Este Festival de Ofertas Cola Cao a que o anúncio se refere era parte de um evento, patrocinado pela Cola Cao, e organizado pela Editora Morumbi: o Festival Walt Disney [saiba mais aqui].
Segundo o reclame, para o jovem espectador do Festival ter direito a receber as "sensacionais ofertas" da Cola Cao, bastava escrever o nome num rótulo das embalagens de cacau em pó da marca e apresentá-lo à entrada do cinema onde a sessão decorria. Na página há ainda indicação do próximo Festival, 27 de Julho de 1985, ás 10 horas, na Figueira da Foz. Se algúm leitor participou nalgum destes eventos, contem-nos que prémios levaram para casa!
Anúncios retirados da revista "Almanaque do Patinhas e do Mickey" Nº 20, de 23 de Julho de 1985. Imagens editadas por Enciclopédia de Cromos. Créditos ao uploader original.
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Já há algum tempo que não falava de uma telenovela aqui na Enciclopédia e há muito que se impunha um cromo sobre esta, por ter sido uma novela bastante inovadora para a época, além de ser talvez aquela com maior body count. Falo de "A Próxima Vítima" da autoria de Sílvio de Abreu e exibida tanto no Brasil como em Portugal em 1995.
O principal fio condutor da história é a de um assassino misterioso com uma lista de sete personagens que vai eliminando ao longo da trama. Não só o público ficava a tecer teorias sobre quem seria o assassino como tentava adivinhar qual era a próxima vítima.
Uma das primeiras vítimas é Hélio (Francisco Cuoco), envenenado num lounge do aeroporto juntamente com Francesca Ferreto (Tereza Rachel). Irene (Viviane Pasmanter), a filha de Hélio, é estudante de Direito e decide investigar a morte do pai. Quando a sua tia Júlia (Glória Menezes) também é assassinada, descobre que o pai e a tia fazem parte da lista de um assassino que pretende eliminar sete pessoas, usando como código o signo chinês de cada uma e que as suas mortes estão relacionadas com outras mortes anteriores, nomeadamente a de Paulo Soares, aliás Arnaldo Roncalho, (Reginaldo Faria), que aconteceu no primeiro capítulo. Cada uma das vítimas recebia a lista com os signos antes de morrer.
Irene
Francesca era uma das quatro irmãs da milionária família Ferreto, com a mais velha, Filomena (Aracy Balbanian), casada com um submisso Eliseo (Gianfrancesco Guarnieri), a dirigir os negócios da família com punho de ferro e impõe a sua autoridade dentro da família, manipulando tudo e todos conforme os seus interesses. Francesca era casada com Marcelo (José Wilker), um interesseiro de origens humildes. Romana (Rosamaria Murtinho) é auto-indulgente e sustenta o jovem amante Bruno (Alexandre Borges). Carmela (Yoná Gonçalves) é a irmã boazinha e a única que não é estéril. Divorciada de Adalberto (Cecil Thiré), de quem teve a filha Isabela (Cláudia Ohana), Carmela envolve-se com Adriano (Luigi Palhares) um homem mais novo. Isabela é uma das vilãs da história, que tem tanto de bela como de malvada. Apesar de estar noiva de Diego (Marcos Frota), vive um tórrido romance com o seu tio Marcelo e ao longo da trama, também ela se torna uma assassina. Numa das cenas mais marcantes, quando Marcelo descobre que Isabela o trai com Bruno, ele desfigura-lhe o rosto com uma faca.
Filomena, Carmela e Romana
Isabela
Além de Isabela, Marcelo mantém um caso de longa data com Ana (Suzana Vieira), uma mulher forte e lutadora, dona de um restaurante italiano, com quem teve três filhos: Sandro (André Gonçalves), Giulio (Eduardo Filipe) e Carina (Débora Secco).
Ana e Juca
Ana também tem outro pretendente, Juca Mestieri (Tony Ramos), viúvo e dona de uma frutaria, pai de Yara (Georgiana Goés) e de Tonico (Selton Mello) que tem um namoro cheio de altos e baixos com Carina. Mas Juca, por sua vez, ficada dividido entre Ana e Helena (Natália Valle), a mãe de Irene. E como se já não houvesse confusão suficiente, Zé Bolacha (Lima Duarte), pai biológico de Juca e adoptivo de Marcelo, interessa-se por Irene e é temporariamente correspondido, apesar de ela ter idade para ser sua neta.
Sandro e Jefferson
Outra história marcante nesta telenovela é a de um casal homossexual interracial: Sandro assume a sua homossexualidade quando se apaixona por Jefferson (Lui Mendes), colega de Irene na faculdade de Direito. Jefferson pertence a uma família negra de classe média alta (algo inédito numa telenovela até então) e é filho de Kléber (Roberto Pitanga) - que acaba por ser uma das sete vítimas - e de Fátima (Zézé Motta) e irmão de Patrícia (Camila Pitanga) e de Sidney (Norton Nascimento), o único que não aceita a relação entre os dois jovens. Já Rosângela (Isabel Filardis), a namorada de Sidney, é das primeiras a apoiar Jefferson.
Fátima e Patrícia
Carina e Tonico
Além das vítimas já referidas, as outras vítimas na lista do Horóscopo Chinês são Ivete (Liana Duval) uma idosa que se finge paralítica e Josias (José Augusto Branco), um amigo de Ana que trabalha na sua pizzaria. No fim, descobre-se que Francesca afinal estava viva e que a vítima correspondente ao signo do Javali tinha sido Leontina (Maria Helena Dias), a falecida mulher de Zé Bolacha, ainda antes do início da trama. Também Eliseu acaba por morrer na recta final.
Os dois assassinos: Ulisses e Adalberto
Outra inovação de "A Próxima Vítima" foi o facto de ter um final diferente para Portugal daquele que teve no Brasil. No Brasil, o assassino foi Adalberto que fora amante de Francesca e matou o marido desta, Gigio (Carlos Eduardo Dollabella). Como Francesca o trocou logo por Marcelo, Adalberto acabou por se casar com Carmela. Ao mesmo tempo elaborou um plano para eliminar as sete testemunhas do assassinato de Gigio para garantir que nunca o denunciassem, embora lhes tenha pago para comprar o seu silêncio. Matou também Eliseu por ser o único que sabia que ele era o assassino.
Em Portugal, o assassino era Ulisses (Otávio Augusto) que surgiu como o irmão desaparecido de Ana e que então todos julgavam morto durante uma explosão. Nesta versão, foi Eliseu que matou Gigio manipulado por Francesca e Ulisses foi incriminado por essa morte. Saído da cadeia, elaborou um plano para matar as sete testemunhas do crime compradas pela família Ferreto. Ficou-se a saber também que Bruno era afinal seu filho e cúmplice, sendo este quem matou Eliseu.
Quando a telenovela foi reposta nos dois países, inverteram-se os finais: Ulisses assassino no Brasil e Adalberto assassino em Portugal.
Sem dúvida que "A Próxima Vítima" foi uma das telenovelas mais marcantes dos anos 90, prendendo o público com a sua densa trama de intrigas e suspense. Conhecido anteriormente pelos seus opus mais cómicos como "A Guerra dos Sexos" e "Sassaricando", Sílvio de Abreu demonstrou que também tinha talento para o drama. Todo o elenco esteve primoroso, sobretudo na vertente feminina, destacando-se as interpretações de Suzana Vieira, Aracy Balbanian, Cláudia Ohana e Vivianne Pasmanter.
Já existiam antes, continuaram a existir depois, mas não há dúvida que a década de 90 foi um ponto alto do fenómeno das boybands, onde parecia que tais grupos floresciam que nem cogumelos. Além daqueles que conseguiam atingir o sucesso à escala global, praticamente cada país do mundo ocidental teve a sua própria dose de boybands para consumo nacional - e Portugal não foi excepção.
Aliás a receita era simples: pegava-se nuns quantos rapazes com um palminho de cara e de corpo (e de preferência, que não cantassem muito mal), ensinavam-lhes uma coreografias sincronizadas, faziam-se umas músicas com refrões orelhudos e uns videoclips com os seus peitorais trabalhados à mostra e voilá! - uma multidão de miúdas adolescentes aos gritos e milhares de discos (e merchadising a condizer) vendidos que nem pãezinhos quentes enquanto um diabo esfrega um olho.
Eu, tal como qualquer rapaz adolescente da época, não o admitia mas a verdade é que certas canções de boybands nos anos 90 acabavam por me alegrar os tímpanos e entrar na minha jukebox mental e há cinco delas que venho por este meio destacar. Além disso, deixo algumas menções honrosas: "Tearing up my heart" dos N'Sync (1997), "I want you for myself" dos Another Level (1999), "Love is everywhere" dos Caught In The Act (1995), "Thunder" dos East 17 (1996) e "Flying without wings" dos Westlife (1999).
#5 "No matter what" Boyzone (1998)
Os Boyzone eram cinco, mas na verdade podiam ser só dois, o louro Ronan Keating e o moreno Stephen Gately, pois eram os únicos que cantavam nas canções remetendo os outros três, Mickey Graham, Keith Duffy e Shane Lynch para o simples papel de vozes de coro (como um concorrente do Britain's Got Talent demonstrou certa vez). Porém o quinteto irlandês teve alguma longevidade entre 1994 e 2000. De entre o seu repertório, contam-se várias covers, algumas delas pouco felizes como as de "Father and son" de Cat Stevens e "Baby can I hold you tonight" de Tracy Chapman. De entre os seus temas originais, o melhor deles foi sem dúvida "No matter what" de 1998, cuja dignidade era reforçada por ser um tema de Andrew Lloyd Webber para o que era então o seu mais recente musical "Whistle down the wind".
Ronan Keating prosseguiu depois uma bem-sucedida carreira a solo. Stephen Gately, depois de assumir a homossexualidade, também teve projectos a solo cujo ponto alto foi o tema do filme "Billy Elliott". Os Boyzone reuniram-se em 2008 para uma tournée e novo álbum de best of, mas no ano seguinte, Stephen Gately faleceu, quando já trabalhavam num novo álbum de originais.
#4 "Where do you go?" No Mercy (1996)
O nome do produtor alemão Frank Farian estava semi-proscrito devido à controvérsia com o Milli Vanilli quando se descobriu que as vozes não correspondiam às caras. Mas tal não o impediu de formar outro grupo pop que conseguiu pelo menos um hit global. Os No Mercy eram três americanos de origem porto-riquenha radicados na Alemanha, o vocalista principal Marty Cintrón e os gémeos Ariel e Gabriel Hernandez. Em 1996, versionaram "Where do you go?" (originalmente gravado pelos La Bouche), com uma combinação de guitarra latina e sobretudo a batida do famosíssimo remix de "Missing" dos Everything But The Girl (do qual o trio também fez uma versão) e o êxito não se fez esperar, chegando ao top 5 um pouco por todo o mundo, inclusivamente chegando o n.º 1 na Irlanda e na Dinamarca. Os No Mercy ainda tiveram algum sucesso com singles subsequentes como a balada "When I die", mas após o segundo álbum, caíram no esquecimento embora continuem ainda no activo.
#3 "Eu sou aquele" Excesso (1997)
Em 1997, o produtor Nuno Carvalho descobriu a pólvora e criou a primeira boyband made in Portugal, os Excesso formada por João Portugal, Carlos Santos, Fernando Melão, Gonçalo "Gonzo" Sousa e Miguel "Duck" Moredo. O sucesso não fez esperar e logo as pitas de então gritavam pelos Excesso como o faziam com os grupos estrangeiros. O álbum de estreia foi tripla platina e tiveram direito a um vasto merchandising incluindo um perfume e uma linha de roupa assinado por João Rolo. Além disso, novos grupos formaram-se rapidamente em Portugal aproveitando o filão descoberto como os Sétimo Céu, os Milénio e os D'Arrasar. Porém, o sucesso alcançado depressa levou a tensões dentro do grupo e quando o segundo álbum saiu em 1999, já sem Carlos na formação, começou o declínio. Todos os cinco elementos tiveram projectos a solo com mais ou menos sucesso, destacando-se João Portugal que foi autor e intérprete dos temas musicais de várias edições do Big Brother.
De entre o reportório dos Excesso, o destaque vai obviamente para a sua canção-assinatura "Eu sou aquele", que certa vez cantei com mais quatro colegas meus durante uma praxe do meu ano de caloiro na Universidade de Coimbra. Pouca gente sabe disto, mas a autora de letra era Célia Lawson que em 1997 foi a representante portuguesa no Festival da Eurovisão (onde foi corrida a zeros).
#2 "Pray" Take That (1993)
Nos anos 80, os New Kids On The Block tinham sido os primeiros a seguir a fórmula de "como fazer uma boyband", mas os britânicos Take That levaram o conceito a novas alturas. Por exemplo, o seu agente Nigel Martin-Smith foi o primeiro a apostar no apelo da comunidade gay. Ao contrário do que é habitual, o sucesso dos Take That foi-se formando gradualmente desde 1991 mas a partir de 1993, Gary Barlow, Mark Owen, Howard Donald, Robbie Williams e Jason Orange já eram rostos amplamente conhecidos. O tema mais famoso dos Take That é sem dúvida "Back for good" de 1995, o seu único hit nos Estados Unidos. Porém sempre tive uma preferência por "Pray" de 1993, um dos videoclips que marcaram a minha descoberta da MTV nesse Verão do curto período em que a minha família foi proprietária de uma antena parabólica. É uma daquelas canções que para mim têm toda a essência de uma música de Verão e ainda hoje gosto muito do videoclip, filmado no México.
Como é sabido, Robbie Williams deixou a banda em 1995 rumo a uma extremamente bem-sucedida carreira a solo. Em 2006, após um hiato de dez anos os outro quatro membros reuniram-se para uma tournée que teve tão sucesso que justificou um regresso aos discos que se vai mantendo até hoje, inclusivamente com Robbie Williams a bordo no álbum "Progress" de 2010.
#1 "Everybody (Backstreet's back)" Backstreet Boys (1997)
Pressentindo que a Europa estaria mais receptiva na altura ao género do que a América, o manager Lou Perlman pegou no projecto que tinha em mãos, os Backstreet Boys, compostos por A.J. McLean, Brian Littrell, Howie Dorough, Kevin Richardson e Nick Carter e decidiu promover o material na Alemanha. O sucesso não se fez esperar por essa Europa e em 1996 somavam hits como "We've got it goin' on", "I'll never break your heart" e "Quit playing games (with my heart)". (Perlman repetiria a mesma fórmula com outro grupo, nada menos que os NSync).
Um dos pontos altos do repertório é sem dúvida "Everybody (Backstreet's back)", um dos últimos hits resultantes da união dos dois gurus suecos da música pop, Max Martin e Denniz PoP, antes da morte deste, com um daqueles refrões que ficam logo incrustados nos ouvidos à primeira audição: "Everybody, yeah, rock your body, yeah, everybody rock your body right. Backstreet's back, alright!". Igualmente inesquecível é o videoclip onde cada um dos membros encarna uma personagem monstruosa. No ano seguinte, o sucesso chegou por fim aos Estados Unidos.
Com alguns hiatos pelo caminho, os Backstreet Boys continuam no activo e a editar álbuns. Em 2011, fizeram um álbum e uma digressão conjuntamente com os New Kids On The Block.
"Teenage Mutant Hero Turtles: The Coin-Op" é um beat-em-up na sua versão para o computador Spectrum.
A origem do jogo remonta a 1989, quando foi lançado nas máquinas de arcada pela Konami com o título "Teenage Mutant Ninja Turtles", e baseado na clássica série animada das Tartarugas Ninja. Em 1991, foi convertido e publicado pela Image Works para ZX Spectrum ( e outros sistemas de computador caseiro). Nessa altura, na Europa o título foi mudado para "Teenage Mutant Hero Turtles: The Coin-Op!", devido á censura da palavra Ninja na franquia; o mesmo motivo pelo qual muito do material das Tartarugas vendido em Portugal dizia Hero e não Ninja. "Coin-op" é a versão curta de "coin-operated video game", as máquinas de arcada (que inclui videojogos e outro tipo de maquinetas).
A capa da caixa do jogo.
Tal como a arcada - que podem ver na imagem abaixo - o jogo suportava 2 jogadores simultâneos. Repare-se no detalhe delicioso de que a caixa - vendida para o Spectrum - exibe imagens do jogo para outra plataforma, obviamente de melhor qualidade gráfica. Mas, tem o aviso "Screen Shots: Amiga".
No verso da caixa de cartão (acima) os objectivos do jogo: salvar April O'Neil de um edificio em chamas, e libertar o Mestre Splinter, raptado por Bebop e Rocksteady, os capangas do vilão Shredder.
Comparem as imagens acima com as do jogo para Spectrum:
E dentro da caixa, a cassete com o jogo:
Um video com o gameplay:
Estas imagens foram capturadas e enviada pelo meu caro sócio do CINE31, o Bruno Duarte, ao qual agradeço! Recordo novamente o site dele, o Grand Temple, onde o Bruno fala de cinema e tem "Videos Caseiros de Qualidade Duvidosa". True story!
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"História de Portugal", a lúdica e educativa caderneta de cromos da Agência Portuguesa de Revistas. Segundo o anúncio, "não existe acontecimento ou figura histórica da lusa pátria que alguém não aprenda de cor e salteado!". E os cromos para colar na caderneta eram vendidos a 5 tostões, cada 3 cromos. "Coleccionar...é aprender!"
Esta colecção de cromos foi editada pela primeira vez em 1953, e durante as duas décadas seguintes foi reeditada várias vezes. A primeira edição era composta por 203 cromos, mas a edição que nos ocupa, de 1969, era a 15ª edição e contava com 205 cromos, ilustrados por Carlos Alberto Santos.
Claro que não podia faltar o cromo lambe-botas do doutor Oliveira Salazar:
Retirado da revista "Mundo de Aventuras" #1018, Agência Portuguesa de Revistas (APR) de 1969.
Actualização:
"Já não receio <> em História... sei a História de Portugal de ponta a ponta! Com o belo álbum História de Portugal não existe acontecimento ou figura histórica da lusa pátria que eu não saiba de cor e salteado! É uma maravilha" Retirado da revista "Tarzan - Suplemento Mundo de Aventuras" #06, Agência Portuguesa de Revistas (APR) de 1969.
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Cinco anos após o lançamento, o "Tulicreme" associou-se à imagem de uma famosa personagem: o intrépido gaulês Asterix. estou a escrever isto antes do pequeno-almoço e esta imagem já me deu fome...
Aliás, podem reparar na inscrição "coleccione mais 6 novos livrinhos". Exacto, segundo o blog "História dos Quadradinhos", a colecção começou em 1968, e consistia em 17 livrinhos de 5x5 centímetros!
Um das capas destas edições da Ibís:
Anúncio retirado da revista "Mundo de Aventuras" #1018, Agência Portuguesa de Revistas (APR) de 1969.
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"6 Balas Nº 1" Fonte: A História da Agência Portuguesa de Revistas
"Cow-Boy Nº 21" Fonte: A História da Agência Portuguesa de Revistas
Anúncio retirado da revista "Mundo de Aventuras" #1018, Agência Portuguesa de Revistas (APR) de 1969.
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"Slam 'n Jam '95" é um videojogo de 1995 (duh) para 3DO Interactive Multiplayer (3DO para os amigos), que a Wikipedia indica ter sido a primeira consola doméstica de 32-bits (fabricada por várias empresas, sendo o mais famoso o da Panasonic).
Não sou grande gamer, e ainda pior a nível de jogos desportivos jogos desportivos (além dos de futebol, só me lembro de experimentar o NBA JAM. Bons tempos do aluguer barato de jogos!), por isso, abordei este porque encontrei entre os meus recortes dos anos 90, uma página da revista "Correio da TV" ( do Jornal Correio da Manhã) com a rúbrica "Videojogos", escrita por Pedro Amaral.
E o jogo dessa semana era portanto o "Slam 'n Jam '95", um simulador de basquetebol:
"É capaz de provocar um impacto visual considerável, mesmo em quem está habituado à qualidade dos títulos para esta máquina, contudo, em termos de jogabilidade, podia ter-se ido mais longe". "A Crystal Dynamics conseguiu trazer para o ecrã todo o espectáculo e emoção que rodeiam cada partida, com pavilhões sempre cheios de um público entusiástico", basicamente meia dúzia de pixels aos saltos, mas que na época, comparado com o existente, acredito que fosse boa qualidade gráfica. E apesar de indicar que as opções disponíveis são o habitual, e que o nível de dificuldade é elevado, Pedro Amaral conclui que estamos "perante um excelente simulador de basquetebol, que curiosamente, oferece mais espectáculo a quem assiste do que a quem está a jogar.", e atribui uma nota global de 85%. Parece divertido, para quem gosta de jogos de basquetebol.
Video do utilizador "Nice and Games":
Como bónus, deixo aqui o rodapé da página dos "Videojogos", com o correio dos leitores. Desta vez, um leitor de Tomar enviou códigos de acesso para os níveis dos jogos "Krusty's Fun House", "Slider", "Chuck Rock", "Lemmings", "Pengo" e "Shinobi", todos para Game Gear. Outro leitor, de Queluz, anúncia que vende ou troca a consola Master System II.
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