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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Lucky Luke - série animada (1983)

por Paulo Neto

Foi no ano de 1987 que eu descobri o universo do faroeste americano segundo Lucky Luke, o cowboy que dispara mais rápido que a sua sombra criado pelo belga Morris (Maurice de Bevere) e René Goscinny. Primeiro porque recebi de presente um dos livros de BD e depois que porque a série animada passava na RTP aos sábados à tarde. 


Inspirado livremente no xerife italo-americano Luciano Locarno, Lucky Luke é um cowboy errante que passa a vida a reparar injustiças, quer sob contracto da polícia, quer por envolvimento das circunstâncias. Através da sua coragem, das suas proezas a disparar (embora não mate ninguém) e da sua inteligência, Luke salva sempre o dia para no fim de cada livro e episódio, voltar à sua eterna e solitária caminhada com o seu cavalo ao pôr-do-sol cantando "I'm a poor lonesome cowboy". Outra sua imagem de marca é o cigarro sempre suspenso na sua boca, mas em 1988, Morris aderiu a uma campanha antitabagista onde substituiu o cigarro por uma palha. 


Ao longo dos vários volumes da série, Lucky Luke encontra várias personagens reais que se tornaram mitos do século XIX como Billy The Kid, Calamity Jane, o juíz Roy Bean, a quadrilha de Jesse James e Sarah Bernhardt e participa em vários acontecimentos da história da América de então como a construção da primeira linha de telégrafo transcontinental. 


O cavalo Jolly Jumper é o fiel companheiro de Lucky Luke e tão inteligente quanto o seu dono, sempre pronto a partilhar um comentário sarcástico sobre cada situação com o leitor/espectador. Ao contrário do dono, prefere quando não há sarilhos, mas se os houver, está sempre fielmente a seu lado. O outro animal, digamos, ajudante de Lucky Luke é Rantanplan, "o cão mais estúpido do Oeste", um cão polícia que é uma espécie de antítese do Rintintim, tal a sua inaptidão para as suas funções e o seu constante alheamento de tudo (Lucky Luke é a única pessoa que ele reconhece de forma constante). Mas apesar de tudo, Rantanplan tem bom fundo e costuma acompanhar Lucky Luke e Jolly Jumper nas suas aventuras e às vezes, sempre por obra do acaso, revela-se essencial para o desenlace da acção.




Mas uma vez que o primeiro livro da série que eu li era "Os Dalton no Canadá", foi mais ou menos óbvio que as minhas personagens preferidas acabaram por ser os quatro irmãos Dalton, Joe, William, Jack e Averell, de aspecto semelhante mas de alturas diferentes. Este quarteto de bandidos estava sempre a fugir da cadeia e uma das missões mais recorrentes de Lucky Luke era capturá-los. Os Dalton eram inspirados por uma verdadeira quadrilha de irmãos chamados Dalton e que aliás, foi retratada num dos primeiros volumes da série "Os Fora da Lei", que terminava com a morte deles, numa situação semelhante àquela em que dois deles perderam a vida. Porém, notando o potencial cómico desses irmãos para antagonistas recorrentes, Morris decidiu inventar quatro primos fictícios e idênticos. Joe, o mais baixo, é o cabecilha que faz os planos, constantemente em fúria devida ao seu ódio por Lucky Luke e Rantamplan (que confunde Joe por um suposto querido dono) e pela imbecilidade do irmão Averell. Este, o mais alto, é o elo mais fraco da quadrilha, uma espécie de Rantamplan humano, sempre com dificuldade em perceber tudo aquilo que se passa em seu redor, mais interessado em comer do que em participar nas actividades criminosas, onde só toma parte por arrasto. Já os dois outros irmãos, William e Jack, não têm muitas características particulares, ao ponto de nunca ser muito claro qual deles é que é o mais segundo mais alto ou o segundo mais baixo dos quatro, funcionando sobretudo para apaziguar as fúrias de Joe e repreender Averell.

A BD de Lucky Luke já foi traduzida em 23 línguas e até ao momento, conta com 81 volumes. Após a morte de Morris em 2001, outros artistas continuaram as histórias do cowboy. Existe também um série spin-off com Rantamplan como protagonista, iniciada em 1987.
Além do inevitável e extensa gama de merchandising, as histórias de Lucky Luke foram convertidas para a animação. Além de três longas-metragens, lançadas entre 1971 e 1983, houve também uma série de 26 episódios, co-produzida pela Hanna-Barbera em 1983, e que a RTP passou em 1987 na versão francesa legendada em português aos sábados à tarde (uma das raras séries animadas até então a serem transmitidas fora dos tradicionais blocos de programação infantil) e que eu nunca perdia, mesmo que para tal tivesse que aturar programas secantes para um petiz de sete anos como "Parlamento" que dava imediatamente antes. Mais episódios da série foram produzidos em 1991.
Além disso, já por algumas vezes as histórias tiveram adaptações com actores de carne e osso, em que actores como Terence Hill, Till Schweiger e Jean Dujardin encarnaram o cowboy mais famoso da BD.

Genérico da série:





 

sábado, 12 de julho de 2014

Os Grandes Enigmas de Martin Mystère (1987)

"O Detetive do Impossível" é o apelido de Martin Mystére, o culto arqueólogo criado em 1982 pelo italiano Alfredo Castelli ("Zagor").Esta revista mensal foi publicada ao longo de 13 números. Curiosamente, este primeiro número foi lançado ainda sob o selo da editora Rio Gráfica, que a partir do nº 2 passou-se a chamar Editora Globo.


Publicidade retirada da revista "Fantasma Extra" nº2, de Abril de 1987.

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sexta-feira, 11 de julho de 2014

Transformers Especial (1987)

Anúncio à revista de banda desenhada "Transformers Especial", da Editora Globo. Mais detalhes no meu blog dedicado aos Transformers: "Transformers Portugal V2 - Transformers Especial Anúncio de 1987"

Publicidade retirada da revista "Fantasma Extra" nº2, de Abril de 1987.

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sexta-feira, 4 de julho de 2014

O Dia da Independência (1996) A Banda Desenhada


"O Dia da Independência" ou "Independence Day" ou "ID4" é um blockbuster sobejamente conhecido, mesmo passado quase duas décadas da estreia. Aliás, a data prevista para a estreia era o dia 3 de Julho de 1996, mas havia tanta vontade em ver o filme que muitos cinemas anteciparam a estreia para dia 2 de Julho, a data em que começa a invasão retratada na película e que culmina com a vitória dos humanos (surpresa!) a 4 de Julho, o Dia da Independência dos norte-americanos, justificando assim o título da fita. Falei mais sobre o filme no meu outro blog: "CINE31 - Independence Day (1996)".
O tema de ficção cientifica combina bem com a banda desenhada, e era inevitável que a história do filme fosse adaptada a esse meio. E portanto, foram lançados nos EUA - com data de capa de 1 de Julho de 1996 - uma série limitada de 3 números da responsabilidade da Marvel Comics (X-Men, O Homem-Aranha, etc). O número zero - que desconheço se teve edição lusitana - servia de prequela, detalhando eventos mencionados de passagem no filme, como o acidente de Roswell e o rapto alienígena do piloto que finalmente tem a sua vingança no climax do filme. Eu adquiri a versão portuguesa - com o selo Marvel e edição Abril/Controljornal -  dos números 1 e 2, que resumem eficazmente o plot. A semelhança com os actores está geralmente razoável, e no conjunto - sem ser especialmente notável - cumpre o objectivo de recordar o filme enquanto esperávamos pelo lançamento do VHS ou que passasse na TV. Outros tempos!

Reproduz a icónica cena da destruição da Casa Branca. 

 
Não tenho comigo o Nº1 para consulta imediata, mas olhando aos créditos do Nº 2 está a indicação de argumento de Ralph Macchio (adaptado do argumento de Dean Devlin e Roland Emmerich), desenhos de Leonard Kirk, Rod Whigham e Steve Erwin

Vejamos então, algumas das páginas das revistas.
Como habitual, pode clicar nas imagens para as aumentar:

O Príncipe de Bel-Air agride um ET sobrevivente de um acidente de aviação e prisioneiro de guerra, para lhe dar as boas vindas ao país da Liberdade.











E tudo está bem quando os americanos salvam o planeta, outra vez!
 Leitores, quem teve estas revistas?

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quinta-feira, 8 de maio de 2014

Transformers - A Banda Desenhada


Há quatro milhões de anos eles vieram de Cibertron, um planeta inteiramente composto por máquinas…assolado por uma longa guerra entre os heróicos Autobóticos e os malévolos Decépticos. Estes robots vivos, incrivelmente poderosos, capazes de se converterem em veículos terrestres e aéreos, armas e outras formas mecânicas, continuam o seu conflito aqui na Terra. Eles são os…TRANSFORMERS.”

Apesar de só chegar em Portugal alguns anos depois, a 8 de Maio de 1984 foi publicado (com data de Setembro do mesmo ano) o nº 1 da banda desenhada dos Transformers, os famosos robots que se podem disfarçar de aviões e carros (e muito mais). Esta revista norte-americana foi o primeiro passo para promover a linha de brinquedos, ainda antes da série animada que lançou a mania mundial sobre a franquia Transformers, que três décadas depois continua forte, entre míudos e graúdos. A banda desenhada começou a contar a complexa história e mitologia dos robots extraterrestres que continuavam a sua milenar guerra civil no planeta Terra. Apesar de previsto apenas como uma mini-séries de quatro números, o sucesso das revistas levou a que mais fossem produzidos, escritas por Bob Budiansky e Simon Furman.

A icónica capa do número 1 foi desenhada pelo premiado Bill Sienkiewicz  (Novos Mutantes, Elektra: Assassin, etc). Atenção: as escalas não foram respeitadas! No topo do artigo a minha homeagem a esta magnifica capa.
"Transformers #1 [19 Abril 1990 - Meribérica/Líber]"

Em Portugal, a Meribérica/Líber começou a publicar quinzenalmente a versão portuguesa em 19 de Abril de 1990 (com preço de 150$00), mas, se nos EUA, a colecção atingiu os 80 números (e no Reino Unido 332, com muitas histórias inéditas), no nosso país ficaram pelo número 18.  Tenho todos, e estão guardados religiosamente.
 
 
Na época os nomes dos personagens foram traduzidos para português. O líder dos Autobóticos (Autobots) atendia por Optimus Supremo (Optimus Prime) e Megatrão (Megatron) liderava os maléficos Decépticos (Decepticons). Sabem a que personagens clássicos pertencem os nomes Moscardo, Esgalhador, Pé-de-cabra, Estrela-Estridente, Despedaçador, Onda-Choque ou Zézé? Confiram aqui. Ou então nos excertos abaixo:



Curiosamente, além de spin-offs e crossovers com os G.I. Joe (outra franquia de brinquedos da Hasbro), estas histórias decorriam no Universo Marvel, visto que no Número 3, o convidado de honra era o Homem-Aranha, com o seu infame uniforme negro. No entanto, não é o universo principal, mas um universo paralelo, o da Terra-91274.
E se em séries e filmes é fácil de mostrar a habilidade que dá nome aos Transformers, o resultado em ilustração é menos...dinâmico:
 E claro que também existiam personagens humanos de relevo. O principal (das primeiras fases da BD) é Giga (Buster) Witwicky, aqui ao volante de Moscardo, o carismático Bumblebee:

A minha capa favorita é a do número 5, com uma magistral ilustração do Onda-Choque victorioso, da autoria de Mark Bright:
 Um anúncio, incluído nas próprias revistas. Como bónus, um mini-labirinto para resolver:

 
Curiosamente, a história foi retomada em 2012 na série limitada "The Transformers: Regeneration One", pela mão da editora IDW, começando no número 81 e indo até ao 100.
Podem descobrir mais sobre a versão portuguesa no meu blog dedicado aos robots de Cybertron: "Transformers Portugal V2". Ou no meu antigo site dedicado apenas à BD: "Transformers Portugal".

Caros amigos, quem também coleccionou estes números?

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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Mafalda - série animada (1982)

por Paulo Neto

Apesar de ser uma fanático da televisão desde que me entendo por gente, a primeira vez que reparei nesse acontecimento sazonal que era uma nova grelha de programação na rentrée de Outono foi em Outubro de 1986. Havia três factores fulcrais que fizeram com que o petiz de seis anos reparasse na nova grelha da RTP nessa altura. Primeiro, a RTP1 tinha esta lendária vinheta geométrica que parecia reflectir o facto de eu nesse Outono ter começado a primeira classe, a iniciar a minha instrução. 




Segundo, porque depois da telenovela (na altura, a que estava em exibição era "Corpo a Corpo", a tal que tinha como uma das personagens o Diabo himself), havia o lendário tandem de uma "História ao Fim do Dia" (que o David Martins já abordou aqui) e o mais lendário jingle do "Vitinho" cantado por Isabel Capelo ("Está na hora da caminha..."). Os meus pais bem queriam que me fosse deitar após esse bloco, até porque nesse ano lectivo eu tinha aulas logo às 8 da manhã, mas sempre que conseguia escapar a esse recolher obrigatório, eu ficava a ver um pouco mais televisão. E era certo e sabido se naquele dia dava alguma série minha preferida como o "ALF" ou "Dempsey & Makepeace", só ia para a cama uma vez findo o episódio.

Terceiro, porque entre o Telejornal e a telenovela havia todos os dias de segunda a sexta um pequeno cartoon animado da Mafalda, a primeira adaptação da famosa tira de BD para desenhos animados, datada de 1982. Foi graças a série animada, que eu e a minha geração descobriu a pequena contestatária de farta cabeleira negra criada pelo ilustrador argentino Joaquín Lavado, conhecido como Quino.

Reza a história que Quino tinha criado inicialmente Mafalda sob uma encomenda para uma campanha dos electrodomésticos Mansfield (sendo que a personagem devia ter um nome começado por M). Essa campanha acabou por não se concretizar mas Quino acabou por aproveitar a personagem para ilustrar as tiras publicadas em diversas publicações argentinas entre 1964 e 1973. Como é sabido, foram anos de grandes transformações tanto na Argentina como no mundo e Mafalda ia abordando tudo com um misto de inocência e mordacidade. E aos poucos surgem os seus companheiros: Felipe, o tímido vizinho perdido entre a sua imaginação fértil e a dureza da realidade; Manelinho, o filho do merceeiro local e tal como o pai, capitalista e conservador; Susaninha com as suas manias pequeno-burguesas e o seu sonho de ser uma dondoca com vasta prole; Miguelito, egocêntrico e filosófico que partilha com Mafalda o seu ódio por sopa (tem medo do mar porque lhe parece uma sopa de massa gigante!); a diminuta mas bem expressiva Liberdade; e Gui, o irmão mais novo de Mafalda, o único que na sua inocência é capaz de desarmar até a irmã com as suas perguntas. Sem esquecer obviamente os pais de Mafalda (Angel e Raquel), sempre em palpos de aranha para responder às profundas questões da filha. Umberto Eco chegou a equiparar as personagens de Mafalda às dos Peanuts (Charlie Brown, Snoopy e companhia) de Charles Schulz, na forma como ambas as tiras mostram crianças que, dentro da sua infantilidade, agem e pensam como adultos.



O sucesso de Mafalda não se fez esperar e não tardou até que a tira fosse publicada em toda a América Latina, Espanha, Itália e Portugal (onde o primeiro livro foi publicado em 1970). Desde 1973, só muito periodicamente é que Quino voltou a desenhar a sua pequena heroína, nomeadamente para causas nobres como em 1977, por ocasião da elaboração da Carta dos Direitos da Criança das Nações Unidas.


Com a exibição dessa série animada da Mafalda em Portugal em 1986, toda uma nova geração neste país redescobriu a pequena contestatária. Para mim e para os meus amigos, que éramos da idade das personagens, era como se Mafalda, Felipe, Manelinho, Susaninha, Miguelito e Liberdade fossem nossos colegas de escola. Nessa altura, ver esses desenhos animados da Mafalda após o Telejornal eram um dos pontos altos do meu dia. Como era pequeno demais para perceber as piadas mais elaboradas, ria-me sobretudo das coisas mais simples como as tentativas da Mafalda para não ter de comer sopa ou voar com uma caixa de cartão na cabeça e um jacto de gasosa.



Essa redescoberta de Mafalda em Portugal proporcionou toda uma vaga de merchandising: não só foram reeditados e os livros já publicados como foram lançados volumes com tiras inéditas, como surgiu toda uma panóplia de material escolar e cadernetas de cromos. Recordo também que os bolos Cake Bar da Dan Cake também traziam cromos da Mafalda, o que era um motivo extra para pedinchar aos meus pais por uma Cake Bar sempre que eu ia ao café ou à mercearia. Embora o material escolar fosse de umas cores ameninadas, admito que cheguei a ter um ou outro caderno da Mafalda e uma agenda escolar.

Entretanto já houve mais séries animadas da Mafalda, como uma produzida em Espanha em 1993 e outra mais recente de 2010. Em 2009, Mafalda teve direito ao seu monumento em Buenos Aires.
     

Episódios da série de 1982 (não encontrei as dobragens em português, só em castelhano da Argentina) :










terça-feira, 28 de maio de 2013

Superman nº 30 (1978)


Superman nº 30
EBAL, Outubro de 1978
Preço de capa: Cr$ 8,00
48 páginas

Comprada numa Feira de Velharias no inicio de 2011, trago hoje mais algumas fotos e detalhes da revista "Superman nº 30". A editora era do Brasil, mas a evista - como muitas outras - era vendida também cá neste lado do Atlântico. O número 1 desta colecção (de 74 revistas) saiu em 1976 e durante as primeiras edições o título era "Superman em formatinho". Veja os restantes número da colecção no "Guia EBAL - Superman em Formatinho".
Neste número, além das aventuras do Super-Homem, outros personagens preenchiam as páginas:
  • "O golpe do poder absoluto" e "A super-arma!", ambas protagonizadas pelo Super-Homem;
  • "Estátua pistoleira!" com o Falcão da Noite (o herói de western The Nighthawk ); 
  • "O canhão insubmersível", uma historia de guerra;
  • "O atirador cego!", um enredo policial.
Mais detalhes das histórias e artistas: "Guia dos Quadrinhos - Superman (em formatinho) nº 30"

As fotos:
"O golpe do poder absoluto"




"Estátua pistoleira!"

"O canhão insubmersível"
"O atirador cego!"
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quinta-feira, 16 de maio de 2013

Ulisses 31 - Colecção de Livros Recortados





Ulisses 31
Colecção de Livros Recortados
Disvenda
8 páginas
(Anos 80)


Sempre foi algo que achei estranho, este tipo de livros recortados. A Disvenda teve várias colecções do género nos anos cromos, mas não me recordo se cheguei a ter algum deles durante a infância, mas estes exemplares só me vieram para ás mãos recentemente. Creio que a colecção está completa, com apenas 3 números editados. Em apenas oito páginas, as histórias são curtas, muito resumidas, mas a qualidade de impressão destes livros de bolso é infinitamente superior às BDs da Agência Portuguesa de Revistas (ver Nº2), também da série Ulisses 31. Não sei exactamente a data de publicação, mas cada livro tem a referência "DIC-TMS 1981/83 J.A.", e serão do inicio dos anos 80, no auge da popularidade da série animada.


O verso dos 3 livros:

Pode fazer download das 3 revistas abaixo (em formato CBR):
  1. Ulisses 31 # 1 - A Lagoa Dos Duplos;
  2. Ulisses 31 # 2 - A Insurreição dos Companheiros;
  3. Ulisses 31 # 3 - Ulisses Encontra Ulisses.
Exemplos das páginas interiores das revistas:






Mais: "Comics BD Portugal - Ulisses 31 (brochado)"


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