quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Que Família!/Full House (1987-1995)

por Paulo Neto

Nos anos 80, o cinema e a televisão arranjou terreno fértil para momentos de humor na redefinição do papel dos géneros na sociedade, nomeadamente no caso de homens que passavam a ser donos de casa. Por exemplo na série "Chefe...Mas Pouco", que já abordámos aqui. No cinema, o caso mais célebre foi "Três Homens e um Bebé". Mas entre 1987 e 1995, uma série levou a situação de homens a fazerem a lida da casa e tomarem conta de crianças a um novo nível.
A série teve o título em português de "Que Família!" mas é igualmente conhecida pelo título original "Full House". Estreou na RTP no início dos anos 90, e recordo-me sobretudo de ser exibida aos Domingos à tarde.

  

A série narrava as aventuras de três homens adultos a educarem três meninas. Vendo-se de repente, viúvo e com três filhas para criar (uma delas recém-nascida), o jornalista desportivo Danny Tanner (Bob Saget) recorre ao seu cunhado Jesse Katsoupolis (John Stamos), um aspirante a estrela de rock e ao seu melhor amigo Joey Gladstone (Dave Coulier), um cartoonista comediante de stand-up, para o ajudar a tomar conta das três filhas: Donna Jo, que todos tratam por D.J. (Candace Cameron), Stephanie (Jodie Sweetin) e Michelle (Mary Kate e Ashley Olsen). Os seis vivem todos juntos numa casa em São Francisco e grande parte do humor da série vinha das atrapalhações dos três homens ao lidar com as meninas como, por exemplo, mudar as fraldas de Michelle, tratar da varicela de Stephanie ou ter conversar com D.J. sobre "aquela altura do mês".




Danny é fanático de limpeza e normalmente é ele que tem de ser o mais autoritário com as filhas, o que faz com que estas achem mais piada aos pais alternativos Jesse e Joey. É especialmente protector com Michelle e tende-lhe dar mais mimo e atenção do que tinha dado às outras duas filhas. Mais tarde passa a ser apresentador de um talk show matinal. 
Jesse não tinha nenhuma experiência em cuidar de crianças mas assim que passa a viver com o cunhado e as sobrinhas, foi gradualmente aprendendo, a bem ou a mal. Tem o sonho de um dia a sua banda fique famosa e passa a maioria da série a tentar encontrar um rumo para a sua vida. No final da série, já tem a sua própria família, onde faz valer a experiência adquirida com as sobrinhas. É particularmente obcecado com o seu cabelo. 
Joey é adorado pelas meninas Tanner pois tem um lado infantil muito vivo devido à sua paixão por cartoons e pelas piadas que gosta de fazer, mas quando é preciso sabe dar-lhes bons conselhos.
Com 10 anos no início, a série acompanha D.J. na entrada da adolescência, cujos problemas causam embaraço aos seus três "pais". Embora seja frequente andar às turras com as irmãs, preocupa-se muito com elas, ao ponto de querer ser uma figura materna para elas.
Stephanie, a filha do meio, é a mais espevitada e intrometidas das três. Gosta muito de espiar D.J. e de pregar partidas aos três "papás". À medida que vai crescendo, vai adquirindo mais maturidade e passando por situações adversas. "How rude!" é a sua frase de marca.
À medida que Michelle foi crescendo, foi tendo cada vez mais destaque na série, devido à popularidade das gémeas Olsen. Apesar de ser sobreprotegida por Danny e particularmente próxima de Jesse, não é uma criança mimada, revelando-se extrovertida e comunicativa.



Duas personagens femininas também viriam adquirir protagonismo na série: Becky Donaldson (Lori Loughlin), a parceira de Danny no talk show e Kimmy Gibbler (Andrea Barber), a melhor amiga de D.J. Becky é uma moça certinha que, num caso de extremos opostos, apaixona-se por Jesse. Becky e Jesse acabam por casar e ter dois filhos gémeos. Com a convivência com os Tanners, também ela torna-se uma referência importante na educação de D.J., Stephanie e Michelle.
Kimmy é coscuvilheira, compradora compulsiva e não muito abençoada pela inteligência, o que faz com que a maioria dos Tanners (sobretudo Jesse e Stephanie) não a suporte, mas D.J. não se importa com isso e mantém com ela uma amizade duradoira.
Destaque ainda para Steve Hale (Scott Weinger), o mais regular dos namorados de D.J. ao longo da série.

A principal razão pela qual duas gémeas foram usadas para o mesmo papel vem das leis do trabalho infantil do estado da Califórnia que limita o número de horas em que uma criança pode trabalhar, nomeadamente na área da representação. Por isso, é costume em Hollywood utilizar-se gémeos para os papéis de bebés no cinema e na televisão: excedendo o tempo previsto na lei com um dos gémeos, é possível continuar a filmar com o outro. Foi o que se sucedeu com Ashley e Mary Kate Olsen, que tinham apenas nove meses quando começaram a filmar na série. Por vezes, as duas apareciam em cena ao mesmo tempo como num episódio onde Jesse tem uma alucinação em que vê duas Michelles. (Já agora, refira-se que apesar de serem muito parecidas, Mary Kate e Ashley Olsen não são gémeas idênticas.)

Actualmente todo o elenco de "Que Família" continua activo na televisão. Por exemplo, Bob Saget apresenta há largos anos a versão americana do "Isto Só Vídeo" e faz a voz off de "Foi Assim Que Aconteceu" e John Stamos brilhou em "Serviço de Urgência" e "Glee" (e o seu cabelo também!). E claro está, a ascensão das gémeas Olsen de prodígios infantis (além da série, fizeram vários telefilmes, alguns deles produzidos por elas mesmas!) a ícones fashion é sobejamente documentada.
Os actores têm feito questão de afirmar que se sentiam como que formando uma verdadeira família nas filmagens e ainda hoje mantêm boas relações de amizade. E por exemplo, foi Dave Coulier que apresentou Candace Cameron ao seu actual marido, o jogador de hóquei no gelo russo Valery Bure.




  

Cursos de Electrónica CIT (1988)




Publicidade, em duas meias-páginas, aos "Cursos de Electrónica CIT", através do Ensino Técnico à Distância.
Os interessados tinha à escolha três cursos: Electrónica Geral; Rádio, Áudio e TV; Electrónica Digital e Microprocessadores.

O cupão para pedir informações sobre os cursos.
Publicidade retirada da revista Selecções do Reader's Digest Nº 207 (Tomo XXXV) de Agosto de 1988.

Actualização: a versão (incompleta) do mês de Fevereiro do mesmo curso:




Publicidade retirada da revista Selecções do Reader's Digest Nº 202 (Tomo XXXIV) de Fevereiro de 1988.

Actualização: outros anúncios a cursos CIT na Enciclopédia:
"Cursos CIT (1983)"
"CIT Ensino à Distância (1984)"
"Curso por correspondência CIT (1985) ".

Como sempre, o leitor pode partilhar experiências, corrigir informações, ou deixar sugestões aqui nos comentários, ou no Facebook da Enciclopédia: "Enciclopédia de Cromos". Visite também o Tumblr: "Enciclopédia de Cromos - Tumblr".

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Publicidade 1989


Quando era criança, adorava ver na televisão os reclames - ou "mécamos" como me contam que eu dizia na altura -  e agora adulto continua a ser um prazer recordar estas pérolas da publicidade.
O excelente canal de youtube LUSITANIATV brindou os internautas com mais blocos de anúncios, desta vez de 1989:


Anúncios do video:
Substral, Amoreiras Shopping, Corn Flakes (Nacional), insecticida Raid Casa e Plantas, Gel liquido Íntima de Karínzia,  Mistol de limão, Preservativos Control, Macmoda, Panadol, Snucker, Cepsa, papel higiénico Cel de folha dupla.


Anúncios do video:
Nivea facial, Super Pop lava tudo, A Severa no Teatro Maria Matos, detergente Colon, revista TV Guia, Renault (reclame Astérix), Tinta Fresca, Azeite Condestável, Lotação Esgotada - Um Dia de Cão.


Anúncios do video:
Cinema 2 - O Espelho, Lotação Esgotada - Terremoto, vinheta Primeira Matiné, Fibro Vital, Lotaria do 25 de Abril, Massas Nacional, grande Concurso Videoplex, Fausto Fernando Fragmentos (Teatro Nacional de D. Maria II), Festival Internacional de Cinema da Costa do Estoril,


Anúncios do video:
Exposição Lenços e colchas de chita de Alcobaça, Férias Desportivas 89, Prova Geral de Acesso ao Ensino Superior.



Anúncios do video:
Dicionário da Língua Portuguesa para o Ensino Básico (Ed. Educação Nacional), Cinema 2 - Um Senhor de Idade Avançada, Projecto Vida, CineClube RTP 2 - Aurora.



Anúncios do video:
Ford Fiesta, A Prova Teórica, Lotação Esgotada - A Guerra das Estrelas (com direito a eco!), vinheta Cinema Dois.


Para lembrar que não foi o Pingo doce que inventou campanhas com musiquinhas que se metem na cabeça, Continente:


E para recordar os espectadores que tinham que pagar a taxa de televisão:


Reclame ao refrigerante Sucol:


Reclame às batatas fritas Doro:


Campanha Segurança Infantil ("com as crianças todo o cuidado é pouco"):

Cereais "Estrelitas":

"Andamos & Vivos" Segurança Rodoviária:

"Fanta" com Júlio Isidro:

Veja mais compilações de publicidade televisiva de outros anos:

Ilusões de óptica

Sem dúvida, o cadernetófilo Carlos Silvério merecia um prémio por ter preservado estas relíquias em papel! Hoje trago mais duas preciosidades da era pré-Internet, duas "ilusões de óptica", creio que lhes posso chamar assim:

A primeira, um fold-in, que, dobrando a folha, transforma um desenho de quatro porquinhos bem roliços, numa figura de proa da politica portuguesa: Mário Soares, o "Bochechas":


Voilá! Quatro porcos transforma-se em Mário Soares (subtexto político?):

Depois, um cartão aparentemente inócuo (de um restaurante em Samora Correia ) com uma jovem a contemplar-se num espelho de mão.


Mas quando o cartão é virado de cabeça para baixo, o resultado é... bem, deixo à vossa imaginação :)


Mais uma vez, agradeço ao Carlos Silvério por compartilhar estas pérolas com a comunidade online!
Veja mais posts com a colaboração do Carlos, aqui: "Carlos Silvério" - Enciclopédia de Cromos 

Milaneza (1988)

Anúncio à massa "Milaneza". "Milaneza é BELLISSIMA!"

Publicidade retirada da revista Selecções do Reader's Digest Nº 207 (Tomo XXXV) de Agosto de 1988.

Luso (1988)

Anúncio à água engarrafada "Luso", com o clássico slogan "Tão Natural como a Sua Sede".

Reclame da marca, também nos anos 80:



Publicidade retirada da revista Selecções do Reader's Digest Nº 207 (Tomo XXXV) de Agosto de 1988.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

A era dourada das top models

por Paulo Neto

Houve um período em que o olhar do mundo desviou-se das passadeiras vermelhas de Hollywood para as passerelles de Paris, Milão e Nova Iorque. Nesse período, quem detinha o ideal de glamour, sensualidade e beleza eram as top models, um estatuto até então dominado pelas actrizes de Hollywood.
Mas na primeira metade dos anos 90, parecia que as actrizes de Hollywood tinham-se reunido todas e decidido que iam deixar de ser glamourosas e sexy, para serem levadas a sério e ganharem Óscares. Mesmo as mais atraentes e/ou conhecidas por papéis sensuais aderiram. Não fosse um certo cruzar de pernas de Sharon Stone e quase que se poderia dizer que a sensualidade tinha abandonado Hollywood na primeira metade dos anos 90.



Ao mesmo tempo, nos desfiles de moda, surgia em fulgor uma estirpe de mulheres belas, sensuais e magnânimas. Claro que desde os anos 60 que várias manequins tinham-se tornado celebridades e ícones de glamour, mas nunca antes como jamais depois, houve esta obsessão com as supermodelos como no período cujo auge durou sensivelmente entre 1991 e 1996. De repente, o mundo queria seguir todos os passos destas mulheres que pareciam ser os arquétipos da perfeição: sempre belas e bem vestidas, rodeadas de luxo e de brilho. Até aqueles que não percebiam de moda, deram consigo a trazer na ponta da língua uma vasta lista de nomes de top models. Mais do que nunca os media documentavam as colecções de moda dos grandes costureiros, onde nenhum desfile se fazia sem pelo menos uma meia dúzia de top models (como por exemplo, os programa de moda na SIC que davam no horário nobre). Onde antes só havia posters de estrelas de cinema e da música, as paredes dos quartos de milhões de adolescentes (de ambos os sexos) tinham agora posters de manequins. As agências de modelos floresceram como cogumelos em todo o mundo, na esperança de encontrar a próxima estrela e atendendo ao sonho de muitas jovens que sonhavam chegar aos topos do Monte Olimpo da moda. Tal como muitos rapazes sonhavam em namorar com uma top model.



Até a música e o cinema abraçavam mais do que nunca o mundo da moda. Dois vídeos de George Michael, "Freedom '90" e "Too Funky", estavam recheados de top models e o filme "Prêt-a-Porter" reuniu um elenco de luxo à volta das intrigas de bastidores do mundo da moda.

 


Queria destacar cinco top models neste texto, mas primeiro impõe-se uma enumeração de outros nomes ilustres. A australiana Elle MacPherson, conhecido como "The Body" por razões óbvias. As loiríssimas e altíssimas alemãs Nadja Aumermann e Tatjana Patitz. A britânica Kate Moss, líder incontestada do departamento "pauzinho de virar tripas". A italiana Carla Bruni, longe de sonhar em ver-se como a Primeira Dama de França. A holandesa Karen Mulder, uma das minhas preferidas, até porque tinha uma colega de turma parecida com ela. O charme francês de Estelle Hallyday e Laetitia Casta. A gloriosa transição de Tyra Banks das passerelles de Milão para os Segredos da Victoria. Os voluptuosos lábios de Christy Turlington. O toque de exotismo de Yasmeen Ghauri.
Na segunda metade da década, descobriu-se um viveiro de modelos na Europa de Leste, lideradas pela checa Eva Herzigová, rosto (e não só) do Wonderbra e pela eslovaca Adriana Karembeu (née Sklenariková) e as suas pernas intermináveis. 
Até em Portugal criou-se um naipe de top models a nível nacional, onde destacavam-se sobretudo Sofia Aparício (apresentadora do programa "86-60-86") e Nayma.    

Eis as cinco top models que quero destacar:


Helena Christensen (Copenhaga, 25 de Dezembro de 1968, 89-61-88): Nunca a expressão "o melhor dos dois mundos" se aplicou tão bem a alguém. Recolhendo o melhor dos genes dinamarqueses do pai e dos genes peruanos da mãe, uma beleza como a da Helena não poderia passar despercebida. Foi eleita Miss Dinamarca em 1986. Em 1991, subiu à primeira divisão das top models, graças ao inesquecível videoclip "Wicked Game" de Chris Isaak, ainda hoje na minha opinião o videoclip mais sexy de sempre. Namorou o malogrado Michael Hutchence dos INXS, bem como o actor Josh Hartnett sendo que o actual companheiro é Paul Banks dos Interpol. Actualmente Helena divide o seu tempo entre a sua linha de roupa, a fotografia, causas como o tráfico humano e o cancro da mama, e o seu filho de treze anos.


Linda Evangelista (St. Catherines, Canadá, 10 de Maio de 1965, 86-61-89): Filha de pais italianos imigrados no Canadá, Linda deixou para trás uma estrita educação católica quando foi descoberta num concurso regional de misses. Não tardou a ser ultra-requisitada para as griffes mais importantes. Ficou famosa por estar constantemente a mudar a cor do cabelo (a cor natural era castanho-escuro) e pela sua frase "Não acordo por menos de 10 mil dólares por dia" (frequentemente mal citado como "Não saio da cama por..."). Namorou o actor Kyle McLachlan e o futebolista Fabien Barthez, e o pai do seu filho de seis anos é o actual marido de Salma Hayek. Após um interregno no virar do século, Linda continua no activo como manequim, embora longe dos tempos em que se podia ao luxo de não sair da cama por menos de uns bons milhares de dólares.


Cindy Crawford (DeKalb, Illinóis, 20 de Fevereiro de 1966, 86-65-91): Contra os conselhos iniciais da sua agência e as remoções artificiais nas fotos no início da carreira, Cindy manteve orgulhosamente sob o seu lábio superior um sinal que se tornou a sua imagem de marca. E um pequeno sinal percorreu um grande caminho.Campanhas? Tudo desde Versace aos relógios Omega e os cosméticos Maybelline e Revlon. Capas de revista? Tudo desde Vogue e Elle à Cosmopolitan (e pousou para a Playboy). Música? Apresentou o programa "House of Style" na MTV e entrou em vídeos de George Michael e Jon Bon Jovi. Marido famoso? Foi casada entre 1991 e 1995 com Richard Gere. Cinema? Foi protagonista do filme "Presa Fácil" de 1995 (ok, não se pode dizer que tenha sido um sucesso). Retirada do métier desde 2000 (salvo algumas campanhas a título excepcional), Cindy tem-se dedicado ao design de mobiliário e à sua família (tem dois filhos).


Naomi Campbell (Londres, 22 de Maio de 1970, 86-66-90): Com um explosivo cocktail de genes (ingleses, jamaicanos e chineses), um corpo escultural e um andar inconfundível, Naomi é a mais bem sucedida manequim negra de todos os tempos. Ainda hoje no activo, reúne uma larga e gloriosa carreira como manequim, embora tenha também dedicado a várias áreas como a representação (na televisão e no cinema) e a música (lançou em 1994 o álbum "Babywoman"). Igualmente extensa é a sua lista de relacionamentos que incluem nomes como Mike Tyson, Robert De Niro, Joaquín Cortés, Adam Clayton e Flavio Briatore (actualmente vive com o milionário russo Vladislav Doronin). Mas nos últimos anos, Naomi tem sido notícia sobretudo por comportamentos agressivos e por estar a braços com a lei: não só foi alvo de dez processos por várias queixas de agressão (tornou-se lendário o hábito de atirar telemóveis às suas assistentes) como em 2010 teve de responder no julgamento do ex-presidente da Libéria por uma alegada oferta de diamantes de sangue por parte deste.


Claudia Schiffer (Rheinburg, Alemanha, 25 de Agosto de 1970, 86-61-92): Qual reencarnação de Brigitte Bardot, a alemã foi a rainha das top models e num bom espaço do tempo, a mulher mais desejada e reverenciada em todo o mundo. Não houve designer de topo que não a quisesse envergando as suas roupas, revista que não a quisesse na capa, homem que não desejasse namorar com ela. Essa sorte coube ao ilusionista David Copperfield, com quem namorou de 1994 a 1999, além de lhe terem atribuído romances com o Príncipe Alberto do Mónaco e Peter Gabriel. Embora continue a fazer alguns trabalhos como modelo, tenha dado umas ocasionais perninhas como actriz (nomeadamente em "O Amor Acontece") e seja dona de uma linha de roupa em seu nome, actualmente Claudia Schiffer dá preferência à vida familiar. É casada com o realizador Matthew Vaughan ("Stardust", "Kick Ass", "X-Men First Class"), de quem tem três filhos.







Linea (1988)

Anúncio ao creme vegetal para barrar "Linea", que alegava possuir menos 50% de calorias "do que as manteigas e margarinas de mesa...mas com todo o sabor", dai o maior destaque da página ser uma jovem de aspecto "saudável" num reduzido traje.

Veja também a publicidade para televisão [LUSITANIATV], que além do creme para barrar mostra outros produtos "todo o sabor metade das calorias", "bem ao gosto da nova geração":



Publicidade retirada da revista Selecções do Reader's Digest Nº 207 (Tomo XXXV) de Agosto de 1988.
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