sábado, 28 de fevereiro de 2015

Star Trek 1966-1996


O falecimento do actor Leonard Nimoy, que - apesar de muitos outros trabalhos ao longo da sua larga carreira de actor, realizador, fotógrafo, músico e poeta - marcou eternamente a cultura pop como o enigmático e lógico Sr. Spock da saga "Star Trek", fez-me vasculhar os meus ficheiros mais antigos em busca de algo relacionado e, directamente do meu arquivo que digitalizei há bastantes anos, trago-vos um grande artigo da extinta revista portuguesa de finais dos anos 90 "Heróis". Em 1996 assinalava-se o 30º Aniversário do nascimento da saga espacial.
Como sempre, cliquem sobre as fotos para as aumentar e ler melhor:
"Star Trek 1966-1996. 30 Anos-Luz! Viagens no Espaço Sideral"

A primeira página apresenta a emblemática nave "Enterprise", a navegar alta velocidade junto a um planeta.
E por baixo do título, o famoso discurso de abertura de cada episódio:
"Space: The Final Frontier. These are the voyages of the starship Enterprise. 
It's continuing mission to explore strange new worlds, 
to seek out new life and new civilizations, 
to boldly go where no man has gone before."
Curiosamente, esse discurso mistura as versões da série "Star Trek" original de 1966 com a de "Star Trek: The New Generation".
Na página seguinte, uma introdução à saga que naquele momento "compreende qualquer coisa como quatro séries de Televisão, uma série de desenhos animados e sete filmes":
Reparem que no rodapé da página podemos encontrar uma linha temporal - do desenvolvimento da série, filmes e outros momentos marcantes - que continua pelas próximas quatro páginas do artigo:

Na terceira, quarta e quinta páginas, continuam a descrição dos personagens principais, e a concretização do primeiro filme - um dos meus favoritos - "Star Trek: The Motion Picture" e da série que continua as aventuras, mas com uma nova Enterprise e tripulação:


Depois da "Nova Geração" e mais filmes, chegou a vez de "Star Trek: Deep Space 9":
Em 1995, a série sucessora foi "Star Trek: Voyager", a que melhor acompanhei na TV.
Na última página do artigo podemos vislumbrar os elencos das Enterprises lideradas pelo Capitão James T. Kirk e pelo Capitão Jean Luc Picard, como apareceram nas revistas de banda desenhada:

E ainda duas páginas dedicadas a parte do merchandising originado pela saga Star Trek:


Entre os produtos gerados ao longo de várias décadas estão as BDs da Abril Jovem publicadas no Brasil a partir do final de 1991 e que que chegaram a Portugal mais tarde. Incluída ainda nesta página, a lista dos filmes, sendo o último (à época) de 1994, "Star Trek: Generations".

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Festival da Canção de 1985

por Paulo Neto



Eu inicialmente pretendia escrever somente sobre a canção com que Adelaide Ferreira venceu o Festival da Canção de 1985, uma vez que a cantora natural de Minde vai regressar este ano ao Festival da Canção (assim como a histórica Simone de Oliveira). Mas entretanto na passada sexta-feira, a rubrica "Mixórdia de Temáticas" da Rádio Comercial abordou precisamente essa edição do Festival da Canção, da qual foi "criado" o movimento #UmbadaNeverForget, referindo-se obviamente a uma das canções mais míticas do certame desse ano. 
E como tal, impõe-se uma análise mais detalhada ao 22.º Festival da Canção, que teve lugar no Coliseu dos Recreios. Foi, como é hábito, no dia de aniversário da RTP, 7 de Março, e apresentado por Margarida Andrade, Eládio Clímaco e Fialho Gouveia.


Foram onze as canções em concurso. A meu ver, cinco delas destacam-se por entre o resto por diversos motivos, pelo que primeiro vou falar das restantes seis por ordem numérica.


Eduarda, Gustavo Sequeira, Jorge Silva, Alexandra, Nelo Silva e Luís Filipe

- A canção n.º 1 "Meu Amor, Minha Dor, Meu Jardim" interpretada por Eduarda, conseguiu o segundo lugar, se bem que sem nunca ameaçar a eventual vencedora. Eduarda pode assim inscrever-se ao grupo de cantores de um nome só, que tiveram o seu único momento de glória nos Festivais das Canções dos anos 80 (Isa e Joana em 1982, Sofia e a já aqui imortalizada Tessa em 1983, Marisa em 1984, Néné e Glória em 1987...) Apesar do resultado, a verdade é que a actuação é mais memorável pelas ostensivas mangas de balão envergadas por Eduarda do que pela canção em si. Por entre o coro, destaque para uma Isabel Capelo pré-Vitinho.
- Assim de repente o nome Gustavo Sequeira pouco pode dizer a muitos. Mas a sua voz é muito mais conhecida do que possam pensar, já que ele cantou inúmeros míticos jingles publicitários. Por exemplo, foi Gustavo Sequeira que nos cantou que Gilette é o melhor para o homem e que é selvagem dar uma dentada em Lion. Gustavo foi o intérprete da canção n.º 2 "Mágica (Entre Nós)" que ficou no oitavo lugar.
- Voltamos à jardinagem com Jorge Silva e a canção n.º 3 "Portugal Meu Jardim". Envergando umas magnificas calças de napa e um blazer vermelho, Jorge Silva louvou as belezas do nosso país. A acompanhá-lo esteve um coro de cinco vozes, sendo que se nota que o único membro masculino está um pouco comprometido no meio de tanta mulherada, daí que se atrapalhasse de vez em quando com a coreografia.
- Alexandra já não era uma novata nestas andanças pois já era a sua quarta participação no Festival depois de ter marcado presença em 1979, 1982 e 1983. Desta vez para interpretar a canção n.º 4 "Cantar Saudade" que ficou em sexto lugar, a popular cantora cujo nome de nascimento é Maria José Canhoto (não é de admirar que tenha optado pelo stagename Alexandra) optou por um look um tanto andrógino com um macacão branco com capa.
- Nos anos 90, Nelo Silva seria conhecido pelo grande público graças à dupla musical que formaria com a sua filha Cristiana, se bem que os seus hits mais famosos não eram propriamente sobre amor filial. Mas em 1985, era um ilustre desconhecido, ficando-se pelo nono lugar com a canção n.º 6 "Entre o Céu e o Mar". Tal como o outro Silva, Nelo apostou fortemente na napa.  
- Por seu turno, o cantor madeirense Luís Filipe teve o auge da sua carreira na década de 80 e era um dos rostos mais conhecidos desta edição. Impecavelmente vestido com um smoking, cantou a canção n.º 7 "Mulher Só (Mulher Giesta)".

E agora eis-nos chegados às cinco canções mais marcantes do Festival da Canção de 1985.





- E começamos pelo fim, com a última canção a ser interpretada e aquela que tinha uma vertente mais pueril, "Malmequer, Sim Ou Não" do trio Aguarela. Enquanto de Manuel Loureiro, o terço masculino do grupo trajado de jardineiras, pouco ou nada se recorda, as duas parcelas femininas iriam tornar-se sobejamente conhecidas: Paula Fonseca (de saia amarela) deixaria a sua marca na programação infantil da RTP, primeiro como Dalola, a namorada do lendário Lecas e depois como protagonista de "Os Segredos de Mimix"; e a de saia verde era nada menos que Vanda Pereira, que hoje todos os portugueses reconhecem sob o nome Wanda Stuart (e respectiva melena azul).




- Os irmãos Nuno e Henrique Feist são hoje nomes consagrados do panorama artístico nacional. Inclusivamente, Henrique Feist ficará para a história da cultura pop tuga como o nosso Songoku. Mas os dois irmãos foram uns autênticos meninos prodígios (Henrique já tinha sido o "Carlitos" do lendário hit cromo de 1983 de Fernando Correia Marques) e com apenas 12 e 13 anos, subiram ao palco para interpretar como gente grande a canção n.º 8 "Meia de Conversa" que ficou em terceiro lugar. Se tivessem ganho, seriam dos mais jovens intérpretes que alguma vez participaram na Eurovisão, que desde 1990 restringe a sua participação a maiores de 16 anos.




- Ficaram em último lugar, mas era ainda o princípio de um caminho de felicidade para os Delfins. Na altura, a banda de Miguel Ângelo dava os primeiros passos, já se notando em temas como "A Baía de Cascais" e a sua versão de "O Vento Mudou". Mas para o Portugal de 1985, a sua proposta neo-romântica "A Casa da Praia" era muito à frente e foi fustigada pelos júris. Mas nos anos seguintes, os Delfins rumavam a um sucesso sem precedentes que culminou em meados dos anos 90.




- E eis a canção de que se tem falado e cujo facto de não ter ido além do quarto lugar aparentemente deixou um amargo de boca a gente como Ricardo Araújo Pereira. Por exemplo, recentemente no programa "A Barca do Inferno", Marta Gautier revelou que utiliza esta canção como mantra. Jorge Fernando é hoje conhecido sobretudo pelo seu trabalho na área do fado onde deu os primeiros passos, mas nos anos 80, a sua carreira passeou por sonoridades mais pop, da qual precisamente "Umbadá" é a principal referência. Num dos episódios da "Caderneta de Cromos", Nuno Markl foi exímio em dissecar todos os ingredientes que fazem desta uma canção tão brilhantemente croma, mas nunca é de mais referir que o trio que acompanhou Jorge Fernando com a sua incrível coreografia merecerá um bom quinhão do mérito.





- Mas nenhuma das dez canções conseguiu competir com a monumental powerballad "Penso Em Ti (Eu Sei)" interpretada por uma Adelaide Ferreira com um não menos monumental penteado. Adelaide já tinha participado no Festival da Canção do ano anterior com "Quero-te, Choro-Te, Odeio-te, Adoro-te" onde ganhara o prémio de melhor interpretação e ainda em 1984, tinha alcançado a melhor classificação de sempre de Portugal no Festival da OTI, ao ficar em segundo lugar com "Vem No Meu Sonho", indícios de que a intérprete de "Baby Suicida" e "Trânsito" iria converter-se na rainha nacional das powerballads. Pessoalmente, dentro do repertório baladeiro de Adelaide Ferreira, "Penso Em Ti (Eu Sei)" é o meu tema preferido.

Luís Fernando, Adelaide Ferreira e Tozé Brito, autores da canção vencedora, recebendo os respectivos prémios



Para o videoclip de promoção, e da mesma forma como em 1984 Maria Guinot protagonizou um thriller psicológico na Madeira, Adelaide esteve no centro de uma intriga amorosa nos Açores, onde a vimos a passear por entre as furnas, a andar de cavalo na praia e a correr assustada com um casaco de pele aos ombros. (E decerto que aquele que fez de amante de Adelaide Ferreira no videoclip devia ser dos poucos portugueses que depilavam o peito em 1985).


Infelizmente, no Festival da Eurovisão desse ano em Gotemburgo na Suécia, uma vez mais Portugal não foi feliz. Aliás, esse ano penalizou bastante as baladas (por exemplo, a diva espanhola Paloma San Basilio não conseguiu muito melhor para o país vizinho), com os júris europeus a preferirem músicas mais animadas, como a canção da Noruega que acabaria por vencer, "La Det Swinge" do duo Bobbysocks. Portugal esteve quase sempre apenas com os dois pontos da Turquia, mas durante a votação da último país, a Grécia deu-nos sete pontos que nos permitiu escapar ao último lugar.
Mas apesar disso, Adelaide Ferreira não passou despercebida, pois foi considerada a intérprete com melhor guarda-roupa graças ao vestido de mega enchumaços e franjas nos ombros assinado por José Carlos. Uma distinção que só poderia mesmo acontecer em 1985.

Grundig - Festival Som e Sol (1989)


Para alegrar os dias cinzentos deste Inverno, um solarengo anúncio de 1989, recuperado do magnífico arquivo da Ana Trindade

O "Grundig Audio Festival Som e Sol" consistia de 3 sorteios para 6 televisores a cores - Grundig, obviamente, acessíveis através do envio de postais. E na compra de produtos da marca, a oferta de óculos Beat Boy. Gosto bastante da ilustração da rapaziada com os seus óculos de sol, os rádios e walkman.


Mais cromos da Ana Trindade: "Enciclopédia de Cromos - Ana Trindade".

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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

As Aventuras de Tom Sawyer - Caderneta de Cromos e Autocolantes (1981)


Uma das séries mais queridas do público dos anos 80 foi a animação japonesa que adaptou o clássico norte-americano de Mark Twain: "As Aventuras de Tom Sawyer" (1980). E é claro, o anime teve direito - entre toneladas de outro merchandising - à obrigatória caderneta de cromos.
Esta publicidade da época é idêntica à capa da caderneta:

Segundo o blog "Cadernetas de Cromos", esta caderneta de 1982 da Disvenda é uma cópia exacta da edição espanhola do ano anterior, e consistia em 38 páginas com espaço para acomodar 430 cromos, isto é, 222 autocolantes e 208 cromos para colar à moda antiga com...cola. Vendo as fotos da caderneta espanhola, alguns dos cromos eram também recortados, para completar as ilustrações nas páginas.


Cada carteirinha de 6 cromos custava 5 escudos.



Publicidade do topo retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 20, de 1981. 
Uploader original desconhecido. Imagem Editada e Recuperada por Enciclopédia de Cromos.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Paraíso Azul (1982)

por Paulo Neto

O sucesso da adaptação erótico-delicodoce para cinema de "A Lagoa Azul" em 1980 inspirou todo um novo género. Por entre todos os filmes que tentaram reproduzir o imaginário de "A Lagoa Azul", o mais conhecido é "Paraíso Azul", produção canadiana de 1982 realizada por Stuart Gilliard, com Phoebe Cates e Willie Aames nos papéis protagonistas.



Em 1823, no Médio Oriente, os jovens David (Aames), filho de missionários americanos, e Sarah (Cates), filha de um diplomata viajam em caravana de Bagdade até Damascos. Pelo caminho são atacados pela quadrilha de um vil mercador de escravos brancos, o Chacal (Tuvia Tuvi). Por entre as suas intenções, o Chacal, fascinado pela beleza de Sarah, pretende tomá-la como parte do seu harém. David, Sarah e o criado desta, Geoffrey (Richard Curnock) são os únicos que conseguem escapar. Porém, Geoffrey morre quando vai pedir ajuda a um acampamento, que na verdade é o do bando do Chacal. Contando com apenas eles próprios para lutar pela sua sobrevivência, David e Sarah acabam por encontrar refúgio num idílico oásis onde dão largas à sua paixão. O mesmo se passa com Doc, o macaco que os dois jovens adoptaram, que encontra uma parceira para a macacada. 
Mas o Chacal ainda não desistiu de Sarah e David sabe que tem de se preparar para o inevitável confronto final. 


Eu já tinha ouvido falar deste filme mas nunca o tinha visto. Até que descobri que está na íntegra no YouTube. E sim, confirma-se todo o copy paste de "A Lagoa Azul". Cenário frondoso e paradisíaca, miúda protagonista precocemente bela (Phoebe Cates tinha dezassete anos na altura das filmagens), rapaz protagonista com carapinha loura, cenas de nudez e sexo puxadotas mas com atmosfera adâmica e ternurenta. Até o título em Portugal acrescentou a palavra "azul" (o título original é apenas "Paradise"). 

Esta foi a estreia cinematográfica de Phoebe Cates, que viria a tornar-se um ícone dos anos 80 em títulos como "Fast Times at Ridgemont High", "Gremlins" e "Private School". Porém desde o seu casamento com o actor Kevin Kline, dedicou-se sobretudo à vida familiar e o seu filme mais recente foi "Um Casamento Atribulado" (2001). Além de "Paraíso Azul", Willie Aames é sobretudo recordado pela série "Oito e Basta" e pelo filme "Zás! Tudo Ao Léu".

Além de ter protagonizado o filme, Phoebe Cates também cantou o tema principal, também ele intitulado "Paradise". Em 2001, uma versão pop interpretada por Kaci Bataglia conheceu algum sucesso em países como o Reino Unido. 

Trailer:


Phoebe Cates "Paradise":


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Candy Candy - Colecção de Cromos



Em 1983, o anime "Candy, Candy", como tudo o que era êxito na época, teve direito à sua caderneta de cromos: "Candy, Candy. Uma História Maravilhosa" Esta colecção da Disvenda era composta por 165 cromos, e a caderneta em si tinha 16 páginas e custava 20 escudos (apesar de na Internet a maioria das que encontrei dizerem "Oferta do editor"). A publicidade acima basicamente reproduz a capa da dita caderneta, excepto que o fundo era cor-de-laranja em vez de rosa.
Mais informação: BDPortugal.

Foto: BDPortugal

Foto: BDPortugal

Cada carteirinha de 5 cromos custava 5 escudos.


Esta caderneta ainda incluia a possibilidade de ganhar milhares de brindes dos sumos Compal: [Enciclopédia de Cromos: Sumos Compal Candy, Candy].
O excelente blog "O Respigador e a Respigadora" tem várias imagens do interior da caderneta [parte 1  e parte 2], e um vislumbre de alguns dos prémios a que se habilitava quem completasse a caderneta:
Foto: R+R.

Foto: R+R.
Não dá para perceber a lista completa, mas além da prancha de Windsurf, a motorizada, o grande prémio parece ser é um barco a motor! Os outros prémios: tenda canadiana, bicicletas, raquetes de ténis, patins e óculos de mergulhador.


Publicidade do topo retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 44, de 1983. 
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Compal - Candy Candy


Nos primórdios da Enciclopédia falámos de um clássico dos animes: "Candy Candy". E voltamos a revisitar a sua personagem principal, desta vez num reclame aos Sumos Compal, onde podemos ver a lourinha Candice a beber alegremente uma embalagem de Compal de Tutti-Frutti. A Compal é uma das empresas de origem nacional que nas últimas décadas tem sido presença constante no nosso país, e desde finais dos 90 no estrangeiro, exportando actualmente para 39 países.
"As carteiras de cromos da colecção Candy, Candy oferecem milhares de brindes Compal". Saiba mais sobre essa colecção e os prémios aqui: [Enciclopédia de Cromos - Candy, Candy Colecção de Cromos].
Além desta informação, o slogan não muito inspirado era "todos bebem sumos Compal".

Actualização:
Descobri entretanto que a Ana Trindade também tem o mesmo reclame na sua colecção, bem como outro, em que explica como se podia trocar a caderneta completa por um dos "100 prémios do Grande Sorteio Sumos Compal".


Nota: Reparei agora que esta foi a publicação Nº 1000 da Enciclopédia de Cromos!! Heeeii!!

Publicidade no topo retirada da revista Almanaque do Patinhas Nº 44, de 1983. 
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Mais cromos da Ana Trindade: "Enciclopédia de Cromos - Ana Trindade".

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