sexta-feira, 28 de março de 2014

Heidi - Avôzinho / Olha O Sol - Cantado em Português

O monumental êxito do anime "Heidi" (1974) - a mais famosa adaptação de "Heidi's years of learning and travel" (Heidis Lehr- und Wanderjahre), a primeira parte da novela "Heidi", escrita por Johanna Spyri em 1880, sobre a jovem orfã Heidi que vai viver nos agrestes Alpes com o avô paterno - tornou inevitável o lançamento da banda sonora, que no nosso país até esteve disponível em várias versões. A que hoje nos ocupa e me veio parar à colecção pessoal há uns meses é a versão de Marcelo Duran.
O single é composto por dois temas, cantados em português. Os arranjos são da autoria de Luis Cobos, tal como a produção, em conjunto com Phonogram. As versões originais são os temas dos créditos iniciais e finais, e foram cantados por Kayoko Ishū e Kumiko Ohsugi ("Marco", "Doraemon"), respectivamente.
Além dos títulos, a capa frontal (no inicio do artigo) e traseira (abaixo) não contém qualquer elemento que a identifique inequivocamente à série animada.

Heidi [Polydor / Phonogram - 2063 011]
No Lado 1:
"Avôzinho" (Oshiete) - Eriko Kishida / Takeo Watanabe, na Versão de Marcelo Duran; o über-famoso tema dos créditos iniciais, cantado por milhões de crianças e adultos nos anos cromos, e ainda hoje em dia.


No Lado 2:
"Olha O Sol" (Mattete Goran) - Eriko Kishida / Takeo Watanabe, na Versão de Marcelo Duran;


Até ao momento, não encontrei online estas versões específicas, por isso deixo estes videos para recordarem os temas:

Avôzinho - Genérico Inicial:




Olha O Sol - Genérico Final: "Olha O Sol" - Vídeo sem imagem, apenas som.


Nem nos discos, nem na capa está a informação dos cantores em português, mas o blog "O Meu Piu Piu" atribui o feito a Maria João e Coro. Mas como no mesmo artigo a editora e o número são diferentes do que tenho aqui indicado; talvez seja ainda outra versão.
Brevemente conto colocar aqui no blog, uma das outras versões portuguesas, cantada por Magda, e com arranjos de Shegundo Galarza.

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quinta-feira, 27 de março de 2014

American Gigolo (1980)

por Paulo Neto



"American Gigolo", realizado por Paul Schrader, o reputado argumentista de "Taxi Driver" e "Touro Enraivecido", estreou em 1980 e pela banda sonora, guarda-roupa, fotografia e iluminação, foi sem dúvida um dos primeiros filmes a gritar "Anos 80!" por todos os poros, prenunciando e possuindo muitos elementos que marcariam a produção Hollywoodesca nessa década.




Eu nunca vi o filme completamente, apenas o apanhei a espaços (como ontem à noite no Canal Hollywood) mas a história é simples. Julian Kaye (Richard Gere) é um escort masculino: bonito, elegante e culto, parece a encarnação da fantasia para muitas mulheres, sobretudo as mais endinheiradas e negligenciadas pelos maridos, pelo que é um dos melhores do ofício em Beverly Hills. Como tal, a sua "competência" permite-lhe viver uma vida luxuosa num condomínio privado. Apesar de insistir em não misturar negócios com prazer, Julian acaba por se envolver com Michelle (Lauren Hutton), uma  mulher solitária, casada com um político.
As coisas complicam-se quando Julian torna-se o principal suspeito do homicídio de uma mulher, cujo marido uma vez lhe pagou para vê-lo ser física e sexualmente agressivo com ela enquanto ele assistia. Incapaz de conseguir provar a sua inocência e cada vez mais encurralado pela polícia, nomeadamente o agente Sunday (Hector Elizondo), e por pessoas em que confiava, a salvação de Julian poderá estar em Michelle mas para isso ela terá de arriscar a sua reputação.




"American Gigolo" ficou para a história por três motivos: primeiro, a banda sonora de Giorgio Moroder e que incluía "Call Me", um dos temas mais emblemáticos dos Blondie; segundo, o guarda-roupa do filme que esteve a cargo de Giorgio Armani, na altura ainda algo desconhecido na América, pelo que este filme é creditado como um dos factores que levou à ascensão de Armani no mundo da moda; terceiro a cena onde Richard Gere levanta-se da cama completamente nu e entretém-se a manejar as persianas da janela enquanto conversa com Lauren Hutton - apesar da distância do plano e da iluminação semi-obscura é possível vislumbrar Gere em toda a sua...glória. (Que também mostraria em "O Último Fôlego").



Reza a lenda que esta uma das cenas de um filme onde mais vezes o botão de pausa foi carregado em vídeos e leitores de DVD ao longo dos anos. Aliás, num episódio da série "Gillmore Girls", Lorelai organiza uma despedida de solteira em que uma das actividades consiste num visionamento de "American Gigolo" com uma pausa de cinco minutos na cena de nudez de Richard Gere. Curiosamente, o papel principal foi inicialmente atribuído a Christopher "Superman" Reeve, com Gere como segunda escolha. John Travolta também mostrou interesse no papel, mas acabaria por voltar atrás, pelo que Gere acabou por ser a opção definitiva.

Trailer: 


"Call Me" Blondie





    

domingo, 23 de março de 2014

Felicidade (1991-1992)

por Paulo Neto

No início dos anos 90, além das telenovelas no horário nobre e da hora do almoço nos dias de semana, a RTP também exibiu algumas telenovelas aos fins-de-semana como "Kananga do Japão", "Araponga" e "Despedida de Solteiro".



Foi também o caso de "Felicidade", exibida no Brasil entre 1991 e 1992 e em Portugal entre 1992 e 1993 (posteriormente reexibida na SIC), da autoria de Manuel Carlos, autor famoso por dar o nome de Helena às protagonistas femininas das suas telenovelas, uma tradição que começou em "Baila Comigo", que prosseguiu nesta novela e continuou com as suas novelas seguintes. A Helena de "Felicidade" foi Maitê Proença interpretando uma heroína de telenovela algo atípica, pois não era a típica protagonista boazinha.


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A primeira fase da telenovela começa em Vila Feliz, uma cidade fictícia do estado de Minas Gerais. Helena é rapariga mais bonita da cidade, onde mora com os seus pais, o sonhador Ataxerxes (Umberto Magnani) e a sensata e amarga Ametista (Ariclê Perez) e com a sua irmã Lídia (Monique Curi). Helena tem um séquito de admiradores, em especial o poeta Zé Diogo (Marcos Winter). Porém Helena sonha com uma vida longe da cidadezinha e dos hábitos provincianos. Quem a acaba por conquistar é o advogado carioca Álvaro (Tony Ramos) que visita a vila e com quem tem um curto mas intenso romance. Helena acaba por casar logo com o seu próximo namorado, o engenheiro agrónomo Mário Silvano (Herson Capri). Porém o casamento fracassa e ambos seguem caminhos separados. Helena reencontra Álvaro e apesar deste estar casado com a desequilibrada Débora (Viviane Pasmanter), os dois retomam brevemente o romance. Helena acaba por ficar grávida e decide mudar-se para o Rio de Janeiro onde dá a luz Bia (Tatyane Goulart) e onde se passa o resto da acção. 


Oito anos mais tarde, Helena trabalha para Cândida (Laura Cardoso), a mãe de Álvaro. Entretanto, Bia torna-se muito amiga de Alvinho (Eduardo Caldas), filho de Álvaro e Débora, sem que as duas crianças saibam são irmãos. Tudo isto leva a uma gradual reaproximação entre Álvaro e Helena, apesar dos esforços de uma cada vez mais instável Débora para os separar. Só no penúltimo episódio é que Helena revela a Álvaro que Bia é sua filha. Como castigo final, Débora sofre um acidente e fica paraplégica.


Ao contrário ao que era habitual nas telenovelas, o parzinho protagonista não era uma fonte de virtudes: Helena, ciente da sua beleza, quando queria aproveitava-se dos interesses que os outros tinham por ela e podia ser caprichosa e manipuladora, e Álvaro era ambicioso e materialista, preferindo ao início o dinheiro de Débora ao amor de Helena. Mas quem era mesmo má era Débora, que era totalmente obcecada pelo marido, e fazia todo o tipo de crueldades a Helena e Bia. Até parecia inacreditável que esta era a primeira telenovela da actriz Viviane Pasmanter e que ela só tinha apenas na altura 20 anos, pois interpretou magistralmente uma intensa vilã e uma personagem na casa dos trinta anos, não parecendo muito mais nova que um quarentão Tony Ramos. Lembro-me que a minha mãe, quando via a telenovela, repetia volta e meia: "Esta Débora é uma autêntica víbora!". Por isso era um bocado irónico que cada episódio terminasse com um arco-íris, mesmo sobre um amuo de Helena ou uma patifaria de Débora.
            
Porém a cena da telenovela que mais me marcou foi uma que envolvia duas personagens secundárias. Tuquinha (Maria Ceiça), filha de Batista (Milton Gonçalves), o administrador do prédio no Rio de Janeiro para onde Helena vai morar, realiza o seu sonho de ser porta-estandarte da sua escola de samba no Carnaval mas acaba por morrer esfaqueada pelo seu ex-namorado Tide (Maurício Gonçalves), um violento marginal.





Outra personagem marcante era o Chico Treva (Edney Giovenazzi), o coveiro de Vila Feliz, portador de uma deficiência mental e de uma aparência grotesca, também ele com um fraco por Helena. Apesar dos maus tratos da população, em especial das crianças que lhe dizem "não me leva, Chico Treva", tem um bom coração e acaba por influenciar a vida de várias personagens, em especial Helena e Bia.


Da banda sonora, há a destacar o tema de Bia, "Estrela Amiga", interpretada pelo grupo infantil Ping Pong





        

sábado, 22 de março de 2014

Super-Homem Português - Herman José (1979)

O que acontece quando se junta o maior super-herói e o maior humorista português? O resultado é este "Super-Homem Português", o quarto single de Herman José Krippahl.
Na época do lançamento do single, em 1979, o jovem artista vinha de sucessos musicais como "Saca O Saca-Rolhas" (1977) e "Olho Vivo e Zé d'Olhão" (1978). Antes, ainda em 1974, Herman estreara-se no teatro, e um ano depois na televisão, no clássico número "Sr. Feliz eSr. Contente", com o também mítico Nicolau Breyner. Estas músicas, anedotas e outros personagens que encarnava, compunham os seus espectaculos em tour pelo país.

Na capa frontal, um ainda elegante Herman José trajava um fato de Super-Homem, bem melhor que muitos disfarces de Carnaval semelhantes que já vi. O escudo no peito substituiu o tradicional "S" por um cifrão, simbolo de dinheiro.
No verso, os títulos e créditos dos dois temas incluídos no disco fabricado em Portugal, editado pela Polygram com o selo Polydor..

A música que dá nome ao disco e ocupa a Face 1:, "Super-Homem Português" tem letra de António Avelar Pinho, e música e produção de Tozé (Tó Zé) Brito.

Podem compara com esta versão mais recente: "Super-Homem Português" (2012)


Na Face 2, "O Cowboy da Reboleira", novamente com letra de António Avelar Pinho, mas com música e produção de Mike Sergeant.



A letra do "Super-Homem Português":

Acorda a espreguiçar-se e a pensar não fazer nada,
Compõe a brilhantina, veste a calça afunilada.
Mergulha como o Sol na grande balda nacional
O super-homem português em Portugal.

Atira cumprimentos aos ardinas desportivos
E sente inchar o peito quando há jogos positivos,
Depois toma de assalto um autocarro matinal,
O super-homem português sensacional!

Refrão:
Eu sou o super-homem, o maior da minha rua.
E faço dez segundos do Rossio até à Lua.
Um super, super-homem assim tão super há só um.
Um super, super-homem português e mais nenhum.

No aperto do metro não resiste e bem ligeiro
Apalpa na menina à sua frente que é traseiro!
Leva c'a mal na testa p'ra que não se porte mal,
O super-homem português do sopeiral.

À hora do almoço faz das tripas coração,
Num pastel de bacalhau e num triste carrascão.
E conta uma anedota ao parceiro habitual,
O super-homem português de Carnaval.

Refrão

Ao Domingo faz de conta que é cowboy de matiné,
Que é rei de qualquer coisa ao balcão de um estaminé,
Apanha uma perua de tremoço e de imperial,
O super-homem português dominical.

Assim se faz a vida deste herói do nosso tempo
Usando o dia-a-dia no seu próprio contra-tempo
Está sentado na geral do manicómio nacional,
O super-homem português de Portugal.



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Crocodilo Dundee (1986)


Há filmes que só deviam ser vistos em VHS. E foi o que fiz há umas noites, enquanto examinava algumas velhas cassetes de vídeo que me vieram parar ás mãos. A ideia era ver os conteúdos em fast forward, mas depois da imagem estabilizar deixei-me ficar a rever este clássico que volta e meia passava na televisão. Três cenas recordo-me desde que o vi há séculos: o assaltante que Dundee trava com um lata certeira na nuca, a comparação de facas, e o fio dental da Linda Kozlowski.
Michael "Crocodile" Dundee (Paul Hogan) vive numa zona remota da Austrália, caçando ilegalmente crocodilos. Depois de sobreviver ao ataque de um desses animais atrai a atenção de parte da imprensa norte-americana, na forma de Sue Charlton (Linda Kozlowski), a filha do editor de um grande jornal (nepotismo?) que parte em busca de Dundee para este lhe revelar como conseguiu sobreviver ferido numa área tão inóspita. Apesar de ao contrário da "lenda", Dundee ainda ter as duas pernas quase intactas, a troco de dinheiro ele e Sue partem numa pequena expedição. Dundee é fanfarrão e exibicionista, mas é um homem de bom coração, e imediatamente conquista Sue e o espectador. Depois da reportagem feita, começa o segundo acto, quando Sue convence Dundee a viajar, directamente dos pântano australianos para a selva urbana de Nova York. Obviamente, seguem-se várias situações de "peixe fora de água", em que várias vezes o solitário e ingénuo Dundee deve ter desejado estar de volta ás garras de um crocodilo em vez do gigantesco e luxuoso quarto de hotel ou as ruas apinhadas de formigas humanas.

O Trailer:
Obviamente o namorado da Sue é um idiota presunçoso, para o público não ter pena quando ela  inevitavelmente lhe puser os palitos com o exótico australiano vestido de couro de crocodilo. 

Travesti, prostitutas, chulos e droga aparentam ser coisas que não existem na Austrália, pelos menos naqueles desertos longínquos e poeirentos, mas abundam nos States. A cena na festa parece um mix de filme de época e freakshow. Como escrevi no inicio, uma das cenas mais fixes do filme é quando Dundee agarra uma vulgar lata (de feijão ou algo semelhante) para acertar a uma grande distância na cabeça do ladrão que acabara de roubar uma senhora anónima nas ruas da Grande Maçã. Ainda relativamente a confrontos com criminosos há a divertida sequência de comparação de tamanho de facas (o que Freud teria a dizer?). Confessem que ainda sonham um dia reproduzir a cena durante um assalto numa qualquer esquina escura de Lisboa. E devo acrescentar que o fio dental envergado por Linda Kozlowski junto a um lago infestado por (surpresa!) crocodilos, ainda me pareceu melhor do que me recordava. Toda a parte de comedia romântica é bem previsivel, mas agradável de ver, devido ao carisma de Dundee e à química da dupla protagonista, que depois extravazou para a "vida real" do casal de actores. Em suma, um belo exemplar de comédia dos anos cromos que ainda se vê muito bem!
Depois do êxito (na Wikipédia é indicado que um orçamento de menos de 9 milhões de dólares rendeu bem mais de 300 milhões), naturalmente chegaram as sequelas.

"Crocodile Dundee II", de 1988, trouxe de volta a dupla de sucesso, desta vez contra um mortal cartel de droga colombiano:
Crocodile Dundee II (1988) - Trailer
 Já no século XXI, mais concretamente em 2001, chegou o filme menos bem sucedido da trilogia, "Crocodile Dundee In Los Angeles":
Crocodile Dundee In Los Angeles (2001) - Trailer

Paul Hogan - que ganhou um Golden Globe pelo papel no original, sendo também responsável pela ideia e história - já era famoso na sua Austrália natal e no Reino Unido, mas depois - pelo menos no Mundo Ocidental - nunca mais se conseguiu livrar desta personagem, apesar de outros filmes como a comédia western "Ligthning Jack" (1944) e o remake "Flipper" (1966); e Linda Kozlowski desde então entrou em menos de uma dúzia de filmes, datando o último de 2001. Paul e Linda estiveram casados entre 1990 e 2013, quando se divorciaram. Entretanto, há uma série de anos que Hogan está envolvido numa gigantesca guerra legal relacionada com o não pagamento de impostos; e a sua ultima participação num filme foi em 2009.


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sexta-feira, 21 de março de 2014

O.B.

E novamente, um anúncio a tampões, inevitável quando se retira publicidade de revistas femininas. Mas desta vez a marca é o famoso "o.b.". O anúncio inclui um desenho cientifico a explicar a colocação dos ditos tampões...
Veja também uma publicidade do final dos anos 80: "O.B. (1988)".


Esta foto faz parte da grande colecção croma que a Ana Trindade tem em exposição no Facebook.

Mais cromos da Ana Trindade: "Enciclopédia de Cromos - Ana Trindade".

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quinta-feira, 20 de março de 2014

Tampax

Lembro-me que para um míudo que só conhecia os tampões dos automóveis, ver estes enigmáticos reclames nas  revistas, sobre tampões femininos, era achar tudo isto muito misterioso. Só mais tarde as aulas de Biologia explicaram boa parte destes "mistérios", e um dos tabus da publicidade. O anúncio do topo, dos Tampões "Tampax", argumenta que aplicar tampões era agora mais fácil, e no anúncio seguinte - também da mesma marca - até prometem divertimento sem fim durante o Verão. Visto assim, até não se percebe do que as mulheres se queixam!
Veja também outra publicidade do final dos anos 60: "Tampax (1969)".

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quarta-feira, 19 de março de 2014

YSOL 206


Afinal o famoso Quitoso não é o único exterminador de piolhagem da petizada. Este "YSOL 206" tem nome de fórumla química potente, capaz de exterminar países inteiros com uma detonação.

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