terça-feira, 23 de maio de 2017

The Lost World: Jurassic Park (1997)

Estreou nos EUA em 23 de Maio de 1997 - há exactos 20 anos - o filme "O Mundo Perdido: Parque Jurássico" ("The Lost World: Jurassic Park"), a obrigatória sequela de "Parque Jurássico" ("Jurassic Park") de 1993, ambos adaptados a partir das novelas de Michael Crichton pela mão de Steven Spielberg.


Indo directo ao assunto: não está à altura do original, apesar dos bons efeitos especiais e interessantes sequências de acção. Dizem as más línguas que o realizador perdeu o entusiasmo pelo projecto durante as filmagens e que o terminou contrariado.

Obviamente que o filme não tem a frescura do primeiro JP, e além do carismático Jeff Goldblum promovido a actor principal, o resto do elenco - apesar de competente - não tem aquela harmonia do filme de 93. Lembro-me de ler numa revista da época que a irritante - já não revejo há alguns anos - filha do Dr. Malcom tinha sido um erro dos departamentos de casting e direcção de actores, usualmente tão elogiadas nas produções Spielberg, principalmente quando se fala de actores-mirím.

O filme resume-se rapidamente: o local é outra ilha onde os dinossauros foram criados antes de ser levados para o parque. Tudo esteve abandonado ao Deus dará durante meia dúzia de anos, "life finds a way". Obviamente, depois dos civis descobrirem a ilha começam as expedições. Obviamente, corre tudo mal. Explorar uma ilha cheia de repteis gigantes para tirar fotos para o Instagram em papel? O que podia correr mal? Capturar dinossauros para os levar para o continente? O  QUE PODIA CORRER MAL? Pior só a cria de humano que - surpresa - viaja ás escondidas atrás do pai para UMA ILHA CHEIA DE DINOSSAUROS. Spoiler: não é comida pelo T-Rex...

O tom geral desta continuação é mais escuro - até na fotografia - e cínico, com mais algum terror leve em detrimento da aventura, e a mudança de cenário no final, com a transposição das bestas do começo dos tempos para o nosso ambiente tecnológico é quase universalmente desprezada, mas tem alguns dos meus momentos favoritos do filme, com boa dose de humor negro e referências da cultura pop.


Apesar de não chegar à perfeição do primeiro capítulo, é uma sequela que não envergonha a franquia e que se vê muito bem.

Sejamos francos, nunca nos vamos cansar de ver humanos a fugir de dinossauros recriados por humanos. É o karma, e tal...


Num artigo relacionado, o álbum de cromos autocolantes: "The Lost World: Jurassic Park - Caderneta de Cromos (1997)".


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The Lost World: Jurassic Park - Caderneta de Cromos (1997)


Para os fãs de filmes de aventuras e dinossauros à mistura, hoje assinala-se a estreia (norte-americana) do filme "O Mundo Perdido: Parque Jurássico" ("The Lost World: Jurassic Park") de 1997. O título do livro que lhe deu origem (do escritor Michael Crichton) homenageia o "O Mundo Perdido" de Conan Doyle, publicado em 1912, 85 anos antes desta continuação do mega-êxito "Parque Jurássico" ("Jurassic Park") de 1993. O filme não está à altura do original, mas é bastante entretido. A sinopse é simples: os dinossauros que vimos na ilha Nublar no primeiro filme foram criados noutra ilha. E é claro que as expedições a esse mundo perdido vão correr mal...
Recordo bem que a banda sonora criada pelo mestre John Williams para o "The Lost World" foi das minhas primeiras compras numa excursão à recente FNAC do Colombo. Creio que vim na camioneta de volta ao Algarve a ouvi-la no meu leitor de Cds à prova de choques. Consegui há pouco tempo um belo livro do "Making Of" do filme, mas a peça de merchandising que trago hoje para a Enciclopédia está na minha posse desde 1997, a caderneta de cromos oficial.

Editada pela Merlin, a colecção era composta de 228 cromos autocolantes, distribuídos por 40 páginas. O preço de venda era 195 escudos.

A capa frontal da caderneta:
Na capa, além do logo do filme, os dizeres ficaram em inglês: "sticker album" e "something has survided".

Cromos normais:

Cromos especiais, com algum relevo e cores metalizadas:


Como podem ver, a minha caderneta está praticamente intacta, devo ter cerca de uma meia dúzia de cromos colados:


Dos nossos leitores, quem a conseguiu completar? Eu na época já ligava pouco a cadernetas, mas como era um filme que esperava ansiosamente, não podia deixar passar.

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segunda-feira, 22 de maio de 2017

Tulicreme Caramelo (1985)

 Com presença em Portugal há mais de meio século, os produtos Tulicreme foram uma constante em publicidade em revistas, principalmente dirigidas aos mais novos. Este é mais um anúncio a juntar à colecção Tulicreme aqui na Enciclopédia. Desta vez não há concurso, a ocasião era dar a conhecer o novo sabor Caramelo e o tradicional Cacau com mais sabor. Podem recordar as embalagens em mais detalhe abaixo, junto a uma foto de um piquenique. Ai se as formigas descobriam aquelas fatias de pão com "creme para barrar vitaminado". Tulicreme!

E para ajudar na engorda, as embalagens agora tinham 250g, com 10% grátis.
O corpo do anúncio reproduzia em estilo banda desenhada o anúncio animado do Tulicreme. Comparem abaixo com outros vídeos posteriores.

"É-Tão-Bom-Tu-Li, Tu-Li-Tu_Li-Cre-Me"

Tulicreme (1989)
Oferta de um jogo "3 em linha":


Tulicreme (1991)
Oferta de um escantilhão:


Imagens digitalizadas da revista "Disney Extra" Nº 4 (29/11/1985) e editadas por Enciclopédia de Cromos.
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domingo, 21 de maio de 2017

Super Street Fighter II - Caderneta de Cromos (1994)


Desde já quero deixar registados os meus agradecimentos ao leitor Bruno Silva, que cedeu fotos do seu exemplar para ilustrar este cromo da Enciclopédia. Aqui na Enciclopédia o Paulo Neto já recordou o videojogo da Capcom que deu origem a esta mania: "Street Fighter II" (1991). O tremendo sucesso desse jogo deu origem não à sequela "Street Fighter III" mas a várias continuações e melhoramentos do "Street Fighter II". Este "Super Street Fighter II" de 1994 (1993 nas arcadas) é a quarta dessas continuações e incluía vários novos personagens. Recordo muito poucas cadernetas de cromos sobre videojogos, mas imagino que esta tenha sido um sucesso. 

A capa frontal:


 A caderneta começava com uma introdução às novidades do "Super SF II":


O poster incluído na caderneta, com uma ilustração do elenco do jogo de porrada de meia-noite:

Páginas dedicadas aos competidores no torneio de Super SF II.
Ryu - a minha escolha para jogar SF II na versão manhosa que tinha para uma daquelas Famiclones, Family game. 
 Sagat:

 M. Bison. O vilão dos vilões. Que durante muitos anos julgava que era Mr. Bison!

 Ken. Não confundir com o namorado da Barbie.

 Comparação dos vários finais conforme o personagem que saísse vencedor do torneio:



Ao lado da última página, as instruções para completar a colecção de cromos,a  10$00 a unidade:



A caderneta aparentemente teve edições em 1994 e em 1998, pela mão da Merlin, totalizando 216 cromos. O preço de capa era 130$00.

O meu sócio de outro blog, o Bruno Duarte, colocou online em 2015 um vídeo sobre esta mesma caderneta de cromos, vejam no Youtube "Uma Olhada na Caderneta de Cromos Super Street Fighter II": 


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quarta-feira, 17 de maio de 2017

O maravilhoso mundo dos achocolatados

por Paulo Neto

Eu acho que a maioria de nós passámos na infância por um período em que beber leite tal como ele vinha no pacote sem acrescentar mais nada é das coisas menos apetecíveis de ingerir. Pelo menos eu recordo-me de que entre os quatro e os nove anos, era-me inconcebível beber leite branco sem pelo menos deitar um pouco de açúcar. Ocasiões houve onde também os meus pais deitavam um pouco do café que faziam de manhã ao pequeno-almoço no meu leite. Mas claro que durante essa período, a minha forma preferencial de consumir leite era dissolvendo nele umas boas colheradas de um qualquer achocolatado solúvel. E felizmente, vivia-se então numa época onde a oferta de marcas de achocolatados era maior que nunca, se bem que fui praticamente fiel a duas marcas.

Entretanto, à medida que me aproximava dos dez anos, devo ter pensado para comigo que era altura de deixar de ser menino e passar a beber o leite tal como ele veio do pacote para o copo sem juntar nada, como qualquer garoto com idade de dois dígitos que se preze. E embora tenha continuado até hoje a apreciar muito beber ocasionalmente leite com chocolate, foi o fim do período da minha mais intensa relação com os achocolatados.  

Neste texto, pretendo recordar algumas das marcas mais populares de achocolatados solúveis dos anos 80. Qual destas era a vossa preferida?

Coqui: É curioso como praticamente todas as marcas de achocolatados da minha infância continuam disponíveis nas prateleiras dos supermercados, prontas a deliciar as novas gerações. É o caso do Coqui que se manteve firme no mercados apesar de há já várias décadas não se lhe conhecerem campanhas ou anúncios televisivos. O único anúncio que me recordo é ainda da primeira metade dos anos 80 que terminava em freeze frame com uma rapariga de cabelo encaracolado a erguer bem alto um copo de leite com Coqui enquanto se ouvia o jingle: "Leite só com Coqui!" 
Produzido pela empresa Disfala da Amadora, mesmo sem grandes campanhas, o Coqui pode não ter tantos adeptos quanto outras marcas, mas sem dúvida que os que tem são fidelíssimos. Aconselho uma visita ao site ofical da marca. Tal é a constância do Coqui que a embalagem de lata com losangos pouco mudou desde 1969. Não me lembro de ter provado alguma vez leite com Coqui, mas recordo-me de ver em casa de algumas pessoas. Há também quem recorde que por vezes traziam copos de vidro como oferta.



Ovomaltine: Esta marca de origem suíça continua bastante popular em todo o mundo. Eu só me recordo ter provado uma ou duas vezes em casa de familiares. O que mais me recordo era de um jingle radiofónico: "Ovomaltine é sabor, Ovomaltine é vigor!". Porque sim, era uma das marcas de achocolatados que eram publicitadas com os benefícios de dar energia em actividades específicas. E aparentemente a principal particularidade do Ovomaltine era conter extractos de ovo na sua composição. Embora a embalagem de Ovomaltine tenha passado por várias alterações desde a sua primeira produção em 1904, o fundo laranja tem sido uma constante.



Alsa Chocdrink: Já falámos aqui do momento em que a Alsa, por excelência a grande marca das mousses de chocolate, aventurou-se também no mercado dos achocolatados com o Chocdrink, durante uma análise a um bloco publicitário de 1991, que continha um anúncio onde um grupo de miúdos se reúne em casa de um deles para beber esse divino néctar achocolatado. Não sei se o Chocdrink continua à venda ou se Alsa voltou a dedicar-se somente às sobremesas instantâneas, mas recordo-me que o sabor era assaz delicioso e que tinha uns grãos semelhantes ao do Nescafé.

(Anúncio a partir de 0:59:)



Milo: Creio que nunca provei Milo, mas lembro-me bastante bem de ver nas mercearias as embalagens de lata de cor verde com a imagem de um atleta. Como aliás se pode ver neste anúncio de 1983, era outra marca de achocolatados que promovia como uma fonte de energia para a actividade física, sublinhando que era um produto "vitaminado". (Embora hoje em dia seja algo discutível como um produto rico em açúcar ocupe um lugar de destaque numa alimentação saudável).
O Milo andou vários anos desaparecido das prateleiras dos supermercados nacionais, mas desde há alguns anos (creio que desde que a "Caderneta de Cromos" lamentou a sua ausência cá em Portugal), regressou aos nossos estabelecimentos comerciais.





Toddy: Criado em 1930 pelo porto-riquenho Pedro Santiago, Toddy permanece como o mais popular achocolatado da América Latina, tendo o seu sucesso chegado também à Península  Ibérica. Embora também houvesse a vertente de leite em chocolate numa garrafa (tipo UCAL), o achocolatado em pó teve mais sucesso em Portugal, sobretudo quando oferecia o famoso Toddy-cóptero, uma traquitana colorida que entreteve muito petiz nos anos 80. Eu lembro-me de ter tido pelo menos dois Toddy-cópteros.




Recordo-me também de um anúncio televisivo sobre um miúdo que está à baliza num jogo de futebol e não consegue defender os remates da equipa adversária. Perante a frustração do garoto, o treinador aproxima-se dele e canta-lhe em playback o jingle brasileiro: "Já tomou o seu Toddy hoje?". Outra coisa que recordo do Toddy é que foi o único a também ter um pó solúvel com sabor a morango.


Nesquik: Revelação chocante: nunca gostei de Nesquik! Gostava muito das mascotes; primeiro o Cangurik e depois o coelho Quicky, mas das vezes que bebi achei o sabor algo sofrível. Mas não há como negar que foi sempre talvez a marca líder, ou não viesse do gigante Nestlé.

No entanto, sempre muito fã dos Cereais Nesquik com aquelas deliciosas bolas de chocolate.
Em mais um caso de um anúncio que não está no YouTube mas de que me recordo, havia aquele em que um adulto em voz-off perguntava a um miúdo: "Gostas de leite?" ao que o garoto fazia uma cara feia. De novo o adulto "E com Nesquik?", e então o miúdo exclamava: "Haha!". O que confirmava que eu estava longe de ser o único a torcer o nariz ao leite branco não adoçado.



Cola Cao: E chegámos às minhas marcas de eleição. O Cola Cao foi sem dúvida um dos meus achocolatados preferidos de sempre. Não só por ser dos mais icónicos, com a sua eterna embalagem de plástico amarela e tampa vermelho mas também porque era dos que tinham um sabor a chocolate mais apurado. 

Tal como outras marcas também o Cola Cao, a mais popular criação do grupo alimentar espanhol Nutrexpa, apostava forte numa ligação às actividades de desporto. Por exemplo, lembro-me de uma campanha de anúncios anos 80 em que vários petizes viam os seus treinadores e /ou ídolos desportivos em acção até que estes se dirigiam para eles e diziam "agora tu, campeão" se fosse um rapaz ou "vamos, agora tu" se fosse uma rapariga ao que os garotos, após emborcarem um copo de leite com Cola Cao, se lançavam com afinco na ginástica, nos remates de futebol ou qualquer que fosse o desporto, terminando com o mitico jingle: "Cola Cao, ajuda com força, Cola Cao". Também encontrei este anúncio de 1986 com vários petizes em actividade física.



Como se essa ligação com o desporto não fosse suficiente, a Cola Cao também associou-se aos Jogos Olímpicos. Muitos recordam que por altura dos Jogos Olímpicos de 1984 em Los Angeles, vinham também com as embalagens uns bonecos semelhantes aos da Playmobil que seriam os atletas que entrariam a acção num estádio olímpico feito de cartão que acho que era preciso encomendar, enviando os rótulos das embalagens e nos Jogos Olímpicos de Seul em 1988, ofereciam t-shirts e sweatshirts oficiais do evento. 




Suchard Express: Não obstante, o meu achocolatado de eleição era o Suchard Express (ou como dizia a minha mãe, o Chuchar Express). Primeiro, era o que na minha opinião tinha o melhor sabor. Segundo, era o que era mais delicioso nessa outra instituição de infância que é comer achocolatados em pó à colherada, até ter os dentes e os lábios todos castanhos. Terceiro, era o que se dissolvia melhor no leite. E quarto, tinha o mais mítico anúncio a achocolatados de sempre, do começo em estilo banda desenhada, ao cão São Bernardo com a embalagem de Suchard Express na coleira, passando pelo inevitável torcer de nariz do rapaz ao ver um copo de leite ("Leite? Salvo!") aos pais a entrarem sorrateiramente no quarto, culminando com o pai a beber o copo de leite e Suchard Express, copo esse onde parece que o São Bernardo andou previamente a meter as fuças. 



 E agora, caros leitores da Enciclopédia de Cromos, digam qual era o vosso achocolatado preferido? Será um destes, ou outro que porventura foi esquecido neste texto?


sábado, 13 de maio de 2017

TOP 16 Festival Eurovisão da Canção (David Martins)


A Enciclopédia tem já uma quantidade apreciável de artigos sobre os Festivais da Canção e da Eurovisão [com direito a página dedicada e tudo] e o Paulo Neto é o nosso especialista no assunto, mas visto que há uns anos escrevinhei um Top do Festival da Canção - custou muito escolher as "finalistas"! - mais tarde ou mais cedo tinha que vir o meu Top do Festival da Eurovisão.
Obviamente, não vi ao vivo todos os escolhidos, no ano de alguns deles eu ainda estava "espalmado", mas conheci-os de retrospectivas do Festival ou por terem entrado para a cultura pop.
Nota: Enquanto estava a terminar este artigo estava a ouvir na televisão a votação do Festival da Eurovisão de 2017 e o impensável sucedeu: Portugal ganhou, com a canção "Amar pelos dois" interpretado pelo peculiar Salvador Sobral. Em 49 participações, desde 1964, algum dia tinha que ser!
Vamos então ver a minha lista pessoal, por nenhuma ordem especial, o meu TOP 16 do Festival da Eurovisão:


"Waterloo" ABBA (1974)

Semanas antes da Revolução dos Cravos, os suecos ABBA desencadeavam uma revolução musical do palco da Eurovisão para o Mundo.


"Dschinghis Khan" (Gengis Khan) - Dschinghis_Khan (1979)


Como a Alemanha Ocidental não podia levar uma canção sobre o Führer levaram esta extravagancia dançável baseada no sex symbol (!), herói, líder, genocida mongol Gengis Khan, pela banda homónima. Ficou em 4º lugar.



"Puppet on a String" Sandie Shaw (1967)


A entrada britânica que se tornou um êxito internacional, com direito até um cover da grande Simone de Oliveira: "Marionette".



"Yo soy aquel" Raphael (1966)


A sexta participação da Espanha no Festival saldou-se com o 7º lugar. Os nossos leitores menos velhos poderão reconhecê-la como a canção do genérico da novela portuguesa "Vingança". Essa mesmo, cantada pelos Anjos. Os jovens do antigamente decerto recordam a versão "Eu sou aquele" de Tony de Matos (obrigado ao Paulo Neto que mo recordou).


"Après Toi" Vicky Leandros (1972)


Tenho impressão que tenho este vinil algures cá por casa, que "emigrou" de França para Portugal no final dos anos 70.



"L'Oiseau Et L'Enfant" Marie Myriam (1977)


A representar a França, a cantora luso-francesa Marie Myriam (Myriam Lopes Elmosnino) que conquistou o primeiro lugar no certame desse ano em Londres.



"Hallelujah" Gali Atari e Milk and Honey (1979)


Contagiante tema, até para os ateus! Cá no burgo, António Sala versão bigodaça e o grupo Maranata fizeram a versão em português: "Aleluia".


"Un banc, un arbre, une rue" Séverine (1971)


Mais um que me parece bem familiar, talvez tenha ouvido muito pequeno.



"L'amour Est Bleu" Vicky Leandros (1967)


A primeira participação da grega Vicky Leandros na Eurovisão, aqui a representar o Luxemburgo, ficou em 4º lugar, mas continua a ser uma das músicas de mais sucesso dos anos 60 e com muitas versões.


"Nocturne" Secret Garden (1995)


Quase totalmente instrumental, o tema do duo irlando-norueguês (Fionnuala Sherry e Rolf Løvland) hipnotizou a plateia. E quando a voz da convidada Gunnhild Tvinnereim se ouve, arrepia...



"J'aime La Vie" Sandra Kim (1986)


Clássico dos anos 80. O Paulo Neto já lhe dedicou um cromo aqui na Enciclopédia.




"A-Ba-Ni-Bi" Izhar Cohen e Alphabeta (1978)


O ritmo parece um pouco tolo, mas é divertida. Não faço ideia sobre o que é a letra.

"La La La" Massiel (1968)


Nuestros hermanos levaram provavelmente a canção mais repetitiva de sempre, mas fica no ouvido.



"Poupée de cire, poupée de son" France Gall (1965)


Cantada por uma jovem "bonequinha" a letra da canção - de Serge Gainsbourg  - é cheia de duplos sentidos irónicos e cínicos.




"Save Your Kisses for Me" Brotherhood of Man (1976)


O Reino Unido sagrou-se campeão com esta música simpática e  que fica no ouvido.

Menções Honrosas:








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