terça-feira, 22 de maio de 2012

Rendezvous com Rama (1973)

"In the year 2130, a strange object is discovered, hurtlin through space on what could be a collision course with Earth.
What is it?
Where did it come from?
And, most important, what does it want?
Those are the questions scientists on Earth have to anwser - and fast - if Mankindd is going to be ready for its first encounter with an alien intelligence!"

As frases anteriores estão inscritas na contracapa de "Rendevous With Rama", a galardoada obra de Arthur C. Clarke. Tendo terminado hoje a sua leitura só lamento ter levado tantos anos até me decidir a lê-la.*

A história é enganadora mente simples: no século 22 é detectado a entrar no sistema solar um objecto alienígena. A nave tripulada Endeavour é enviada para explorar o enorme cilindro metálico de 54 km de comprimento e 20 km de diâmetro. Quando entram na misteriosa e gigantesca nave descobrem um mundo aparentemente morto que repentinamente volta à vida. A equipa de astronautas e inúmeras equipas de cientistas na terra vão trabalhar arduamente para descobrir o propósito das enormes construções, do mar congelado interior e de outras inúmeras surpresas e eventuais ameaças planeadas pelos desconhecidos que construíram a nave, apelidada de Rama.

Posso afirmar que é um dos melhores livros de ficção cientifica que já tive o prazer de ler, e olhem que há mais de duas décadas que devoro trabalhos de qualidade de autores como o próprio Clarke, Isaac Asimov, Carl Sagan, e mais recentemente Robert A. Heinlein e Philip K. Dick! Publicado originalmente em 1973, é um livro extremamente bem concebido, em progressão dramática, descritivo mas nunca aborrecido, imersivo e surpreendente até ao final. Clarke, através da heterogénea equipa de astronautas a bordo de Rama e dos cientistas na Terra, conseguiu abordar o tema da exploração de um artefacto extraterrestre não só do ponto de vista cientifico, mas também quais seriam as consequências sociais, religiosas e políticas. O comandante Bill Norton, que têm duas famílias (legais é claro, uma em Marte e outra na Terra), permite ainda um olhar sobre as diferenças subtis da sociedade do século XXII. No estilo tradicional de Clarke, todos os acontecimentos têm fundamentação cientifica** - nada de fantasia cientifica aqui, - esta é uma obra da  chamada ficção cientifica hardcore!

Um livro excelente para quem sonha com o desconhecido, com o espaço e os seus mistérios!


Capa da minha edição de 1984 da Del Rey Books, publicada pela Ballantine Books ISBN 0-345-31560-6

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Canções da Terra Distante




Confirmei há pouco tempo - graças à Internet - o que já suspeitava hà muitos anos: a estreita ligação entre o livro de Arthur C. Clarke (1986) e o álbum de Mike Oldfield (1994) com o mesmo título: "The Songs of Distant Earth" (Canções da Terra Distante). Clarke é um dos meus escritores favoritos de sci-fi e de Oldfield conheço basicamente alguns clips que passaram nas TVs ou rádios.

O planeta oceânico Thalassa, por volta do ano 3800, é habitado por humanos que foram transportados como embriões em  naves semadoras (originárias da Terra, ameaçada pela eminente explosão do Sol) que chegaram à séculos ao planeta desabitado. A sociedade é pacífica com  tecnologias não agressivas, uma utopia quase perfeita, livre da influência maligna de vícios e preconceitos. Até que um dia surge nos céus de Thalassa uma nave espacial, a Magellan, conduzida pelos últimos sobrevivente do planeta Terra, entretanto destruído quando o Sol se transformou numa super-nova. Enquanto os terráqueos preparam um escudo de gelo - utilizando a tecnologia de elevador espacial - para proteger a nave  antes de continuarem viagem até ao planeta Sagan-2; os elementos das duas sociedades (tão diferentes em todos os aspectos) vão desenvolver uma série de relações de amizade, amor, troca de conhecimentos e tecnologias, que os modificam para sempre.




A novela de Clarke é baseado num história curta homónima, publicada por si em 1958, na colectânea The "Other Side of the Sky". Li a versão mais longa de 1986 há cerca de vinte anos, e voltei a revisitá-la há alguns dias. Continua bastante satisfatória, apesar de algumas passagens um pouco utópicas e ingénuas. 

Clique no link para ler o resto do artigo:

sábado, 19 de maio de 2012

United Distillers (1992)

Publicidade e mensagem de Natal da "Unitied Distillers", retirada da revista "Nova Gente" nº 846 - Dezembro de 1992.

Clique na imagem para aumentar o anúncio:


quinta-feira, 17 de maio de 2012

Rose Noire - parfum de toilette (1992)


Publicidade ao Parfum de Toilette "Rose Noire", par Giorgio Valenti, retirada da revista "Nova Gente" nº 846 - Dezembro de 1992.

Anúncio completo, clique na imagem para a aumentar:

"Rose Noire. Um perfume sublime profundamente emotivo e sensual."

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Gelados Tá Tá


"Gelados Tá Tá" vendidos dentro de uma bola de plástico. A marca destes é "Tá Tá", que creio ainda estar em actividade na Amora, Seixal, como se vê estampado na bola azul. Encontrei referência "Tata - Sociedade Produtora e Distribuidora De Gelados, Lda" no site: www.netsetubal.com. Creio que havia outras marcas a  vender gelados em bolas, lembram-se de algumas?
Vejam com mais detalhes as bolas que traziam os gelados dentro. Encontrei as fotos no site de leilões Miau:


Máquina de Lavar Roupa Ariston (1992)

Publicidade à Máquina de Lavar Roupa da marca "Ariston", retirada da revista "Nova Gente" nº 846 - Dezembro de 1992:

O reclame completo, com os detalhes técnicos da máquina de lavar:

Slogan: "Ariston - Consigo para a vida!".

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nova Gente Beleza

"Nova Gente Beleza", página de sugestões de produtos de beleza, desde perfumes a maquilhagem, retirada da revista "Nova Gente" nº 846 - Dezembro de 1992.:
Cada um dos produtos em detalhe, pode clicar nas fotos para as aumentar:
Fond de teint "Teint Secret" - Bourjois
"fond de teint" Beauté Benetton:

Cologne "Aramis"
 Veja o resto das fotos depois do link:

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Desenho Fantasma


Desenho Fantasma (Ghost Writer), um quadro (dupla face) magnético quer permitia criar desenhos, agitar e criar novos desenhos! Apesar de ser um esquema diferente dos mais famosos "Ecran Mágico", também vendido pela Concentra, lembro-me de haver em casa algo do género, com caneta mas com uma técnica ligeiramente diferente. Neste Desenho Fantasma, o quadro tinha uma face com um ecrã quadrado e outro com forma de uma cabeça. Na foto acima, as embalagens da versão normal e a versão de viagem "Travel Ghost Writer), mais compacta.

O excelente canal de Youtube Cruxices, tem o anúncio português do Desenho Fantasma:

O refrão da canção é "Desenho Fantasma, shake, shake", fica no ouvido :)

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