incluía sucesso como Fire Water Burn (Bloodhound Gang), Se A Vida É (Pet Shop Boys)Don't Speak (No Doubt), etc e vários temas de bandas portuguesas como os Xutos & Pontapés, Moonspell, Blasted Mechanism, Entre Aspas, etc.
Verso do CD (Foto do blog "Under Review")

ACTUALIZAÇÃO:

Excertos do programa

"Noites Ritual"


Entrevista a General D


Reportagem no Chapitô



Todos os episódios do "Alta Voltagem" estão disponíveis no portal de Arquivos da RTP.

Para terminar, um tesourinho: o programa chegou a ter também uma rubrica para descobrir novos manequins e entre os candidatos, estavam umas bem jovens Sílvia Alberto de 15 anos... e Cristina Ferreira herself com 19 anos!



segunda-feira, 25 de março de 2013

DuckTales (1987-1990)


Ao contrário de 98% das pessoas que conheço não passei a infância a devorar filmes da Disney. Não ia ao cinema, não tinha leitor de VHS, só via alguns que passavam na TV, e só comecei a ler BD da Disney relativamente tarde. MAS havia uma série animada de que era um ávido devorador: Duck Tales! Woo-oo!
É não é? A música do genérico* ainda está cravada na vossa mente! Pelo menos na minha está.


"DuckTales" no original, "Pato Aventuras" em Portugal e "Duck Tales, Os Caçadores de Aventuras" no Brasil. Foi criada por Jymn Magon e Carl Barks, o criador do Tio Patinhas (Uncle Scrooge) em 1947.
Precisamente o que mais me atraia era a vertente aventura, na altura em que eu consumia quantidades industriais de banda desenhada, e livros policiais, de mistério, fantástico e sci-fi.

Os protagonistas eram o Tio Patinhas - o pato mais rico do Mundo - e os seus sobrinhos-netos Huginho (Huey), Zezinho (Dewey) e Luisinho (Louie), vestidos de vermelho, azul e verde, respectivamente. Outros personagens recorrentes eram o pelicano Capitão Boeing (Launchpad McQuack, o desastrado piloto de avião), o inventor Professor Pardal (Gyro Gearloose), o mordomo Leopoldo (Duckworth), a Madame Patilda (Mrs. Bentina Beakley), a ama dos patinhos e a avó de Patrícia (Webby Vanderquack), a jovem amiga de Huginho, Zezinho e Luisinho, que também os acompanha nas aventuras. Os vilões de serviço são Flintheart Glomgold (o segundo pato mais rico do Mundo e eterno rival do Tio Patinhas ), a Maga Patalógica (Magica De Spell), os Irmãos Metralha (The Beagle Boys) e o Mancha Negra (The Phantom Blot). Estes e mais personagens estavam constantemente envolvidos em buscas de objectos lendários, viagens a locais exóticos, competições,  e até viagens no tempo.

A Wikipedia refere que os argumentos dos episódios, entre originais e adaptações das BDs do próprio Barks, em boa parte eram baseados em histórias clássicas, lendas, além de bastantes referências a personagens históricas  e de ficção e a cultura pop.
As aventuras do Tio Patinhas e companhia, com um orçamento superior à maioria das séries animadas da época, duraram 100 episódios ao longo de 4 temporadas, além do filme "DuckTales the Movie: Treasure of the Lost Lamp" (DuckTales O Filme - O Tesouro da Lâmpada Perdida), que fez pouco mais dinheiro que o orçamento e causou que arquivassem os planos dos outros filmes previstos. A série foi a mais bem sucedida da Disney e passou em Portugal pela primeira vez em 1988, e repetiu novamente em 1991. Desde o inicio do século XXI já repetiu várias vezes em diversos canais.



Além de banda desenhada (em Portugal tivemos das edições brasileiras da Abril) e merchandising variado, para aproveitar o êxito da série foram lançados 3 videojogos: Duck Tales (1989), Duck Tales: The Quest for Gold (1990) e Duck Tales 2 (1993).

O jogo original para o NES foi recentemente remasterizado e será comercializado no final de 2013: "DuckTales Nintendo Game..."
DuckTales deu ainda origem ao spin-off "Darkwing Duck", mas isso fica para outro cromo!

Actualização: Em 2017, por altura do 30º aniversário da estreia da série original, uma nova série dos "Duck Tales" vai surgir nos pequenos ecrãs, com o regresso do mesmo elenco de personagens, mais o Pato Donald. ["Hello Giggles"].

* Tema escrito por Mark Mueller e cantado por Jeff Pescetto.

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sexta-feira, 22 de março de 2013

Master System II (1992)

A fantástica consola de jogos da SEGA, a Master System II (a minha primeira consola oficial) irá decerto ter direito a um cromo mais detalhado no futuro, mas por enquanto, deixo aqui este anúncio de 1992, em página dupla.
Clique nas fotos para aumentar:

Os dois packs disponíveis, o BASIC a 16.295$ e o SONIC PACK a 21.295$.

Grande variedade de jogos!
Detalhes das páginas:



Página retirada da revista "Nova Gente" nº 846 - Dezembro de 1992.
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