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terça-feira, 29 de outubro de 2019

SEGA Novidades Explosivas - Verão 1994 - Cassete Mega Force (1994)





Reparei que hoje se celebra o 31º aniversário da consola Mega Drive, a versão original japonesa, e finalmente fui buscar ao arquivo esta mítica cassete que saiu nas bancas com a revista de videojogos "Mega Force" na sua edição nacional. A dita cassete com duração de cerca de 15 minutos vinha na embalagem em cartão que podem ver na foto acima, com a mascote da SEGA, o Sonic The Hedgehog em destaque. O conteúdo era as "Novidades Explosivas" da Sega, para o Verão de 1994, complementa  a etiqueta na própria cassete VHS.

Além dos jogos para a Mega Drive (Genesis nos EUA) no final do vídeo estão excertos de alguns jogos para a "Mega CD". Só em finais dos anos 90 consegui esse acessório para a Mega Drive e um dos jogos nesta cassete foi um dos que comprei junto com a "Mega CD II": "Tomcat Alley" um jogo que basicamente era um filme interactivo, com o jogador aos comandos de um jacto de guerra. Era limitado e repetitivo, mas o factor novidade fez-me jogar muitas vezes..


Já encontrei algumas versões do "Novidades Explosivas" pelo Youtube, mas fica a minha gravação:

Cópia do vídeo no Archive.Org.

Leitores, quem teve esta cassete? Compraram alguns destes jogos anunciados?

quinta-feira, 29 de março de 2018

Knight Rider ZX Spectrum (1986)



A série original do "O Justiceiro" (Knight Rider) [1982-86] foi um sucesso internacional, e claro que entre as toneladas de produtos de merchandising tinha que constar videojogos! No artigo que escrevi há uns anos para a Enciclopédia coloquei uma foto da adaptação das aventuras de KITT e Michel Knight para o NES. Hoje troco os cartuchos pelas cassetes e vou recordar o jogo para ZX Spectrum. Tenho um exemplar na minha magra colecção de videojogos, mas como infelizmente não tenho uma máquina para o experimentar socorri-me de vídeos do Youtube. Produzido pela "Ocean Software", "Knight Rider" para ZX Spectrum foi lançado no mercado em 1986.

Comecemos por apreciar a ilustração do loading screen e o famoso tema de abertura, adaptado ás capacidades musicais de um ZX Spectrum:
  




A cassete da minha colecção, creio que não é original, mas tem capinha a cores e tudo, 'adaptado' da caixa que podem ver aqui.



O pormenor da cassete ser em preto, é bonito. Com a fita vermelha faz mesmo (quase) lembrar o KITT.



Neste vídeo podem ver o percurso das quatro missões do jogo, onde a bordo do K.I.T.T. podemos aniquilar helícópteros inimigos, enquanto conduzimos o carro em vista de primeira pessoa; o com a perspectiva estilo Bomberman percorrer a base terrorista sem ser capturado pelos bandidos, e... basicamente é isto, atravessar mapas de casas e explodir helicópteros, com o objectivo de impedir que  terroristas instiguem a Terceira Guerra Mundial


Tem jeito de ser monótono, mas decerto eu na altura teria delirado com a possibilidade de conduzir o carro mais fantástico da TV!

Está giro o pormenor de trocarem o nome de Devon por Deven!

Nesta publicidade da época também podemos ver indicação de versões para Commodore 64 e Amstrad CPC:

Foto: World Of Spectrum.

domingo, 21 de maio de 2017

Super Street Fighter II - Caderneta de Cromos (1994)


Desde já quero deixar registados os meus agradecimentos ao leitor Bruno Silva, que cedeu fotos do seu exemplar para ilustrar este cromo da Enciclopédia. Aqui na Enciclopédia o Paulo Neto já recordou o videojogo da Capcom que deu origem a esta mania: "Street Fighter II" (1991). O tremendo sucesso desse jogo deu origem não à sequela "Street Fighter III" mas a várias continuações e melhoramentos do "Street Fighter II". Este "Super Street Fighter II" de 1994 (1993 nas arcadas) é a quarta dessas continuações e incluía vários novos personagens. Recordo muito poucas cadernetas de cromos sobre videojogos, mas imagino que esta tenha sido um sucesso. 

A capa frontal:


 A caderneta começava com uma introdução às novidades do "Super SF II":


O poster incluído na caderneta, com uma ilustração do elenco do jogo de porrada de meia-noite:

Páginas dedicadas aos competidores no torneio de Super SF II.
Ryu - a minha escolha para jogar SF II na versão manhosa que tinha para uma daquelas Famiclones, Family game. 
 Sagat:

 M. Bison. O vilão dos vilões. Que durante muitos anos julgava que era Mr. Bison!

 Ken. Não confundir com o namorado da Barbie.

 Comparação dos vários finais conforme o personagem que saísse vencedor do torneio:



Ao lado da última página, as instruções para completar a colecção de cromos,a  10$00 a unidade:



A caderneta aparentemente teve edições em 1994 e em 1998, pela mão da Merlin, totalizando 216 cromos. O preço de capa era 130$00.

O meu sócio de outro blog, o Bruno Duarte, colocou online em 2015 um vídeo sobre esta mesma caderneta de cromos, vejam no Youtube "Uma Olhada na Caderneta de Cromos Super Street Fighter II": 


Como sempre, o leitor pode partilhar experiências, corrigir informações, ou deixar sugestões aqui nos comentários, ou no Facebook da Enciclopédia: "Enciclopédia de Cromos"Visite também o Tumblr: "Enciclopédia de Cromos - Tumblr".

sábado, 16 de maio de 2015

Captain Planet and The Planeteers - ZX Spectrum e Amstrad (1991)


O conceito da série de desenhos animados do "Captain Planet" era simples e eficaz: cinco putos ganhavam de Gaia - o Espírito da Terra - cinco anéis mágicos que controlavam os elementos para combater os vilões poluidores do planeta. Quando a situação estava difícil para os adolescentes, os cinco anéis uniam o seu poder e convocavam o Capitão Planeta, um ser super-poderoso cuja fraqueza era a poluição. Saiba mais sobre a série, aqui: "Capitão Planeta (1990-96)". 
Como tudo o que tinha sucesso, por entre as toneladas de merchandising, teve direito à sua versão em videojogo para proporcionar jogatina no conforto do lar. O videojogo "Captain Planet" ou "Captain Planet and The Planeteers" teve três versões, com modos de jogo distintos. Primeiro foi posta à venda em 1991 a que hoje nos ocupa, para ZX Spectrum e Amstrad. No mesmo ano também foi publicada a versão para Amiga e Atari ST e em 1992 chegou ao mercado a para a mítica máquina NES. Chegou a ser desenvolvido para a Master System e Mega Drive, mas não foram terminados, devido ás más críticas.
A versão para ZX Spectrum, publicado pela Mindscape tem mais informações no site "World Of Spectrum", e a de Amstrad CPC aqui. e o site Emuparadise tem até um link para fazer download do ROm para usarem com um emulador e jogarem em casa!


As imagens incluídas na capa traseira não devem pertencer nem ao jogo para Spectrum ou Amstrad, mas sim à versão Amiga ou Atari, visto que os gráficos apresentados são muito melhores, e o único personagem disponível para jogar nesta versão é o próprio Capitão Planeta e não os Planeteers como se vê na caixa:

A sinopse do jogo incluída na capa:
"Marés negras. Poluição atmosférica. Espécies Animais em vias de extinção. O premiado programa de TV Capitão Planeta e os Planetários transformou a salvação do ambiente da Terra na derradeira aventura.Agora é a tua vez de combater os mais perigosos inimigos que o nosso ambiente alguma vez enfrentou - Looten Plunder, Duke Nukem, Hoggish Greedly, Dr. Blight e outros.As forças da Terra, Fogo, Vendo Água e Coração são tuas. Combina-as e torna-te o Capitão Planeta. O teu Eco-copter espera-te."

No Youtube há um vídeo que percorre os 3 níveis do "Captain Planet" para ZX Spectrum, um simples jogo de plataformas em 2D, com o jogador a controlar o Capitão Planeta em voo pelo cenário a destruir os inimigos de forma linear:


Para Amstrad, a melhoria de gráficos e som é evidente:


Através de uma rápida jogada num emulador de ZX Spectrum, consegui algumas capturas de imagem do primeiro nível. Clique para as aumentar:


Os comandos reagem razoavelmente, o nível é repetitivo mas como foi a primeira vez que joguei a algo do Spectrum, não tenho muito com que comparar.


As imagens da caixa e da cassete do jogo foram capturadas e enviadas pelo meu caro sócio do CINE31, o Bruno Duarte, ao qual agradeço! Recordo novamente o site dele, o Grand Temple, onde o Bruno fala de cinema e tem "Videos Caseiros de Qualidade Duvidosa". True story!

Como sempre, o leitor pode partilhar experiências, corrigir informações, ou deixar sugestões aqui nos comentários, ou no Facebook da Enciclopédia: "Enciclopédia de Cromos"Visite também o Tumblr: "Enciclopédia de Cromos - Tumblr".

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Tintin On The Moon - Spectrum (1989)


Livremente baseada nas bandas desenhadas "Objectivo Lua" ("Objectif Lune") e "Explorando a Lua" ("On a marché sur la Lune") das famosas aventuras de Tintin, este videojogo "Tintin On The Moon" foi lançado em 1989 para a plataforma Spectrum. Os títulos são auto-explicativos, mas basicamente, Tintin - o herói criado por Hergé - tem que salvar os seus amigos, prisioneiros do Coronel Jorgen. E para cumprir o objectivo, Tintin tem que chegar à Lua, ultrapassando obstáculos como asteróides e naves inimigas na primeira fase estilo shoot-em up, seguido por uma fase ao estilo plataforma. Para mais detalhes, vejam o video mais abaixo.

A capa frontal da caixa do jogo:

Junto á caixa, as instruções e a cassete com o jogo propriamente dita:


Vídeo do decorrer do jogo:


O site "World Of Spectrum" tem uma página dedicada ao jogo, com detalhes técnicos, ficheiros para download e recortes da imprensa e publicidade:"WOS - Tintin On The Moon"

Estas imagens foram capturadas e enviadas pelo meu caro sócio do CINE31, o Bruno Duarte, ao qual agradeço! Recordo novamente o site dele, o Grand Temple, onde o Bruno fala de cinema e tem "Videos Caseiros de Qualidade Duvidosa". True story!

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sexta-feira, 17 de outubro de 2014

TransBot (1986)


Ok, robots que se transformam? Não podia resistir a publicar esta sugestão do leitor Tomás Simões, "TransBot".
Creio que nunca joguei, mas  a ilustração da capa (abaixo) não me é estranha, talvez o tenha visto nalgum catálogo de consolas...  Obviamente inspirado pela franquia do meu coração - Transformers - este jogo tenta capitalizar no sucesso global da série animada e das action figures. 

No entanto, não convem esquecer que antes do sucesso dos Transformers, no Japão já existiam vários exemplos de robots que se transformam. No pais do Sol Nascente, o jogo "TransBot" foi intitulado "Astro Flash" ( e publicado em 1985).
Foto: Retro Video Gaming
Gosto bastante da ilustração do jogo japonês, na sua versão em cartão (acima). O jogo em si é um shoot'em up de scroll lateral (Gradius, R-Type, etc). Basicamente, consiste em destruir naves inimigas que surgem no lado do ecrã.

A versão portuguesa do jogo para a consola Master System:

A caixa nacional tem uma boa sinopse da história e objectivos a alcançar:
"Tu estavas num abrigo subterrâneo quando a guerra nuclear começou, no ano solar de 2XXX, e por isso sobreviveste!
Agora, tu e os outros sobreviventes sonham em reconstruir a Terra, mas o pesadelo ainda não acabou...

Um terrível monstro, produto da antiga sociedade tecnológica, está a criar um império com uma ambição: dominar o planeta! Este ditador é, nada mais, nada menos, que um computador com inteligência artificial chamada Daluas.

Mas nem tudo está perdido. Acabou de ser desenvolvida a CA-214, uma arma muito poderosa e o único meio de enfrentar Daluas. Porém, só há uma pessoa capaz de a usar: Tu! O que esperas? A terra precisa de ser salva, custe o que custar!"

Capa e texto portugueses estão no site SMS Power, onde podem ver as capas de outras versões do jogo: Transbot/Astro Flash - também conhecido como Nuclear Creature: "SMS Power - Scans".

Um vídeo com o decorrer do jogo. É possivel encontrar outros no Youtube:




 E parece que os Transformers não foi a única franquia que forneceu "inspiração":
Não é um AT-ST da Guerra das Estrelas?

E cá está a nave transformada em robot:


Podem jogar online no site Game Oldies: "TransBot - Sega Master System". Obrigado novamente ao Tomás Simões pelo link!


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terça-feira, 14 de outubro de 2014

O Templo dos Jogos (1995-2002)

por Paulo Neto

Nos anos 90, os históricos ZX Spectrum e Commodore Amiga cediam o seu lugar às consolas de videojogos, primeiramente com a dupla rival Sega/Nintendo. E para muitos nós, essas consolas e os respectivos jogos passavam a ser o presente mais desejado a cada Natal e aniversário, se bem que havia o inconveniente de a cada par de anos surgir uma consola com o dobro de bits e melhores jogos que depressa tornavam as outras obsoletas. Por isso, várias consolas de jogos foram objecto da nossa cobiça: Sega Megadrive, Master System, Super Nintendo, Sony Playstation, Sega Saturn, Nintendo 64 sem esquecer os portáteis Game Boy e Game Gear.


Pelos mesmos motivos, a partir de 1995 por entre a programação infanto-juvenil da SIC dos anos 90, havia um programa absolutamente imperdível sobre a temática dos videojogos. Esse programa era evidentemente "O Templo dos Jogos" e para o mais aficionados, era mesmo um templo de veneração.
A cada semana, eram apresentadas as críticas aos mais recentes jogos, as novidades que estavam para chegar e dicas para "aldrabar" nos jogos (tipo "carrega em quadrado-cruz-triângulo-quadrado no comando da Playstation e vais directo para o último nível deste jogo" ou algo assim). A apresentação estava a cargo de David Bernardo e do futuro pivot de informação da TVI João Maia Abreu, além de uma anfitriã feminina, posição que foi ocupada por várias beldades. Aquela que ficou mais associada ao programa foi Rita Mendes, mas por lá passaram outras meninas como Cristina Mohler, Filomena Nascimento, Carla Pinto e Catarina Pereira (não a cantora, mas uma moça que na altura também apresentava o concurso "Dá-lhe Gás" com Jorge Gabriel). 

Rita Mendes e João Maia Abreu

David Bernardo

Carla Pinto
Cristina Mohler

Além de toda a temática do programa e o à-vontade dos apresentadores, o programa pautava-se pelos textos divertidos e cheios de hipérboles ("existem jogos que mereciam ser amarrados à proa do Titanic, afundarem-se nas profundezas do oceano e nunca mais verem a luz do dia")  escritos por Luís Barros e Francisco Salgueiro (que hoje em dia é um conhecido romancista). Um dos pontos altos foi a primeira vez que se atribuiu a pontuação máxima de 100% ao "Mario 64", para a então recém-chegada Nintendo 64. Segundo as minhas pesquisas, o outro jogo com nota máxima foi "Doom 3".
Na altura surgiram outros programas também dedicados aos videojogos, por exemplo a RTP teve o "Cybermaster" onde concorrentes jogavam jogos para derrotar a entidade maligna que dava nome ao título interpretada pelo actor João D'Ávila e "Último Nível" daquele espaço de tempo em que Pedro Miguel Ramos usava cabelo azul, mas o "Templo" foi sempre o líder incontestado. Depois de ter saído do ar em 1999, chegou a ter uma breve ressurreição nos primórdios da SIC Radical em 2001. Apesar da proliferação da internet, que permitiu o acesso mais rápido a todo o tipo de informações sobre este tema, creio que ainda hoje um programa ao estilo de "O Templo dos Jogos" seria bem acolhido.

Cátia Carriço foi uma das apresentadoras
quando o programa transitou para a SIC Radical

Para terminar, nada como citar Rita Mendes no final de cada programa: "Fiquem bem e joguem muito!"

Alguns programas:


















  

     

sábado, 27 de setembro de 2014

Teenage Mutant Hero Turtles: The Coin-Op! - Spectrum (1991)


"Teenage Mutant Hero Turtles: The Coin-Op" é um beat-em-up na sua versão para o computador Spectrum.
A origem do jogo remonta a 1989, quando foi lançado nas máquinas de arcada pela Konami com o título  "Teenage Mutant Ninja Turtles", e baseado na clássica série animada das Tartarugas Ninja. Em 1991, foi convertido e publicado pela Image Works para ZX Spectrum ( e outros sistemas de computador caseiro). Nessa altura, na Europa o título foi mudado para "Teenage Mutant Hero Turtles: The Coin-Op!", devido á censura da palavra Ninja na franquia; o mesmo motivo pelo qual muito do material das Tartarugas vendido em Portugal dizia Hero e não Ninja. "Coin-op" é a versão curta de "coin-operated video game", as máquinas de arcada (que inclui videojogos e outro tipo de maquinetas).

A capa da caixa do jogo.
 Tal como a arcada - que podem ver na imagem abaixo - o jogo suportava 2 jogadores simultâneos. Repare-se no detalhe delicioso de que a caixa - vendida para o Spectrum - exibe imagens do jogo para outra plataforma, obviamente de melhor qualidade gráfica. Mas, tem o aviso "Screen Shots: Amiga".
No verso da caixa de cartão (acima) os objectivos do jogo: salvar April O'Neil de um edificio em chamas, e libertar o Mestre Splinter, raptado por Bebop e Rocksteady, os capangas do vilão Shredder.
Comparem as imagens acima com as do jogo para Spectrum:


E dentro da caixa, a cassete com o jogo:


Um video com o gameplay:


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sábado, 20 de setembro de 2014

Slam 'n Jam '95 (1995)


"Slam 'n Jam '95" é um videojogo de 1995 (duh) para 3DO Interactive Multiplayer (3DO para os amigos), que a Wikipedia indica ter sido a primeira consola doméstica de 32-bits (fabricada por várias empresas, sendo o mais famoso o da Panasonic).

Não sou grande gamer, e ainda pior a nível de jogos desportivos jogos desportivos (além dos de futebol, só me lembro de experimentar o NBA JAM. Bons tempos do aluguer barato de jogos!), por isso, abordei este porque encontrei entre os meus recortes dos anos 90, uma página da revista "Correio da TV" ( do Jornal Correio da Manhã) com a rúbrica "Videojogos", escrita por Pedro Amaral.
E o jogo dessa semana era portanto o "Slam 'n Jam '95", um simulador de basquetebol:


"É capaz de provocar um impacto visual considerável, mesmo em quem está habituado à qualidade dos títulos para esta máquina, contudo, em termos de jogabilidade, podia ter-se ido mais longe". "A Crystal Dynamics conseguiu trazer para o ecrã todo o espectáculo e emoção que rodeiam cada partida, com pavilhões sempre cheios de um público entusiástico", basicamente meia dúzia de pixels aos saltos, mas que na época, comparado com o existente, acredito que fosse boa qualidade gráfica. E apesar de indicar que as opções disponíveis são o habitual, e  que o nível de dificuldade é elevado, Pedro Amaral conclui que estamos "perante um excelente simulador de basquetebol, que curiosamente, oferece mais espectáculo a quem assiste do que a quem está a jogar.", e atribui uma nota global de 85%. Parece divertido, para quem gosta de jogos de basquetebol.


Video do utilizador "Nice and Games":



Como bónus, deixo aqui o rodapé da página dos "Videojogos", com o correio dos leitores. Desta vez, um leitor de Tomar enviou códigos de acesso para os níveis dos jogos "Krusty's Fun House", "Slider", "Chuck Rock", "Lemmings", "Pengo" e "Shinobi", todos para Game Gear. Outro leitor, de Queluz, anúncia que vende ou troca a consola Master System II.

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